LOGISTICS

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Post: Greve dos caminhoneiros.

E o Brasil continua tenso...

Greve dos caminhoneiros chega ao quinto dia e, enquanto isso, o combustível sobre os impactos do aumento pela escassez e alguns suprimentos já passam por período de falta em algumas regiões.

A greve realizada pelos caminhoneiros, que já atinge onze estados, chega ao seu quarto dia, afetando a produção e o abastecimento em algumas regiões brasileiras. O movimento é reflexo do protesto contra o aumento do preço do diesel e o baixo valor dos fretes os quais os profissionais são submetidos em suas viagens.
Bom, que o Brasil possa refletir sobre esta situação e cobrar, de modo mais íntimo, um país mais justo e próspero perante as necessidades da nação (por falar nisso, você já conhece o projeto da Strada "Por um Brasil mais Justo e Próspero através da Logística"? Confira aqui).

 

Post Strada Soluções em Tecnologia

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Artigo: Soluções Logísticas

Entrega noturna é uma solução, mas há problemas

Apesar da resistência de algumas empresas demonstrarem resistência para receber no período da noite, a distribuição noturna é uma das soluções apresentadas para a problemática do tráfego

SARA MAIA

Centros de distribuições compartilhados e na parte central da cidade é uma das soluções apresentadas para o problema da logística urbana

Entre as soluções que vêm sendo adotadas para aumentar a eficiência logística estão a distribuição noturna, o monitoramento em tempo real das cargas, o planejamento por roteirização, e a criação de centros de distribuição urbanos. Para Ederson Bessa, gerente regional de logística de uma multinacional cearense, a flexibilização dos horários de entrega seria uma solução de fácil implantação, mas nem todos os estabelecimentos recebem mercadorias no período da noite. 
 

"O que pesa é a segurança. Mas, no Sul e no Sudeste, já é comum as entregas serem feitas em horário alternativo", ele diz.
 

De acordo com a pesquisa realizada por Roger Maia,  mestre em administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), apenas 17,6% das empresas com atuação na RMF adotaram a distribuição noturna. Em geral, são bares e restaurantes, mas esse tipo de operação está crescendo em outros segmentos.
 

"A maior parte das grandes redes de supermercados só quer receber até às 14h, mas acredito que a entrega noturna seja uma tendência que vai ser seguida, já que a frota só aumenta", diz Rafael Alencar, coordenador de logística de uma multinacional norte-americana."A gente já começou a fazer entrega noturna. Vale a pena".
 

Segundo a pesquisa, os clientes mais difíceis para o recebimento de mercadorias, citados pelos fornecedores, são grandes supermercados, médios supermercados, atacados, e pequenos supermercados, respectivamente. Outra opção para melhorar a eficiência logística seria o compartilhamento de processos, com duas ou mais empresas utilizando uma mesma frota de caminhões ou um mesmo centro de distribuição. Contudo, Maia verificou no seu estudo que, apesar das vantagens econômicas, muitos resistem à ideia com receio da concorrência.
 

As principais razões mencionadas pelas empresas pesquisadas para não compartilhar operações foram sigilo das informações, concorrência, dificuldades operacionais, entendem que o ganho não compensa o risco e o custo. Para Roger Maia, as empresas deveriam concorrer no atendimento ao cliente e não com os custos operacionais que, se fossem compartilhados, beneficiariam a todos. (Bruno Cabral)

 Saiba mais

 O que o estudo mostrou sobre empresas na RMF 
1. Distribuição noturna 17,6%
2. Roteirização 47,0%
3. Monitoramento da carga 82,4%
4. Centro de distribuição 100% 

Serviço

Portaria AMC Nº 218 DE 05/11/2012, que regulamenta a circulação de caminhões, com ou sem carga, nos corredores e áreas com restrição de circulação nas vias urbanas de Fortaleza
http://bit.ly/1LdUCjw 

 

Fonte: O Povo on line.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Crônica Corporativa!

