LOGISTICS

LOGISTICS
Movimento Eficiente !!!

Logisticamente Antenado Headline Animator

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Artigo: Varejo e Logística

GPA investe R$ 38 milhões em logística para lojas compactas

 

A rede varejista avançou mais um passo em sua estratégia de expandir o modelo de lojas de vizinhança – que prevê a abertura de 350 unidades Minimercado Extra e Minuto Pão de Açúcar até 2016. O grupo investiu R$ 38 milhões na instalação de um centro de distribuição, situado na capital paulista e que entrou em operação na semana passada.

O GPA tem como meta investir até R$ 2 bilhões neste ano. Considerando que o investimento médio por loja é de R$ 700 mil e a meta do grupo é abrir 103 lojas em 2014, a companhia investirá no ano em torno de R$ 72 milhões na abertura de lojas de vizinhança. Incluindo o novo centro de distribuição, os aportes no modelo de proximidade somam R$ 110 milhões.

O novo centro de distribuição abastecerá as redes Minimercado Extra e Minuto Pão de Açúcar, que atualmente somam 210 unidades no Estado de São Paulo e são abastecidas por outros quatro centros de distribuição do GPA. No primeiro semestre, o Minimercado Extra apresentava crescimento acelerado em receita líquida, de 54%, para R$ 290 milhões.

Peter Estermann, vice-presidente de logística do GPA, disse que a mudança no formato logístico proporcionará uma redução de 20% nos custos de logística dessas redes. "O novo centro foi planejado para abastecer todas as 350 lojas do modelo de proximidade que serão abertas até 2016", disse. Neste ano, o GPA abriu 56 lojas de proximidade e planeja fechar o ano com 103 novas unidades, totalizando 250 pontos de venda. "Vamos praticamente abrir duas lojas por dia útil até o fim do ano", disse.

Neste ano, o foco de expansão está em cidades de grande porte no Estado de São Paulo. Mas o grupo planeja levar o modelo de proximidade para outros Estados. Renato Giarola, diretor-executivo do modelo de proximidade do GPA, disse que a companhia avalia abrir lojas no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Nordeste. "Em alguns Estados o processo já está bastante avançado", disse o executivo, sem dar mais detalhes. Também está nos planos do grupo expandir a operação da rede Assaí. Estermann acrescentou que o grupo vai investir em novos centros de distribuição nos Estados onde forem implantadas novas lojas.

O novo centro de distribuição ocupa uma área de 56 mil metros quadrados e atende atualmente 25 lojas. A expectativa da companhia é chegar a 100% das unidades até 10 de novembro. Antes da abertura do centro de distribuição, as lojas de proximidade eram atendidas por centros voltados para hipermercados e supermercados, que eram especializados por áreas, como frigorífico, hortaliças e frutas, mercearia e outros itens. "Em uma semana, um minimercado recebe 20 entregas. Com a mudança, a loja passa a receber um caminhão por dia", afirmou Giarola.

De acordo com o executivo, o centro de distribuição pertence ao GPA, enquanto o transporte para as lojas é feito por transportadoras terceirizadas. Para tornar mais ágil a separação de itens, o grupo adotou uma tecnologia de reconhecimento de voz que permite ao funcionário "ditar" a lista de produtos por loja. Os responsáveis pela separação colocam os itens em uma esteira automatizada, que encaminha os produtos para o encaixotamento. Essa tecnologia, segundo Estermann, será adotada em outros centros de distribuição.

Fonte: Valor Econômico

sábado, 18 de outubro de 2014

Estratégia Ambev

Ambev deve reduzir gastos com transporte em 20% com frota compartilhada


A empresa espera alcançar a economia neste ano, em relação a 2013. No programa de compartilhamento de frota, em vez de retornarem vazios para as fábricas, os caminhões são carregados com produtos de empresas parceiras, compartilhando os custos.

A Ambev fechou acordo com a fabricante de condimentos Heinz e a Stora Enso, produtora de papel, chegando a um total de oito companhias com as quais faz o compartilhamento de frota em 15 Estados. A lista atual das parceiras inclui Unilever, JBS, J. Macêdo, BRF, PepsiCo e Fiat, e outras três devem ser incluídas ainda neste ano.

