LOGISTICS

LOGISTICS
Movimento Eficiente !!!

Logisticamente Antenado Headline Animator

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Nota: Níveis de estoque, pelo Fecomercio de SP

Mais da metade dos empresários considera seu nível de estoque adequado

Análise da FecomercioSP indica que o comerciante se preparou para enfrentar uma crise rigorosa e de longo prazo. Também aponta que ele poderá ser mais conservador nas compras nos próximos meses 

A proporção de empresários da região metropolitana de São Paulo que considera seu estoque adequado registrou alta de 14,9% no mês de julho com relação a junho, atingindo 57,9% dos comerciantes. A variação é de 6,8% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Índice de Estoques (IE) da FecomercioSP, que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas. Ele varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total).
De acordo com o índice, o volume de empresários que avaliam seus estoques como elevados demais caiu de 36,3% em junho para 27,9% em julho. Esse é o menor valor registrado desde março de 2014.

Em relação ao indicador que mede a percepção dos empresários sobre o nível de estoques do comércio, a alta foi de 14,1% e passou de 101,5 pontos para 115,9. No comparativo anual, o aumento foi de 6,2%.
Para a assessoria econômica da FecomercioSP, a variação expressiva dos indicadores pode ser pontual e também reflexo das liquidações, mas sugere uma tendência de ajustes das empresas em relação a seus estoques. Essa mudança pode significar que o empresário está mais consciente e preparado para enfrentar uma crise rigorosa e de longo prazo.
A federação ainda avalia ser possível que os empresários comecem a planejar suas compras junto aos fornecedores de forma mais conservadora nos próximos meses.

Fonte: sm.com.br

Artigo: Vendas online - Já planejou sua logística?

Fonte: http://sm.com.br/

Garantir a entrega de produtos em bom estado e de forma rápida é o principal entrave para o crescimento do e-commerce de alimentos. Veja como melhorar os processos logísticos dessa operação 

Negócio em ascensão
Há cinco anos, a rede Mercantil Bastos (MG) iniciou sua operação de vendas online, que representa 2,5% do faturamento. Meta é dobrar a participação em dois anos

Seis anos atrás, o comércio eletrônico no Brasil era um mercado de apenas R$ 10 bilhões, com público inferior a 18 milhões de pessoas. Em 2014, movimentou R$ 35,8 bilhões e atraiu mais de 51 milhões de consumidores, segundo a E-bit, consultoria especializada no setor. A expectativa é fechar 2015 com mais 20% de aumento. Apesar do avanço, a logística ainda é um desafio para as empresas que operam lojas online. Cientes disso, elas têm procurado melhorar seus processos. Afinal, está em jogo a satisfação de um público exigente e a rentabilidade do negócio.
As dificuldades podem ser ainda maiores para quem vende alimentos pela internet. Os principais gargalos estão no fracionamento de pedidos e na separação dos perecíveis, que exigem rapidez na entrega e cuidados adicionais no manuseio, embalagem e transporte. Para Wagner Salzano, gerente de projetos da Imam Consultoria, um erro comum é tratar a logística de uma pontocom como a de uma loja física. “Muitas quebram devido a altos custos e baixo retorno. É preciso planejamento”, ressalta.
Segundo o especialista, há dois modelos de logística adotados por supermercados online: o picking (separação de pedidos) loja a loja e o feito no centro de distribuição. Mas não existe um modelo ideal. A recomendação é avaliar qual melhor se encaixa em cada operação, afirma Maria Fernanda Hijjar, sócia executiva do Instituto ILOS.
O picking loja a loja é mais adotado por redes com lojas físicas de médio porte, com amplo espaço de retaguarda e pulverizadas nas áreas a serem atendidas pelo delivery, além de menor volume de vendas pela internet. Já o picking em CD é mais usado em operações online maiores, pois permite maior espaço para estoque, separação e saída de pedidos e exige maior automação dos processos.