A síndrome da boa notícia

Por: Rodrigo Acras
Existe uma nova doença corporativa. Seu nome é síndrome da boa notícia. Não estou ainda muito certo da sua origem nem da sua abrangência, mas sei que ela existe.

Funciona mais ou menos assim. Você ainda não tem resultados, tem apenas uma ideia de projeto, não sabe se vai funcionar ou não, quanto menos se terá o apoio necessário das diversas áreas que deverão se envolver no trabalho, mas já consegue fazer uma previsão, ainda que tosca e incompleta, dos resultados. Monta um belo power point e o apresenta para as pessoas relevantes. Pronto, a boa notícia está dada. Caso a redução no orçamento prometida, ou o aumento das receitas, ou o ganho em produtividade não se concretizem, basta encontrar o culpado (como disse o gênio Homer Simpson, "a culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser"). O que importa no final das contas é que a boa notícia já foi contabilizada no seu histórico de feitos notáveis.

É claro que essa doença só afeta as empresas que estão suscetíveis a este tipo de comportamento. Mas que características têm essas empresas? A lista pode aumentar, mas consigo distinguir 3 causa principais, a saber, a falta de visão por processos e o desalinhamento entre departamentos, a aceleração cada vez maior de carreiras e a falta de um sistema de gestão de resultados adequada.

A primeira causa é clássica e ocorre com bastante frequência. A empresa não é alinhada por processos e valoriza excessivamente os departamentos, quebrando o fluxo de agregação de valor. Um ambiente como este é perfeito para a boa notícia sem resultados efetivos. Simples, basta eu mostrar resultados possíveis na minha área que ninguém vai perguntar como fica o balanço final para a empresa, quanto menos se de fato eu fiz aquilo que prometi, até porque fica muito difícil transpor os muros dos diversos feudos para verificar se tudo funcionou de acordo. Cada um por si, ninguém pelos clientes e pelos acionistas.

Chamei de aceleração de carreiras a segunda das causas da síndrome da boa notícia. Com a chamada geração Y tomando as rédeas das empresas aos poucos, e com a aceleração cada vez maior dos mercados, carreiras muito lentas significam morte profissional. Não tenho nada contra crescer rapidamente, pelo contrário. Apenas acredito em histórias construídas com consistência e em fechamento de ciclos. E é exatamente a falta desse cuidado, associada ao desespero em escalar o organograma, que fazem com que as boas notícias, sem consequentes bons resultados, pipoquem nos canhões de projeção das salas de reuniões das empresas.

Por último a mais óbvia (e não menos comum) de todas. A falta de uma gestão de resultados adequada vem sendo tratada exaustivamente por escritores, gurus, consultores e afins. O problema é que na prática a teoria é outra, e alinhar o sistema de indicadores para corresponsabilizar todos pelo resultado final da empresa não é tão simples quanto possa parecer. Acompanhar o atingimento destes indicadores, alinhados ou não, é mais difícil ainda. O professor Falconi chama esta arte de gerenciamento pelas diretrizes, Kaplan e Norton popularizaram o balanced scorecard com a finalidade de alinhar a execução à estratégia e, falando em execução, Ram Charan em seu livro que leva esse nome nos mostra como tirar a estratégia do papel. A questão aqui é duplamente perigosa. Primeiro, indicadores não alinhados permitem que um bom resultado local possa, em alguns casos, prejudicar o resultado global. Depois, como o sistema de acompanhamento de resultados da empresa é fraco, geralmente prometer sem cumprir não traz quaisquer consequências aos pilotos dos canhões.

Tenho que enfatizar que estes três elementos, em conjunto ou isoladamente, somente podem disparar a síndrome da boa notícia se a cultura, a estrutura e, principalmente, a liderança da empresa permitirem. Infelizmente isso ocorre muito mais do que se pode imaginar, para alegria das empresas vencedoras, geralmente livres desse mal. É importante dizer o que vai fazer, até mesmo por uma questão de transparência e alinhamento. Entretanto, tão importante quanto, ou até mais, é fazer o que disse que faria. Aí sim a boa notícia é para valer, e para todos, não apenas para quem a fabricou.