A economia de óleo diesel no ano para a Ambev, em função desse compartilhamento, está estimada em 6 milhões de litros. Considerando o preço médio do combustível divulgado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), de R$ 2,50 o litro, redução de custos chega a aproximadamente R$ 15 milhões. A Ambev não divulga qual é o seu consumo total de diesel no ano, nem os gastos da companhia nessa área.


A redução estimada de 20% de custos deve-se também a uma reorganização da logística da companhia, segundo Pablo Vieira, diretor de logística primária da Ambev.

O benefício também é ambiental. De acordo com o executivo, a Ambev realiza duas mil viagens compartilhadas por mês e tem como previsão reduzir as emissões de poluentes em 18 mil toneladas de gás carbônico. De janeiro a julho, a companhia contabilizou uma economia de 1,5 milhão de litros de diesel e redução de 4,6 mil toneladas nas emissões de gás carbônico.

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Artigo: Governo busca licença para expansão do porto do Pecém

A Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) iniciou as tratativas com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o licenciamento ambiental da terceira ampliação do Porto do Pecém, que vai dotar o terminal portuário da infraestrutura necessária para a refinaria Premium II. De acordo com o titular da pasta, Adail Fontenele, está sendo solicitado ao órgão, no momento, o termo de referência para a obra.
O termo de referência tem como objetivo determinar a abrangência, os procedimentos e os critérios gerais para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima) para a obra no porto, documentos necessários para solicitar a Licença Prévia do empreendimento. "Tô pedindo o termo de referência para poder contratar o EIA/Rima e, depois, poder licitar a obra", explica.
A terceira etapa de expansão do Porto do Pecém está, inicialmente, orçada em R$ 1,3 bilhão. As novas obras preveem a criação de um quebra-mar com cerca de 2.800 metros, estrutura que permitirá a instalação de cinco berços para atender à futura refinaria de petróleo Premium II e dois berços para utilização da ferrovia Nova Transnordestina.
Píer
Atualmente, estão sendo elaborados os projetos executivos dos píeres. O projeto executivo do novo quebra-mar já está concluído. A previsão inicial do governo era de que estas obras começassem no início de 2015, com a expectativa de gerar 15 mil empregos diretos e indiretos durante todo o processo.
O licenciamento por parte do Ibama foi o principal motivo para o atraso da segunda ampliação do terminal portuário, cujas obras estão em curso. Após quase dois anos de espera, o Ibama autorizou este serviço em novembro do ano passado.
Esta segunda etapa prevê uma nova ponte de acesso ao quebra-mar existente, com ampliação deste quebra-mar e pavimentação sobre ele, alargamento da ponte e construção de três novos berços, sendo dois para a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e um para a ferrovia Nova Transnordestina. A expectativa, aponta Fontenele, é que a ferrovia já esteja levando produtos a este berço no primeiro semestre de 2016.
Fonte: Diário do Nordeste (CE)/Sérgio de Sousa

Artigo: Oportunidade de negócios bilionária: construindo a cadeia de suprimentos sustentável

A sustentabilidade não é mais vista como um custo adicional, mas sim uma oportunidade de criar valor
A cadeia de suprimentos sustentável revelou-se como uma oportunidade inexplorada para capturar valor e gerar receitas superiores, de acordo com um novo documento técnico divulgado. Enquanto, antigamente, a cadeia de suprimentos era o elo mais fraco do ponto de vista da sustentabilidade, a nova cadeia de suprimentos sustentável, de ciclo fechado, é um imperativo de negócios que pode reduzir as emissões de carbono, proporcionar reduções significativas de custos e melhorar o favorecimento entre os consumidores.
“Fechando o ciclo: construindo a cadeia de suprimentos sustentável” é o novo documento técnico de Lisa Harrington, presidente do Grupo Lharrington LLC, encomendado pela DHL, empresa de logística líder mundial. Isso justifica o fato de as empresas pensarem de forma diferente sobre suas cadeias de suprimentos e “custos” relacionados e se tornarem ecologicamente corretas. O artigo argumenta que as empresas que aplicam melhores práticas de negócios, tal como uma das líderes mundiais do mercado de consumo, reportam redução de custos de quase US$ 1 bilhão, resultante de sua cadeia de suprimentos sustentável, uma vez que não percebem a sustentabilidade como um custo adicional, mas sim como uma oportunidade de criar valor.