Em alguns casos, contudo, é preciso fazer adaptações. O mineiro Mercantil Bastos centralizou o picking na loja matriz. Já o GPA está em fase de mudança. Vai substituir o picking loja a loja pelo feito no CD. Confira nas próximas páginas mais detalhes sobre essas operações e veja outros aspectos logísticos que impactam no e-commerce.
Com cinco anos, o e-commerce do Mercantil Bastos, dono do Supermercados Santa Helena, representa 2,5% do faturamento da rede, hoje com sete lojas físicas em Minas Gerais. Nos próximos dois anos, o plano é dobrar esse percentual. Para isso, a empresa tem o desafio de otimizar a operação. Das treze cidades atendidas pelo e-commerce, incluindo Belo Horizonte, a varejista tem lojas físicas apenas em Sete Lagoas.
Por esse motivo, a rede adaptou o picking loja a loja em um modelo centralizado que funciona em uma única filial, a do Jardim Primavera. Para facilitar as entregas em Belo Horizonte – a 70 km de Sete Lagoas –, um ponto de apoio foi instalado na capital. “Nele, os pedidos já chegam embalados e saem direto para entrega”, explica Frederico Bastos, sócio da empresa. Além de facilitar a entrega, a iniciativa ajuda a reduzir custos com frota e mão de obra. Na loja de Sete Lagoas, a separação é feita direto nas gôndolas. Os funcionários recebem os pedidos por um sistema de retaguarda integrado ao portal. A separação de cada um ocorre com ajuda de coletores eletrônicos, onde são registrados os produtos. O equipamento transmite as informações ao sistema de retaguarda, que fatura o valor total da compra. Esse processo dispensa o registro das mercadorias no checkout.
Gerenciar estoque compartilhado com a loja e atrapalhar o público no horário de pico são riscos desse modelo de separação. No primeiro caso, é possível integrar o software que controla a saída de mercadorias no portal ao programa de retaguarda das filiais. “Esse sistema também deve indicar no site a quantidade de cada item disponível para compra”, afirma Maria Fernanda Hijjar, do ILOS. Já Wagner Salzano, da Imam, lembra ainda que é preciso repor as gôndolas com maior frequência para evitar ruptura e insatisfação dos clientes.
O GPA chegou ao limite de sua capacidade de atendimento online em São Paulo. Como solução, a empresa decidiu substituir a separação de pedidos feita nas lojas físicas pelo picking realizado em um CD exclusivo para a operação de e-commerce das bandeiras Extra e Pão de Açúcar. A mudança deve ocorrer no segundo semestre. A expectativa é elevar em cinco vezes a capacidade de atendimento no Estado. Posteriormente, as operações do Rio de Janeiro e Brasília também deverão passar pela mesma mudança.
Eduardo Adrião, diretor de delivery do GPA, explica que o novo sistema de picking será feito por grupo de produtos e não por pedido. Para agilizar o processo, o layout do CD será organizado por departamentos (mercearia, higiene, limpeza e outros), a exemplo do que acontece nas lojas. Também haverá câmaras específicas para perecíveis. Depois de os produtos serem separados em cada setor, eles serão agrupados por pedido e conferidos. Feito isso, a compra será faturada e encaminhada para entrega.
Outra iniciativa da empresa para aprimorar a logística de entrega é investir na automação do novo CD. A consultora Maria Fernanda Hijjar lembra que esse é um ponto muito importante. O ideal é que a separação, por exemplo, utilize esteiras para agilizar o processo. “A médio prazo, investimentos como esse reduzem os custos.”
Devido à localização, o modelo centralizado no CD costuma elevar o tempo de entrega. Para evitar isso, é recomendado adotar sistemas de mapeamento de rotas e trabalhar com motoristas que conheçam a região, além de utilizar a capacidade total de carregamento dos veículos. O GPA definiu um teto de entrega por dia nas áreas atendidas. “O sistema avisa quando o limite é atingido e o portal passa a realizar agendamentos apenas para o dia seguinte”, afirma Adrião. Futuramente, o Grupo pretende levar sua operação online para o Nordeste e Centro-Oeste.