Primo irmão da síndrome da boa notícia, e criado nos mesmos ambientes e pelas mesmas causas, está o desespero em se evitar as más notícias. Ainda mais perverso e danoso aos resultados do negócio. É fácil imaginar que se você está fazendo de tudo para dar a boa notícia mesmo quando ela não existe, vai se esforçar ainda mais para não dar as más notícias. Uma amiga uma vez falou que todos os problemas da vida começam muito pequenos (de problemas de saúde a guerras entre países), e só crescem se não tratados rápida e adequadamente. Em um ambiente onde as más notícias são evitadas a qualquer custo, os problemas crescem desproporcionalmente e sua capacidade de resolve-los fica cada vez mais limitada. É um dos piores venenos contra a capacidade da empresa de executar e entregar seus resultados.

A síndrome da boa notícia está aí, resta saber se terá terreno fértil para ganhar corpo na sua empresa ou não. Uma dica: quando um belo power point for apresentado, anote o resultado prometido e a data prometida de implementação. Programe sua agenda para apitar naquele dia e pergunte ao autor do projeto o que houve com ele. Se ao longo do tempo perceber que recebe mais respostas evasivas e finger pointing do que a comprovação dos resultados, a síndrome da boa notícia pegou sua empresa. Faça alguma coisa! De preferência dando o bom exemplo.

Fonte: http://vouestarexecutando.blogspot.com.br/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Artigo: O setor de transporte de cargas vai mal no Brasil... por que?

O setor de transporte de cargas vai mal no Brasil... por que?

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

 

O setor de transporte de cargas vai mal há muito tempo. Desde meados da década de 90, com a ocorrência de profundas mudanças sócio econômicas, as Transportadoras vêm enfrentando grandes dificuldades.

 

Muitas Transporadoras acreditavam no seu glorioso passado, mas infelizmente não vimos concretizar a crença de que o sucesso passado garantiria um futuro promissor.

 

Hoje, diante de tantas dificuldades, muitos (não todos) empresários e profissionais do setor de transportes procuram identificar e crucificar os culpados. Nessa incansável busca pelos responsáveis, acabam desviando seu foco, como argumentarei abaixo.

 

Muitos entendem que fatores externos são os grandes responsáveis pela derrocada do setor. Atribuem as mazelas à falta de infraestrutura, culpando as estradas esburacadas, as ruas congestionadas, os excessivos gastos com pedágios, etc.

 

Outros complementam, acrescentando ainda a questão tributária, à indisponibilidade e à baixa qualidade da mão de obra, ao aumento dos custos com combustíveis, às multas excessivas, à falta de segurança e ao excesso do roubo de cargas, etc.

 

Alguns culpam a concorrência predatória e inescrupulosa. Que milagre estariam fazendo essas empresas para propor preços tão pouco competitivos na visão das Transportadoras?

 

Uma linha mais recente, aponta para os Clientes. Segundo alguns profissonais do setor, os Clientes são os grandes responsáveis por tudo de ruim que está acontecendo. Não há dúvida alguma que caminhões parados por horas e horas custam caro. Não há dúvida que longos prazos para pagamento sobrecarregam o fluxo de caixa das Transportadoras. Não há dúvida que embalagens ruins são mais suscetíveis a avarias. Mas, peraí, estaria o Transportador obrigado a trabalhar para essa extensa lista de clientes incompetentes? Ou sequer sabe ele, que esse Cliente mais lhe causa prejuízos do que lhe proporciona algum retorno? Ou pior ainda, sabe de tudo isso, mas insiste em mantê-lo!

 

Não há dúvida de que todos esses fatores realmente influenciam o setor. Mas, poucos, infelizmente, olham para dentro de suas empresas. Será que pararam para analisar que muitas Transportadoras sequer sabem calcular seus custos. E se não sabem calcular seus custos, como elaboram seus preços? Resumindo, como ganham dinheiro? Na tentativa e erro?

