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segunda-feira, 11 de maio de 2015

PMI-CE - Encontro de Lideranças 2015

ARTIGO: Tecnologia e logística são aliadas na geração de resultados


Tecnologia e logística são aliadas na geração de resultados

 

* Por Michèle Cohonner

 

Como pesquisadora da área logística, e, também, como observadora desse cenário, tenho percebido com grande alegria a evolução do uso da tecnologia e o aprimoramento das soluções já disponíveis no mercado para gestão logística. O uso assertivo dessas soluções torna uma empresa mais estratégica e competitiva, gerando mais lucros e aumentando a produtividade.

 Com a globalização, e com a alta velocidade dos fluxos de informação, a centralização de dados e também o investimento em máquinas e programas que acelerem o nível de entrega aos clientes, auxiliam, e muito, uma empresa a superar os desafios diários do mercado logístico. Além disso, agrega novidade para os clientes, que procuram sempre um serviço inovador e ágil.

Como exemplo, acho importante destacar um case tecnológico que incorporou muito mais qualidade de entrega aqui na FM Logistic. A fim de utilizar melhor o tempo dos profissionais que preparam os pedidos, especialmente os pequenos e de menor volume, desenvolvemos, junto ao nosso parceiro BALEA, o FMOP. Essa solução é composta por uma arca grande, acoplada em um carrinho, em que os produtos serão armazenados. Uma tela luminosa, que também é encaixada na plataforma do carrinho, indica ao operador qual é a quantidade de pacotes que devem ser colocados em seu interior, iluminando o local exato em que devem permanecer. Por ser flexível, simples e adaptável a qualquer carrinho, conseguimos pulverizar o FMOP rapidamente em nosso Centro de Distribuição, trazendo benefícios imediatos, suprindo as operações de identificação e validação dos produtos e facilitando a preparação do pedido. Como resultado, uma diminuição expressiva dos erros e uma preparação dos pedidos muito mais ágil e eficaz. 

O exemplo do FMOP tem caráter mais operacional, mas a tecnologia pode ser agregada a um ambiente logístico em soluções muito mais simples do que a oferecida por ele, como um controle eficiente via código de barras, um localizador de pedidos e produtos digital e, também, um programa eletrônico que agrega as informações de todos os setores da empresa numa única plataforma.

Com isso, percebemos que a tecnologia favorece em escala crescente as operações logísticas, auxiliando o serviço a permanecer competitivo. Dessa forma, vejo como essencial aos profissionais e às empresas estarem sempre atentos às oportunidades e possibilidades que podem agregar valor ao nosso negócio e ainda acelerar nosso tempo de entrega. A inserção desses processos tecnológicos torna a gestão das organizações mais eficiente e contribui diretamente na perpetuação dos negócios das empresas que necessitam, para manterem-se competitivas, de  inovação, criatividade e investimento. 

 

*Michèle Cohonner é presidente da FM Logistic no Brasil.

 

 

PLANIN – A agência que inova sua maneira de comunicar

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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Artigo: QUANDO OPERAR COM ESTOQUE ALTO

Embora o ideal para os supermercados seja ter estoque alinhado com as vendas, algumas situações podem tolerar um nível acima do razoável. Veja o que deve ser analisado

Por: Alessandra Morita

Operar com níveis de estoque ajustados à demanda é o que toda rede deve perseguir. Mas há situações em que um nível maior pode ser aceitável. O grande desafio é saber exatamente quando assumir o risco de elevar o estoque e como calcular se o custo da mercadoria parada compensa financeiramente.

Segundo Frederico Perdigão, consultor-sócio do Instituto Aquila, o estoque alto se justifica quando o custo da estocagem é menor do que as vantagens obtidas na negociação com o fornecedor. "Nesse caso, é preciso calcular o valor dos benefícios adquiridos com o aumento dos prazos de pagamento, descontos e acordos comerciais concedidos devido ao aumento do volume de compra", afirma o especialista. Por exemplo: se a rede, ao comprar maior volume, consegue dez dias de prazo de pagamento além do normal, ela deve avaliar se o ganho ao destinar o dinheiro à aplicações financeiras será maior do que o custo do capital parado. O cálculo deve ser feito sempre em valores atualizados. "Os compradores precisam ser treinados para compreender a situação e realizar uma simulação financeira antes de tomar a decisão de estocar além da demanda", diz Perdigão. "No entanto, na maioria das empresas a rotina do setor de compras consome todo o tempo dos gestores e, como consequência, os compradores acabam não recebendo um treinamento adequado", completa.