Frota própria ou terceirizada
Avalie qual se encaixa na operação, pois os impactos são diferentes
Segundo pesquisa da ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), os veículos terceirizados são utilizados por 35% das lojas online, enquanto os próprios, por 13%. A maior parcela utiliza os correios (93%), modelo que não se encaixa na venda de itens de supermercados pela internet. E isso se deve ao fato de envolverem produtos perecíveis, que exigem envios rápidos, em ambientes climatizados para não estragarem. Wagner Salzano, consultor da Imam, explica que não existe um tipo ideal de frota. “Para escolher, é preciso considerar aquele que mais se encaixa na operação logística”. O Mercantil Bastos, por exemplo, além da frota, tem equipe de motoristas e entregadores próprios. Para entregas menores e de curta distância, usa motos. Já para as maiores, caminhões-baú compactos. “Isso nos dá um maior controle da operação”, afirma Frederico Bastos, sócio da rede. O GPA, por sua vez, preferiu um sistema misto. Para locais distantes e de difícil acesso, o Grupo adota frota terceirizada e, para os demais lugares, própria. “Assim, conseguimos quebrar barreiras regionais”, observa Eduardo Adrião, diretor de delivery do Grupo. Veja a seguir os impactos de cada tipo de frota na operação.
PRÓPRIA
  • Maior controle da operação
  • Mais trabalho com treinamento da equipe e manutenção da frota
  • Mais fácil fazer a equipe se engajar com os resultados da empresa e assim prestar um bom atendimento
TERCEIRIZADA
  • Mais indicada para longas distâncias e áreas de difícil acesso
  • Custos podem ser mais elevados
  • É preciso ter cuidado nas cláusulas do contrato para evitar prejuízos com perda de produtos

Pereciveis cuidados especiais
Boas práticas também evitam problemas com a Vigilância Sanitária


O delivery de perecíveis eleva a competitividade dos supermercados online. Mas o efeito pode ser o contrário se a qualidade das mercadorias for comprometida. No Mercantil Bastos (foto), por exemplo, esses produtos são acondicionados em embalagens térmicas assim que saem da área de refrigerados e congelados e mantidos em setores climatizados até írem para entrega. “Não fazemos o picking direto nas câmaras frias, porque lá os produtos ficam encaixotados e dispostos em grandes pilhas, dificultando essa etapa”, explica Frederico Bastos, sócio da rede. No GPA, os caminhões de entrega contam com três ambientes: um para refrigerados, outro para congelados e um para itens secos. “Com isso, garantimos a qualidade dos produtos caso haja trânsito ou ocorra um imprevisto no caminho”, afirma Eduardo Adrião, diretor de delivery do Grupo. Já em um CD, é preciso contar com uma câmara para cada tipo de perecíveis. A separação ocorre dentro delas, onde o produto permanece até a entrega. Um erro é deixar esses itens em temperatura ambiente, pois pode gerar problemas com a Vigilância Sanitária.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

��  Conhece todas as possibilidades e tecnologias para logística?

 






 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Webinar gratuito: Gestão Eficiente de Estoques - Inscreva-se


Caso não esteja visualizando as imagens, acesse aqui


Gestão Eficiente de Estoques
ferramentas, integração de processos e indicadores


  Junte-se a nós nesta palestra online gratuita
Quinta-feira (16/7) às 11h (horário de Brasília)


  Inscreva-se. Vagas limitadas!  


O avanço da globalização e maiores exigências por parte do mercado consumidor está levando as empresas a uma constante busca e manutenção da competitividade. A gestão de estoques se torna ponto essencial neste contexto eliminando excesso de material, de tempo e de pessoas.

A adequada gestão dos processos e ferramentas nos auxilia na gestão mais eficiente dos estoques, mantendo custos baixos e agregando valor aos clientes.

Os indicadores são importantes, pois, através deles conseguimos mensurar se estamos ou não atingindo os patamares almejados, para isso precisamos entendê-los e acompanhá-los.


Palestrante: Viviane Pimenta C. Coelho (Diretora Executiva da Logística Líder Consultoria e Treinamento)

Os participantes do webinar poderão interagir com o palestrante, enviando suas perguntas através do chat.