 

Será que perceberam, que em muitos casos, o caminhão, ao invés de se tornar um meio de ganhar dinheiro, na verdade, se transformou na única finalidade de muitas empresas? Quantas transportadoras optaram por renovar e ampliar suas frotas sem ter uma contrapartida garantida de serviços realmente rentáveis? Quantas não compraram caminhões simplesmente por comprar, motivadas por taxas atraentes, planos de longo prazo, vendedores ardilosos, etc?

 

E pior. Não hesitam em gastar R$ 500 mil em um caminhão, mas esbravejam ao ter que investir R$ 500 em um treinamento ou R$ 5.000 na contratação de um profissional diferenciado!

 

Quantas transportadoras permitiram que cargos estratégicos e técnicos fossem ocupados por parentes incompetentes e sanguessugas? Sim, esses mesmos parentes que ao perceberem que a vaca está indo para o brejo, serão os primeiros a cairem fora!

 

E o que falar de muitos sindicatos de transporte (não todos) que se transformaram em verdadeiros salões de beleza ou em passarelas para o desfile de belas modelos? Nunca se mentiu tanto na história deste país nas reuniões de muitos sindicatos. Enquanto mentem, fofocam e festejam, suas empresas perdem dinheiro! Afinal, quanto custa uma hora parada de um cavalo mecânico e de um semirreboque? Imagine se for um bitrem, rodotrem ou tritrem?

 

Não vamos generalizar obviamente, pois existe muita gente boa no comando das empresas nesse setor. Gente com visão, com atitude, com coragem, que investiu pesado em sua empresa, de forma quantitativa e qualitativa. Esses sim, podem, de verdade, reclamar de algumas coisas que fugiram de seu alcance. Podem questionar a ação dos desmoralizados e inócuos órgãos públicos. Podem até criticar seus Clientes (ou atualmente ex-Clientes), pois têm, em detalhes, o quanto custa ou custou a ineficiência operacional, que provavelmente não conseguiu repassar ao preço.

 

É claro que a corrupção da máquina estatal atinge o setor. É óbvio que a péssima gestão do setor público interfere nos resultados das transportadoras. Mas antes de culpar ciclano ou beltrano, vamos fazer a nossa lição de casa, isto é, se ainda houver tempo, pois presenciaremos, nos próximos 5 a 10 anos, o desaparecimento de verdadeiros ícones do setor. E olha que acredito estar sendo otimista com o prazo!

 

Não vai ser fácil. Nunca vai ser fácil. E não é para ninguém. Não é para o setor de calçados, nem para o setor têxtil, por exemplo, que batem de frente com produtos chineses. Mas vemos no nosso país exemplos muito bem sucedidos como Hering, Malwee, Marisol, Dudalina, Grendene, Arezzo, Alpargatas etc. Não é fácil para a Embraer, uma belíssima multinacional brasileira do setor aeronáutico, que luta pelo seu espaço entre gigantes como Airbus, Boeing, Bombardier, etc. Por que seria fácil para as Transportadoras?

 

Na prática, são todos hérois; alguns bem sucedidos, outros mal sucedidos. Foram heróicos ao insistir, ao acreditar, ao lutar, mas erram em querer atribuir todos os seus problemas aos fatores externos; sobre eles, não temos ação alguma; não depende de nós. Erram ao agir de forma passiva ou ao não enxergar os problemas internos.

 

Se não vai fazer nada e se vai ficar lamentando, é melhor sair! Dê espaço para gente competente. Se vai ficar, lute. Lute de forma inteligente. Só não fique parado. A inércia emburrece e mata!

 

Desculpe o desabafo e a franqueza, mas precisamos, definitivamente, melhorar a gestão das Transportadoras. Em paralelo, vamos continuar protestando, tentando, através dos meios corretos, conscientizar a sociedade e o poder público da importância que o setor de transporte de cargas tem para um país com dimensões gigantescas como o Brasil. A missão é árdua e longa!

 

Bom trabalho!