Lisa acredita que uma grande mudança de atitude está acontecendo em todos os setores. Os equívocos de que ser “ecologicamente correto” significa ter custos mais elevados já pertencem ao passado. Quando o modelo de cadeia de suprimentos sustentável é executado corretamente, as empresas capitalizam em aumentos de receita e elogios sociais dos clientes, ao mesmo tempo garantindo que suas operações estejam de acordo com as medidas de conformidade exigidas.

“A receita do sucesso é aplicar, corretamente, os quatro princípios fundamentais: reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar. A redução está relacionada com a eliminação de resíduos, gerando eficiência; a reutilização envolve a remodelagem do produto; a reciclagem significa garantir que seus resíduos gerados se transformem em oportunidade, e a recuperação é o processo de decompor produtos, que estão no fim de sua vida útil, para capturar valores residuais, como os metais preciosos”, afirma.

Diante de tendências de mercado, como a pressão crescente do consumidor, a necessidade de melhorar a eficiência e reduzir os custos, a forte exigência com a conformidade e a elevação das expectativas de responsabilidade social, as empresas estão reavaliando sua abordagem de gestão da cadeia de suprimentos sustentável. As empresas líderes estão criando valor por meio da modificação de suas cadeias de suprimentos, para gerenciar suas principais entradas e saídas, como energia, carbono, água, materiais e resíduos, de forma a reduzir os impactos ambientais da empresa e gerar novas fontes de receita, a partir de seus resíduos.

O documento técnico identifica as soluções que permitirão às empresas implementar os quatro princípios fundamentais da cadeia de suprimentos sustentável. Um Parceiro Ambiental Estratégico (Lead Environmental Partner (LEP)) cumpre a função de torre de controle, monitorando os fluxos normais e reversos da cadeia de suprimentos para identificar oportunidades que possam proporcionar benefícios ambientais e econômicos aos negócios. A próxima solução é a abordagem de gestão da cadeia de suprimentos em ciclo fechado, que integra a reciclagem de resíduos, a recuperação de valor e o cumprimento de normas de proteção ambiental, por meio de um Parceiro Ambiental Estratégico, que gerencia a coleta, a separação e a reciclagem dos fluxos de resíduos. Por fim, o LEP fornece visibilidade, mediante relatórios de emissão de carbono detalhados, que permitem acompanhar o progresso de uma gestão aprimorada.

Chris Jackson, vice-presidente de Soluções Ambientais da DHL Supply Chain, defende que a cadeia de suprimentos sustentável tornou-se, rapidamente, uma oportunidade e necessidade para as empresas. As companhias que têm demonstrado aplicar as melhores práticas de mercado estão reduzindo seus custos e economizando milhões, ao mesmo tempo garantindo que seus negócios respeitem os padrões de medidas de conformidade atuais, que podem gerar sérios danos quando não são cumpridos.

“O LEP ajuda a ampliar, ainda mais, a redução de custos, com sua capacidade de atuar como um único fornecedor para a gestão de resíduos de uma empresa, garantindo que as melhores taxas de reciclagem possíveis sejam alcançadas e que o processo seja o mais simples possível. Por exemplo, atualmente, a abordagem integrada de parceria está na vanguarda da gestão de resíduos com empresas, recebendo seus embarques e tendo seus resíduos recicláveis coletados pelo mesmo veículo. Ter um parceiro que possa cumprir essa função poupa centenas de milhares de dólares para a empresa em impostos para aterros sanitários, além de reduzir, significativamente, as emissões de carbono”, completa o executivo.

Fonte: Site Revista Mundo Logística

Artigo: FM Logistic aposta na flexibilidade pela inovação


Otimização da preparação de múltiplos pedidos

No centro da armazenagem, a preparação de pedidos é uma das etapas mais delicadas. Segundo um estudo que abrange dezenas de sites, ela representaria, em média, mais da metade das horas trabalhadas. Para otimizar os tempos de deslocamento dos preparadores, principalmente para pedidos pequenos, recorre-se, frequentemente, às missões de picking (coleta) de multi-commands (múltiplos pedidos) ou multi-supports (múltiplos suportes), normalmente chamadas Picking Multi Order (PMO).

Mais produtivo para pedidos de pequeno porte, esse processo é complexo e pode, às vezes, gerar problemas de qualidade: um produto é colocado em um suporte errado e um pedido errado é enviado.