Webinar: Gestão Eficiente de Estoques
Data: 16 de Julho de 2015
Horário: 11h às 12h (horário de Brasília)
Após registrar-se gratuitamente, você receberá um email de confirmação com o link de acesso a este seminário online.
Requisitos de Sistema
PC - Windows 7, Vista, XP ou 2003 Server
Macintosh - Mac OS X 10.4.11 (Tiger) ou mais recente
Mobile iPhone/iPad/Android

As inscrições são gratuitas!
Reserve já seu espaço neste Webinar gratuito.









segunda-feira, 29 de junho de 2015

FM Logistic recebe a visita de universitários em Canoas

Junho 2015

FM Logistic recebe a visita de universitários em Canoas

 

Alunos da Unisinos (RS) visitam o centro de distribuição da Companhia no Rio Grande do Sul e conferem na prática os desafios reais de uma operação logística

 

A FM Logistic, uma das principais especialistas em Supply Chain do mundo, abre as portas da sua operação para alunos de diversas graduações das principais universidades do País. A Companhia, que irá completar seu segundo ano no Brasil, investe em iniciativas sociais e de compartilhamento de conhecimento. O objetivo das visitas é proporcionar para os alunos a experiência in loco do funcionamento de uma operação logística.

 

O projeto não se resume à operação em Canoas, ele ocorre, também, nas outras unidades da Companhia. "As visitas têm sido um grande sucesso. Recebemos três grupos por mês em média, em horários e dias variados, com turmas de no máximo 30 alunos para que eles consigam ter o acompanhamento adequado durante o período de visitação e aprendizado", diz Silvio José dos Santos, gerente do centro de distribuição da FM Logistic em Canoas.

 

Estudantes cursando graduação superior em áreas correlatas à logística, como Administração, são o principal público dessas ações. No último dia 11, o centro de distribuição em Canoas recebeu alunos da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). A instituição, localizada em São Leopoldo, região vizinha à empresa, trouxe para a companhia os seus alunos de Comércio Exterior, a fim de detalhar na prática os conhecimentos adquiridos na disciplina de Logística. "Acreditamos que essas visitas monitoradas agregam muito valor ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes e que essas experiências impactarão positivamente na trajetória profissional futura desses jovens", afirma Dr. Rafael Mozart, professor da Unisinos.

 

As visitas começam com uma apresentação sobre a FM Logistic, na qual os alunos conhecem toda a história da empresa, desde sua fundação, passando pela carteira de clientes e seus principais serviços. São exibidos ainda dois vídeos corporativos, com mais detalhes sobre a empresa e abordando as ações desenvolvidas nos outros países em que opera. Após as explicações institucionais, os visitantes fazem uma visita guiada pela operação, com a supervisão de colaboradores da área comercial e por técnicos de segurança. Nessa fase, podem conhecer de perto as docas e as estruturas de armazenagem. No encerramento da visita, os estudantes podem fazer perguntas e tirar suas dúvidas. Também levam para casa uma edição do jornal interno da companhia.

 

"Os alunos ficam encantados com a dimensão e a complexidade de uma operação real como as que podem acompanhar aqui na FM Logistic. Estamos muito contentes com os resultados até aqui, o que nos motiva ainda mais a seguir com o projeto", ressalta Silvio.

 

Sobre a FM Logistic


A FM Logistic oferece soluções de alto desempenho para logísticas complexas e atende seus clientes com eficiência e excelência. Atuando de forma sustentável e socialmente responsável nos 12 países em que está presente, a FM Logistic é referência internacional na prestação de serviços de armazenagem, co-packing, cadeia de suprimentos e transporte. No Brasil, são 1.315 colaboradores operando nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul com supply chain eficiente e soluções personalizadas para os setores de alimentação, cosméticos, indústria automobilística, higiene pessoal, alta tecnologia e gigantes do varejo. Iniciou suas atividades no País em 2013 e nos últimos meses mobilizou um grupo de colaboradores para auxiliar como voluntários nos trabalhos da APAE de Barueri e criou o projeto Luz na escuridão em parceria com a escola de música da Associação Cultural Promoart. De perfil inovador, a empresa continuará investindo em tecnologia em 2015 com a implantação do processo FMOP (Fast Multi Order Process) e com o ingresso no segmento de transportes, ampliando sua linha de negócios no País. Expertise de décadas a serviço do desenvolvimento do Brasil.