 

 

Agenda de Cursos 2015 - 1º Trimestre

TIGERLOG CONSULTORIA E TREINAMENTO EM LOGÍSTICA LTDA

 

Nos valores abaixo já estão inclusos o valor do IRRF, de 1,5%.

 

Curso

Data

Cidade /UF

Hotel

Preço

Melhores Práticas na Acuracidade de Estoques

Técnicas para Inventário Geral e Rotativo

03/02

(terça)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 750,00

Gestão de Custos Logísticos

04/02

(quarta)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 750,00

Excelência na Gestão Comercial em Prestadores de Serviços em Logística e  Transportes

03 e 04/02

(terça e quarta)

18:00 h - 22:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 720,00

Gestão da Atividade de Prevenção de Perdas no Transporte de Cargas - Como Reduzir e Controlar Avarias, Furtos e Extravios

23/02

(segunda)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Ibirapuera

R$ 750,00

Indicadores de Desempenho, Benchmarking e

Balanced Scorecard aplicados à Logística

24/02

(terça)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Ibirapuera

R$ 750,00

Gestão da Operação de Transportes

PCOT – Planejamento e Controle da Operação de Transportes

04/03

(quarta)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 750,00

Gestão de Alta Performance em Armazéns

05/03

(quinta)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 750,00

Custeio e Formação de Preços

para Carga Lotação e Fracionada

04 e 05/03

(quarta e quinta)

18:00 h - 22:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 720,00

Programação e Controle da Produção (PPCP) e Gerenciamento de Estoques

16 e 17/03 (segunda e terça)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Privilege Moema

R$ 1.250,00

Microsoft Excel aplicado à Logística

Nível Intermediário

21/03

(sábado)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Ibirapuera

R$ 600,00

Melhores Práticas na Gestão de Itens MRO (Manutenção, Reparos e Suprimentos Operacionais)

28/03

(sábado)

08:00 h - 17:00 h

São Paulo, SP

Mercure Ibirapuera

R$ 750,00

Inscrições através de treinamento@tigerlog.com.br .

 

 



sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Nova operação estratégica da Penske Logistics

Por: Ana Maria - Porter Novelli Internacional



Penske Logistics inicia Operação Estratégica na Região Sudeste com a Midea Carrier


São Paulo, 16 de dezembro de 2014 – Penske Logistics iniciou o Gerenciamento do novo Centro de Distribuição Estratégico da Região Sudeste da Midea Carrier ABC JV, maior fabricante de condicionadores de ar da América Latina e que possui duas fábricas no Brasil.

 

Localizada em Cajamar, a 40 quilômetros de São Paulo, a unidade possui 18 mil metros quadrados e presta os serviços de armazenagem e distribuição dos produtos produzidos na fábrica da Midea Carrier em Manaus, que tem foco na fabricação de condicionadores de ar da linha residencial e micro-ondas.

 

A parceria de cinco anos firmada com a Penske Logistics contempla desde a implantação dos modelos de gestão do Centro de Distribuição de Cajamar até a coordenação das mercadorias oriundas de devolução.

 

"A parceria estabelecida com a Midea Carrier reforça a posição da Penske Logistics como especialista em serviços de armazenagem e referência para as empresas que produzem em Manaus, mas que, para fins estratégicos, precisam ter seus estoques o mais próximo de seus clientes. A profunda experiência e propriedade nos sistemas de controle atrelados ao conhecimento dos aspectos fiscais do País foram fundamentais para o sucesso deste projeto.", explica Fabrício Orrigo, Diretor Comercial da Penske Logistics no Brasil.

Para viabilizar a operação, a Penske Logistics utilizará seu sistema WMS (sistema de gerenciamento de armazém) integrado ao ERP (sistema de gestão empresarial) da Midea Carrier, oferecendo ganho de produtividade e garantia de acuracidade de estoques. A flexibilidade no desenvolvimento das interfaces entre os sistemas foi peça chave para o sucesso da implementação uma vez que a Penske Logistics desenvolve, internamente, soluções customizadas para seus clientes.