Para a FM Logistic, especialista em Supply Chain, a busca de ganhos de produtividade, que incita o desenvolvimento da PMO, não pode ser feita em detrimento da qualidade do serviço. Para liberar-se das exigências ligadas à preparação dos múltiplos pedidos, a FM Logistic e seu sócio Balea chegaram à solução Put to Light. Associando os conhecimentos do especialista de sistemas de controle em meio industrial e sócio do Grupo desde 2009 ao pragmatismo da FM Logistic, essa solução, que pode ser instalada sobre qualquer tipo de carrinho, alia adaptabilidade e flexibilidade com um ganho de qualidade e produtividade confirmado.

Uma inovação simples e flexível
O sistema Put to Light é composto de uma arca (grande caixa), equipada com uma tela luminosa, que indica ao operador a quantidade de pacotes a ser colocada e “ilumina” o suporte sobre o qual o pedido deve ser armazenado.

Adaptada à preparação de multi-pedidos, a inovação Put to Light conjuga numerosas vantagens:
- Adaptável, a arca é uma solução universal do tipo Plug and Play, que é fixada, simplesmente, sobre a plataforma dos carrinhos e funciona graças a sua bateria, sem interface complexa;
- Flexível, o conceito pode receber até seis telas e sinais luminosos, segundo a necessidade, devido a um sistema de corrediças, que permite fazer evoluir a configuração, conforme os fluxos. A arca também pode ser regulada em altura para se adaptar ao tamanho dos diferentes suportes (paletes, rolls);
- Compatível com os terminais de rádio, mas também com o controle vocal, permite às plataformas, dotadas de equipamentos clássicos, otimizar os fluxos intralogísticos e a rastreabilidade das mercadorias.

Confiabilidade e ergonomia
Put to Light é um conceito em completa adequação com os modos de preparação de pedidos atuais. Graças à sua exibição dinâmica, permite suprimir as operações de identificação dos paletes e de validação, fazendo com que a fase de preparação fique mais fácil.

O controle vocal pode ser mantido. Ele completará o sistema para que se obtenha um controle sem falha. 

Resultado: o risco de erro é quase nulo, frente a uma eficiência e produtividade crescentes.

Testado durante dois meses, em uma unidade da FM Logistic, na Polônia, foi particularmente bem acolhido pelos preparadores, que enfatizaram a sua confiabilidade (posicionamento sem erro), caráter funcional (compatível com diferentes tipos de suportes) e ergonomia (menos cansaço constatado no fim do dia), para um nível de qualidade equivalente, até mesmo superior, comparado a uma solução clássica.


Fonte: “Pilotez votre plate-forme logistique”, de M. Roux e G. Fleury (2012).

Artigo:Movimentação de contêineres cresce 14,12% no porto de Fortaleza


A movimentação de contêineres pelo Porto de Fortaleza atingiu o índice de 70.265 Teus no acumulado de janeiro a setembro deste ano, uma alta de 14,12% em relação ao mesmo período do ano passado. Desse total, 41.984 Teus são de cabotagem e 28.281 Teus de longo curso.
Segundo Oswaldo Fontenele, coordenador de Gestão Portuária da CDC (Companhia Docas do Ceará), o destaque na cabotagem fica na importação de arroz oriundo dos portos do Rio Grande e São Francisco do Sul, além da exportação de sal. Já no longo curso, destaca-se a exportação de frutas (melão, melancia e banana) para a Europa e a importação de malte vindo da França e da Bélgica.
No total geral, a movimentação de cargas no Porto de Fortaleza cresceu 1,22% no acumulado de janeiro a setembro deste ano, totalizando 3.704.281,89 t, sendo 3.488.709 t no sentido importação e 215.572 t no sentido exportação. Do total de cargas movimentadas, o maior percentual continua sendo de granel líquido com 55%. Os destaques foram gasolina, diesel, petróleo cru, cimento, GLP (gás liquefeito de petróleo), querosene de aviação, álcool e óleo de palma.
O granel sólido movimentou 29%. Os itens mais movimentados na categoria foram trigo, coque de petróleo, clínquer, enxofre, fosfato e fertilizante mineral. A carga geral, da qual o contêiner faz parte, movimentou 596.002,56 toneladas, que representa 16%. Os destaques da carga geral, além dos itens já citados, foram ladrilhos, papel, tambor de freio, móveis, cera de carnaúba, castanha de caju e frango congelado.
Fonte: MidiaNews/DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Vagas no Ceará!