 

 

 Fonte: PLANIN - Communications Department and Press 

Confenar firma parceria com CTZ Telecom


Confenar firma parceria com CTZ Telecom


Associação permitirá a criação da "Rede de Voz Confenar" para oferecer às revendas baixo custo em ligações

 

Engajada em reforçar as ofertas de benefícios para parceiros e revendas associadas, a Confenar (Confederação Nacional das Revendas da Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) anuncia a parceria com a CTZ Telecom, empresa especializada em telecomunicações, que oferece soluções de Telefonia IP e Soluções Corporativas.


Com a nova associação, as revendas Confenar poderão usufruir de um sistema baseado em Telefonia IP, ou seja, comunicação de voz sobre um link de dados. De fácil instalação, o sistema pode ser integrado a um ponto de rede ou a um PABX comum.


"Com novas tecnologias e soluções corporativas, nosso objetivo com esta parceria, é proporcionar redução de custo e maior produtividade no segmento de comunicações proporcionando ligações com tarifa reduzida ou zero a todos os parceiros que se integrarem ao sistema, sejam eles revendedores, distribuidores ou fornecedores. Com a CTZ Telecom, a economia no serviço de ligações pode chegar a 60%, o que reduz os gastos com os serviços de telefonia de nossas associadas", afirma Nino Anele, executivo da área de Negócios e Parcerias da Confenar.


A integração do sistema entre as revendas permitirá que as ligações de CTZphone para CTZphone sejam realizadas a custo zero, independente do tempo de duração da chamada ou do destino da ligação. É possível, ainda, a customização das plataformas, agregando diferenciais como salas de conferência, envio de SMS e mobilidade com utilização de softphones, aparelhos utilizados para conversas via VoIP/telefone e  que possibilitam a migração do ramal da revenda para o smartphone.


"Estamos muito contentes com mais uma parceria de sucesso", diz Nino.


Para mais informações, acesse www.confenar.com.br

 


Números Confenar

A Confenar possui mais de 120 revendas afiliadas e mais de 1.000 empresários ligados à rede. A Confederação gera 23.000 empregos diretos e cerca de 70.000 indiretos, além de prestar atendimento a cerca de 1 milhão de pontos de venda em todo o País.

Juntas, as Revendas filiadas faturam mais de R$ 12,2 bilhões ao ano e possuem uma das maiores frotas de distribuição do Brasil, com 13.430 veículos.

Desses veículos, 8.200 são caminhões, 2.500 caminhões de puxada (transferência de produtos da fábrica para a Revenda), 4.300 caminhões de entrega, 1.400 caminhões terceirizados, 2.000 motos, 2.600 automóveis/utilitários, 2.300 veículos leves e 630 empilhadeiras;

A Confenar investe, anualmente, mais de R$ 15 milhões em autopeças, R$ 4 milhões em uniformes, R$ 30 milhões em seguros, R$ 3 milhões em treinamento, entre outros.As frotas têm consumo anual de R$ 210 milhões em óleo diesel (combustível e lubrificante) e R$ 12 milhões em pneus.

 

 

 

Sobre a Confenar

A Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) representa todas as empresas revendedoras dos produtos Ambev. Criada em janeiro de 2003, é hoje a maior rede de distribuição de bebidas do País. Entre suas iniciativas destacam-se a otimização das atividades do segmento, a garantia da sua representatividade e a geração de negócios que beneficiem os revendedores associados. Juntas, as revendas Confenar são responsáveis por uma das maiores frotas de veículos do País e por uma das mais complexas e eficientes operações de logística de distribuição do mundo.


Fonte:  PLANIN – Assessoria de Imprensa da Confenar


sábado, 20 de junho de 2015

Nota: CRA-RJ promoveu o segundo Encontro de Administradores de Logística


O Conselho Regional de Administração promoveu no dia 10 de junho por meio da Comissão de Logística o II Encontro de Administradores de Logística.  Com o tema "Logística, Infraestrutura, pessoas, processos, tecnologia e tendências" o evento contou com seis palestras que discutiram pontos cruciais dentro da logística.