 

"O acordo com a Penske Logistics vai trazer maior agilidade na distribuição dos itens produzidos em Manaus nas regiões Sul e Sudeste. Como o Brasil é um país de dimensão continental, precisamos contar com um centro de distribuição em local estratégico. E não podemos esquecer que o maior volume de vendas é exatamente nessa região", afirma Volmir Packeiser, diretor de Supply Chain da Midea Carrier.

 

Esse contrato reforça o posicionamento da Penske Logistics como empresa especializada na gestão de grandes Centros de Distribuição. Além da unidade da Midea Carrier, a PenskeLogistics é também responsável pela gestão de mais de 300.000 m² em armazéns no Brasil, com portfólio de clientes de setores como o eletroeletrônico, automotivo, de cosméticos, de produtos de higiene pessoal e varejo.

 

Sobre Midea Carrier

A Midea Carrier é fruto da união de duas gigantes mundiais do mercado: a Midea, líder em produção de eletrodomésticos e a Carrier, líder em climatização e fundada pelo inventor do ar-condicionado – Willis Carrier. Em 2011, as duas empresas formaram uma joint venture para produzir e distribuir produtos no Brasil, Argentina e Chile, se tornando assim a maior fabricante de equipamentos de climatização da América Latina. Na região, são três fábricas – duas no Brasil e uma na Argentina – e mais de 3,5 mil colaboradores.  No Brasil, o grupo é detentor das marcas Carrier, Midea, Springer, Toshiba (direito de distribuição de equipamentos de ar-condicionado) e Comfee que oferecem um amplo portfólio de produtos para atender as necessidades comerciais e residenciais dos consumidores brasileiros.

 

Sobre a Penske Logistics

Como resultado de uma joint-venture entre a Penske Corporation e a General Electric, aPenske Logistics está presente em mais de 275 localidades, possui frota de 3.000 caminhões, 1,39 milhões de metros quadrados de área de armazenagem em Centros de Distribuição e presença na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. A Penske Logistics adiciona valor à Cadeia de Suprimentos de seus clientes através da concepção, planejamento e execução de projetos de armazenagem, transportes e consultoria logística.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Inscrições Abertas para o Curso de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística do LALT



GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA

   

Sobre o Curso

Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística FEC-0600 do Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes (LALT) da Unicamp até o dia 25 de janeiro de 2015.
O curso criado em 2004 pelo LALT, laboratório vinculado ao Departamento de Geotecnia e Transportes da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) já formou mais de 200 alunos.

Esta será a 17ª turma do curso que tem como objetivo executar melhorias nas diferentes áreas da Logística por meio da implementação de novos processos e metodologias; conhecer os mais modernos conceitos da área; tomar decisões em ambientes e situações complexas; entender o relacionamento das decisões da área com a estratégia de organização e com as demais funções da empresa; conhecer os impactos das decisões da área no resultado financeiro da empresa; assim como gerenciar projetos de melhoria e desenvolver as habilidades de aprendizado contínuo, trabalho em equipe e apresentação em público.
 

PRÓXIMA TURMA
   

Inscrições:

De 01/09/2014
até 25/01/2015
 

Oferecimento:

De 02/03/2015
até 04/07/2016
 

Carga Horária:

360 horas.
 

Horário:

Segundas e Quartas-feiras, das 19h às 22h.

Faça sua inscrição aqui

 



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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Transportadoras e Embarcadores uma relação conflituosa e preocupante para o futuro do Brasil

Constantemente falamos em parcerias de longo prazo, em colaboração, em negociações ganha - ganha, mas na prática, o que temos observado no relacionamento entre Transportadoras e Embarcadores é uma verdadeira queda de braço.

De um lado da mesa os Embarcadores, que na visão das Transportadoras, realizam descontos unilateralmente, estendem os prazos de pagamento de forma absurda, não pagam em dia, não acatam a cobrança de multas e juros, evitam contratos de médio prazo (ou quando tem contratos, não os respeitam), pressionam por fretes cada vez menores, ameaçam constantemente com a iminente substituição por um eventual concorrente, buscam soluções mágicas para etc.