Para os que estão em busca de recolocação no mercado, seguem algumas vagas anunciadas pela Catho para o Estado do Ceará.


Auxiliar de Logística (10)13/10/2014
LEROY MERLINLEROY MERLIN
A Combinar
Fortaleza - CE
Responsável pelo abastecimento e reposição das mercadorias na loja, pela recepção, conferência e separação das mercadorias entregues pelos fornecedores, pela disponibilização e entrega das mercadorias aos clientes, tendo com objetivo a satisfação do ... mais

Supervisor Logístico (1)13/10/2014
Empresa Confidencial
A Combinar
Maracanau - CE
Responsável por integrar todos os processos dentro do turno, garantindo a liberação dos carregamentos para as transportadoras. Responsável pelo alinhamento entre todas as áreas, com o objetivo de garantir os prazos estabelecidos dos carregamentos. V ... mais

Gerente de Transportes (1)13/10/2014
Empresa Confidencial
A Combinar
São Luis - MA
Atuar com gestão da frota e da equipe, desenvolvendo atividades relacionada a otimização dos recursos (custo / prazo). Garantir a eficácia das entrega e a satisfação dos clientes. Gerenciar a equipe, realizar planejamento estratégico, elaborar relat ... mais

Supervisor de Logística (1)08/10/2014
M DIAS BRANCOM DIAS BRANCO
De R$ X.001,00 a R$ X.000,00
São Luis - MA
Supervisionar as atividades de logística que incluem operações de depósito em armazém, inventário de estoques, distribuição, previsão, planejamento, sistemas e faturamento. Atendimento ao cliente e compras, orientar a equipe da área nas operações di ... mais

Encarregado de Expedição (1)08/10/2014
SODINESODINE
R$ X.000,00
Fortaleza - CE
Auditar e sugerir melhorias nos procedimentos padrões (POPs) de expedição. Garantir higiene, segurança e organização da área de Expedição. Promover reuniões periódicas com a equipe de Expedição. Ser responsável pelas máquinas e equipamentos da Exped ... mais

Coordenador de Transportes (1)08/10/2014
MRH
A Combinar
Maracanau - CE
Coordenar o processo de transporte dos produtos de forma que os mesmos cheguem até o cliente na quantidade e tempo certos, realizar a gestão da equipe e garantir a qualidade e eficiência dos processos. Experiência anterior na função, vivência com ER ... mais

Gerente de Logística (1)08/10/2014
Empresa Confidencial
A Combinar
Maracanau - CE
Liderar e buscar alinhamento da sua equipe (acompanhamento, feedback, delegação, resolução de conflitos, motivação, desenvolvimento profissional). Garantir a efetiva execução dos processos de recebimento de mercadorias, estocagem, inventário, fatura ... mais



Prepare-se para as oportunidades e boa sorte!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Artigo: Centrais viram atacados