O superintendente do CRA-RJ, Adm. Leonardo Fuerth, foi o responsável pela abertura falando sobre a importância da discussão para profissionais e estudantes de Administração.

Iniciando a primeira parte do II Elog, o primeiro palestrante do dia foi o superintendente de Logística de Cargas da Secretaria de Transportes do Rio de Janeiro, Eduardo Duprat F. de Melo, que apresentou a palestra "A competitividade da Plataforma Logística do Estado do Rio de Janeiro".

Duprat falou sobre projetos de logística no transporte de exportação do estado, modelagem e fluxos de trânsito em rodovias e mostrou que todo planejamento não depende apenas dos Administradores, mas também, dos usuários da rodovia.

"Esse levantamento é muito importante até para se conversar com as prefeituras, a via é responsabilidade do prefeito e pedimos esse tipo de comprometimento, para liberação da via para o seu real uso", declarou.

O Gerente Regional da Getran Geranciamento de Riscos, Altieli Freire, foi o responsável por ministrar a segunda palestra do dia com tema "Tecnologias de rastreamento e Gerenciamento de riscos como ferramentas na prevenção de perdas no transporte rodoviário de cargas."

Em sua exposição Altieli falou sobre os riscos em transportes de cargas, do crescimento dos roubos de cargas em rodovias pelo Brasil e também das medidas de segurança na área tecnológica, como o uso de GPS, computadores de bordos, controle de rotas e velocidade, travas de segurança, entre outros equipamentos que dificultam o roubo ou perda das cargas.

Na sequência, o Coordenador da Comissão de Logística do CRA-RJ, Helio Meirim, apresentou o tema "Pessoas, Processos e Tecnologia".

Meirim falou da necessidade de mudança no jeito de fazer Logística e destacou a importância do bom relacionamento entre pessoas dentro de uma organização, do trabalho em equipe e da manutenção dos processos dentro da gestão logística.

"Para que você seja bem sucedido na gestão logística além de precisar atrair boas pessoas para trabalhar com você é essencial estar atento a questão dos processos. A logística é a atividade que busca a otimização dos fluxos de matérias, informações e pessoas e por isso os processos dentro dessa atividade são elementares" explicou.

A segunda parte do II ELOG contou com outras três palestras.  A quarta apresentação do dia foi ministrada pela Consultora Empresarial em Desenvolvimento Gerenciar em Recursos Humanos, Rejane Santos com tema "O Perfil do Profissional de Recursos Humanos em atividades Logísticas".

Falando sobre a dessincronizarão entre a velocidade com que as tecnologias avançam e o tempo que o profissional tem para se adaptar as mudanças a palestrante destacou e desenvolveu junto ao público o conceito de algumas competências necessárias para o profissional de RH nas atividades logísticas.

"Inovação, gosto pelo aprendizado, equilíbrio emocional, dominar as relações interpessoais, concorrência, entender a visão global e as tecnologias e acima de tudo ter energia para automotivar. Tentei resumir essas competências que considerei principais para que a gente possa sobreviver com um pouco mais de vitalidade", explicou Rejane.

O especialista em logística, Rafael Tavares, falou sobre "A Logística no e-comerce" apresentando aspectos mercadológicos e os desafios da estruturação operacional na logística do comércio eletrônico, dando dicas aos participantes da palestra.

"Esse mercado eletrônico é altamente dinâmico e tudo muda o tempo todo com uma velocidade incrível. Por isso é importante ter noção dos aspectos mercadológicos e principalmente ter estratégias e planejamentos na gestão operacional de todo o processo logístico" declarou.

Fechando o ciclo de palestras do evento o Adm. Edison Sanromã apresentou a palestra "Logística Reversa: Logística de resíduos na Cidade do Rio de Janeiro, com foco na Logística Reversa da Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos", na qual falou sobre medidas de cunho sustentável dentro das ações logísticas de uma entidade.