Do outro lado as Transportadoras, que na concepção dos Embarcadores, prometem muito e realizam pouco, nada tem a oferecer além do caminhão, pecam na qualidade das informações, apresentam serviços com alta variabilidade, com muitos altos e baixos, exageram nos indicadores de avarias e extravios, criam taxas diversas para gerar receitas adicionais, etc.

Essa disputa vai longe e a cada dia que passa, mais impacta negativamente sobre o relacionamento comercial. A deterioração das parcerias é amplamente percebida, não apenas por quem está envolvido diretamente na relação, mas também por outros departamentos internos nos Embarcadores (em especial a área de Vendas) e também por muitos Clientes, já que o jogo de "empurra" acaba afetando-os diretamente.

Até alguns anos atrás essa "parceria" era viabilizada pelas Transportadoras, pela passiva aceitação das condições impostas pelos Embarcadores. Raramente ocorria o inverso. De alguns anos para cá, especialmente a partir de 2010, muitos prestadores de serviços passaram a questionar decisões tomadas por seus Clientes, e em muitos casos, partiram deles mesmos (das Transportadoras) o desejo de encerrar o relacionamento comercial.

Parcerias de muitos anos (em alguns casos, décadas), estão sendo encerradas, muitas deles sem qualquer "respeito" ao passado; parece que a história construída, ao longo de vários anos, não serviu para nada. É triste, desmotivante e preocupante.

Se em muitos lares, no seio familiar, as relações já não existem mais, imagine então no mundo empresarial. O que significa uma relação de 25 anos? Nada, absolutamente nada. De ambas as partes não existe a iniciativa de buscar uma solução interessante para os dois lados, contratado e contratante. É mais fácil substituir, começar do zero. É mais simples mentir, ocultar, Talvez seja mais prazeroso penalizar.

Ao final dessa disputa não teremos vencedores. Todos perderão. Em um pais de dimensões continentais, extremamente dependente do modal rodoviário, no qual é cada vez mais difícil conviver com restrições à circulação de veículos, falta de motoristas, roubo de carga, congestionamentos nas grandes e médias cidades, etc., será que essa é a solução ideal?

Não estamos "destruindo" uma importante indústria, crucial para o desenvolvimento do nosso país, como o setor de prestação de serviços logísticos?

Não quero, neste artigo, defender A ou B, mas apenas alertar a todos, em ambos os lados, para o que está sendo construído (ou melhor, destruído)!

Não te preocupa saber que empresários honestos, batalhadores, pioneiros e perseverantes, responsáveis por gigantescas empresas de transportes como Mercúrio, Expresso Jundiaí, Rapidão Cometa, Expresso Araçatuba, dentre outras, optaram por vender seus negócios?

Qual o futuro desse setor de transportes se não trabalharmos em conjunto, de forma transparente e colaborativa? Apenas perderemos se ambos continuarem nessa queda de braço.

Veremos Embarcadores se aventurando na atividade de transporte de cargas, adquirindo caminhões, contratando motoristas, abrindo terminais de cargas. Será esse o caminho?

Eu prefiro não pagar para ver. E você o que prefere?


 Autor: Marco Antonio Oliveira Neves


Confira abaixo as turmas ofertadas em FORTALEZA e RECIFE em Janeiro e Fevereiro  de 2015;


FORTALEZA:

·         Gestão de Custos Logísticos – 20/01/2015
·         Projetos Logísticos – 27 e 28/01/2015
·         Excel Aplicado na Análise e Gestão Logística – 26 à 29/01/2015

RECIFE:

·         Planejamento e Controle de Operações de Transportes – 04 e 05/02/2015
·         Geração de Lucros Nas Transportadoras: Como Aumentar Receita e Reduzir Custos e Despesas Operacionais – 04 e 05/02/2015
·         Técnicas Avançadas em PPCP e Gerenciamento de Estoques – 24 e 25/02
·         Como Reduzir Custos em Negociações de Frete – 24 e 25/02

Maiores informações e inscrições:
(85) 3025-0061
Forte Abraço!