Centrais viram atacados
Por Fernando Salles - Via site SM
Centrais de negócios tornam-se atacados, montam centros de distribuição e passam a comprar com menor custo. por entregar num só local e emitir uma só nota fiscal, os fornecedores ganham eficiência e repassam isso às empresas
Cargas fechadas
Comprar da indústria grandes quantidades com um só CNPJ é um processo simples e que permite negociar bons preços para as centrais que se constituíram como empresas atacadistas. A iniciativa tem sido tratada como uma evolução natural das centrais sem fins lucrativos
Mais um caminhão chega lotado de mercadorias a um Centro de Distribuição de 2 mil m2 na cidade de São Vicente, litoral paulista, onde toda a carga será descarregada. A cena, hoje considerada comum, não ocorria até alguns anos atrás. Fechar uma carga completa da indústria não era simples para as 17 empresas, donas de 34 lojas, que compõem a central de negócios Rede Litoral, com associados na Baixada Santista e no Vale do Ribeira. O agrupamento em uma associação sem fins lucrativos, ainda na década de 90, fortaleceu as empresas, mas a virada veio mesmo há cerca de seis anos, com a decisão de transformar juridicamente a Rede Litoral em empresa atacadista. Com o CNPJ de atacado, que compra e vende produtos, veio um maior respeito por parte dos fabricantes. "O relacionamento com a indústria melhorou e hoje conseguimos bons preços", revela Omar Abdul Assaf, diretor financeiro da Rede Litoral. Em alguns casos, o preço de compra de determinados itens tornou-se 20% a 30% inferior ao praticado anteriormente, quando a distribuição dos produtos e a emissão de notas ocorriam empresa a empresa, com maior custo logístico e operacional para o fabricante. "Agora temos força para concorrer com Pão de Açúcar, Extra e Dia %", afirma o executivo. Os empresários de cada supermercado são sócios da empresa atacadista e dividem os custos da operação e da folha de pagamento dos 15 funcionários. Os bons preços negociados nas compras justificam o investimento.
Com a criação da nova figura jurídica e do Centro de Distribuição, a central também conquistou melhor nível de serviço das indústrias. Hoje, os associados contam com maior presença de promotores nas lojas e mais facilidade na troca de mercadorias.
"Juntos, os supermercados da Rede Litoral são uma vitrine para o consumidor de uma região importante, que recebe turistas de diversas partes do Brasil", afirma Assaf. "Se os fornecedores não venderem para esse grupo, sabem que poderão perder espaço para outras indústrias", afirma.
Os supermercados associados à Rede Litoral somaram em 2013 cerca de R$ 600 milhões em vendas, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Elevar as vendas em dois dígitos tem sido regra nos últimos anos.
No interior paulista, a Rede Forte é outro exemplo de central que começou como associação sem fins lucrativos e optou por constituir CNPJ de empresa atacadista, tendo os supermercadistas associados como sócios – são 5 empresas donas de 13 lojas, no interior paulista e em Minas Gerais. Também para ela, foi bem mais vantajoso receber tratamento de atacadista e não de simples central de pequenos supermercados. "Antes, as indústrias ficavam com o pé atrás. Hoje, negociam em melhores condições e oferecem atendimento bem mais interessante, recorda Ronaldo Alberto Francioli, gerente de compras da Rede Forte. Cerca de 70% dos pedidos para as 11 lojas de São Paulo são feitos de forma centralizada. Desses, quase 50% são entregues no CD para depois serem distribuídos para as lojas. Os pedidos chegam faturados para a empresa atacadista, que revende para os supermercados associados. A equipe da central conhece o volume de cada item que cada loja necessita, mas tem autonomia para adquirir cargas maiores toda vez que o preço de compra se apresentar altamente vantajoso. Em média, a central consegue descontos em torno de 10%, percentual superior ao obtido antigamente, quando se faturava para cada supermercado individualmente. No depósito de mil m2, trabalham, além do gerente de compras, dois compradores, quatro funcionários administrativos e dez profissionais de logística.
Positivo também tem sido o impacto no sortimento de produtos. Algumas lojas ampliaram seu mix entre 20% e 30%, incluindo os lançamentos, que agora chegam mais rápido. Tudo porque, na condição de atacado, a empresa passou a ser atendida por um maior número de indústrias e por bem menos distribuidores, o que se tornou vantajoso. Afinal, muitos distribuidores cobravam preços elevados, o que espremia as margens de cada associado ou mesmo inviabilizava as compras. A única desvantagem é o nível de serviço oferecido pela maioria dos fornecedores. Ao contrário da Rede Litoral, a Forte nem sempre consegue repositores ou outros serviços. "Curiosamente, muitos enxergam apenas o CNPJ do atacado, sem reparar nas necessidades de cada associado", diz Ronaldo Francioli. "Mas a empresa vem trabalhando para mudar isso", acrescenta. A boa notícia é que a incidência de ruptura tem caído, melhorando os resultados dos supermercadistas. Rede Forte e Rede Litoral concordam que constituir um atacado foi uma evolução natural das centrais para ganhar maior competitividade e enfrentar a concorrência de grandes empresas. Também reforçam que os objetivos primários continuam valendo. Os supermercadistas trocam informações e compartilham boas práticas, e essa também é uma maneira de se fortalecer no mercado.

Pós Graduação em Engenharia de Suprimentos - EAD

 
Consulte seu polo.
 

Eventos Custo Logístico on-line