"Hoje a temos uma exigência legal pela nova lei política de fazer essa logística reversa. Mas a interpretação da lei mostra que não é que a empresa tenha literalmente trazer de volta resíduos, e sim, de alguma forma, fomentar que o resultado de resíduos retorne de alguma forma para a indústria" explicou.

Tanto na parte da manhã, quanto na parte da tarde os palestrantes participaram de uma mesa redonda e esclareceram dúvidas de cerca de 100 profissionais e estudantes, que estiveram presentes ao evento.

Read more at http://www.cra-rj.adm.br/cra-rj-promoveu-o-segundo-encontro-de-administradores-de-logistica/#90IWatMI0yjgTVUZ.99

Fonte: hrmlogistica.wordpress.com

Artigo: Crise impacta transportadoras de cargas


 O setor de transporte de cargas de Minas Gerais está encolhendo diante da retração da economia nacional, especialmente da atividade industrial. Além de conviver com a baixa demanda, as transportadoras não conseguem repassar o aumento dos custos para o preço do frete sob risco de "perder o trabalho", o que já leva algumas empresas a paralisarem as operações. O resultado são demissões, que neste ano já chegam a 20% do que o segmento empregava no mesmo período de 2014."Sem dúvida, quando a economia para, o transporte de cargas também para. Estamos sentindo demais a retração da economia, principalmente da indústria, e isso já vem desde o ano passado", afirmou o presidente da Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Fetcemg), Vander Francisco Costa.

Segundo ele, o momento não é favorável ao repasse do aumento de custos para o preço do frete. "Reduzir as margens de lucro é uma alternativa sim, mas é preferível ficar parado do que ter prejuízo e algumas empresas já paralisaram as operações. Difícil mensurar, mas já estão ocorrendo demissões e elas chegam a 20% do efetivo do setor", pontuou.

Só para se ter uma ideia, de acordo com a última pesquisa da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), divulgada no fim de fevereiro, o preço do frete no país está pelo menos 14% abaixo do custo mínimo para se fazer o transporte, considerando mão de obra e combustível, especialmente.

A situação também está levando à perda de receita das empresas transportadoras. Conforme o presidente da Fetcemg, o faturamento do setor em Minas Gerais já caiu pelo menos 15% na comparação dos primeiros cinco meses deste ano contra o mesmo intervalo do exercício passado.

Tudo isso levou o setor a não só perder a capacidade de fazer aportes na renovação ou ampliação da frota, como a desinvestir. "Não tem movimento para pagar as compras de caminhões que foram feitas há dois ou três anos e vender esses veículos, o que seria uma opção para honrar os financiamentos, está muito difícil", ressaltou.

Em função disso, Costa revelou que o setor está tentando negociar com o governo federal uma forma de aumentar o prazo de carência dos financiamentos de caminhões feitos no âmbito do Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Até agora, nada foi decidido.

"Não tenho dúvidas de que o setor está passando por um desinvestimento para se adequar ao tamanho do mercado. O governo tem que rever esta política de aumento da carga tributária e corte de investimentos. São os investimentos em infraestrutura que vão gerar trabalho, renda e fazer a economia girar", avaliou.

Margem insuficiente – Para o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Minas Gerais (Setcemg), Paulo Sérgio Ribeiro, a situação crítica que o setor enfrenta se deve basicamente à queda generalizada da demanda e a incapacidade de praticar preços que permitam às empresas ter uma margem suficiente para operar sem prejuízo.

"O setor precisa repassar os custos e não está conseguindo. Ao mesmo tempo que estamos vivendo com preços (de frete) irreais, a pressão sobre os custos aumenta. As demissões já estão acontecendo e vão se agravar. As empresas estão diminuindo de tamanho e algumas estão sem condições de operar", advertiu.

Para Ribeiro, que também é proprietário da Tora Logística Armazéns e Terminais Multimodais, sediada em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o setor está à mercê da economia. "Por parte dos governos, não vejo medidas que possam ajudar o setor", frisou.

Fonte: http://www.portalntc.org.br/rodoviario/crise-impacta-transportadoras-de-cargas/55795



"O BRASIL PRECISA DE ABRALOG"