Outra análise que deve ser feita pelo supermercadista é o das perdas que podem ocorrer durante o período em que a mercadoria ficar estocada. Sérgio D'Ávila, diretor de varejo e consumo da PwC Brasil, explica que podem haver quebras por vencimento de data, manuseio ou furtos, entre outras situações. Se o produto tem baixo giro é outro complicador. Será que vale a pena estocá-lo em excesso? "Em um cliente, um tipo de desodorante ficou quatro meses em gôndola, sem girar. Isso é ruim, e se agrava com o tempo, porque o produto começa a perder suas características e a ter as embalagens danificadas, dificultando ainda mais o giro", afirma o executivo.

Trabalhar com estoques altos também pode se justificar em categorias nas quais o consumidor migra de loja quando não encontra o produto na prateleira. D'Ávila explica que, nesses casos, a prática evita ruptura e perda de vendas. Em contrapartida, ele lembra que há uma série de outros produtos em que o cliente simplesmente troca de marca, o que pode não ser prejudicial ao varejo. O diretor da PwC ressalta que o ideal é o supermercadista realizar uma pesquisa ou implementar um bom gerenciamento por categorias para conhecer aquelas nas quais ocorre migração para outros estabelecimentos. Assim, ele será mais assertivo na hora de definir o aumento do estoque.

Outro ponto: alguns tipos de loja comportam níveis maiores de estoque. Lojas grandes, por exemplo, destinam mais espaço à exposição e precisam de maior estocagem para compor as gôndolas. Uma rede com filiais dispersas geograficamente e distantes dos centros de distribuição também pode ter algum armazenamento extra para evitar rupturas.

Se, após fazer todas as contas e analisar todas as situações, o aumento do estoque se justificar, convém ainda ao varejista realizar um último questionamento: os estoques altos estão escondendo alguma ineficiência? Caso afirmativo, vale a pena rastrear onde elas estão e quais são suas causas. Uma vez solucionadas, é bem provável que o supermercadista consiga passar a operar com níveis mais adequados, o que é muito bom para a rentabilidade do negócio.


Fonte> http://www.sm.com.br/

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tecnologia Logística

ID Logistics, Robocortex e Zebra Technologies lançam solução de paletização por realidade aumentada

 

 

Projeto sob a responsabilidade da área de inovação do Grupo ID Logistics, solução por realidade aumentada ainda está na fase de testes e disponível somente na França

A ID Logistics, em parceria com a Zebra Technologies e a Robocortex, lançou uma solução inédita de paletização por realidade aumentada. A tecnologia, que utiliza um tablet ET1 da Zebra Technologies, oferece um recurso visual em 3D, no qual é possível prever, por vários ângulos, a colocação de uma encomenda em um palete.

A utilização dessa nova tecnologia, permite aos operadores otimizar os processos, simplificando e aumentando a produtividade. A tecnologia integra, de maneira eficaz, os novos colaboradores à função e permite que atinjam rapidamente as metas de produtividade. Além disso, os operadores, auxiliados pela visualização em 3D do palete, poderão melhorar a qualidade do suporte, considerando a sua resistência e o peso do pacote.

A colocação do produto no palete, em uma única ação, sem o recurso de tentativas e erros, reduz os encargos dos operadores, com a diminuição dos espaços vazios entre as caixas, otimizando o volume útil do palete e agregando ganhos com o transporte.

O desenvolvimento desse projeto foi possível graças à parceria entre três empresas. A ID Logistics traz a sua expertise em processos logísticos e na montagem de paletes, aliada à tecnologia Warehouse Management System (WMS), definindo as características do projeto baseada em sua experiência. A Zebra oferece soluções de hardwareversáteis tecnicamente e ergonomicamente, totalmente adaptáveis ao projeto (por exemplo, ET1 tablet etc) e a Robocortex é empresa parceira do programa ISV da Zebra, que possui expertise na tecnologia de visualização por realidade aumentada para a indústria, com o desenvolvimento de software para auxiliar na paletização.

De acordo com o responsável pela área de Inovação da ID Logistics, Romain Dellamonica, “o princípio de funcionamento é simples: a preparação de pedidos é analisada pelo algoritmo de paletização, que predetermina o melhor local para cada pacote. Alterações durante esse processo são identificadas em tempo real, permitindo um novo cálculo de paletização antes do próximo pacote. Os primeiros testes serão realizados no armazém da ID Logistics, ao longo deste ano”.

 

Fonte: www.mundologistica.com.br

O Ceará fazendo a sua parte!

ESTADO DO CEARÁ COMEÇA A DEFINIR POLÍTICA DE EXPORTAÇÃO

 

Com as mudanças na política econômica do governo federal, novas alterações começam a ganhar corpo na política de mercado nacional e, diante da retração da economia interna, empresários e representantes de governos estaduais retomam, agora, o olhar para as exportações.

Em meio ao novo cenário, o Ceará já começou a definir a sua política de comércio exterior, que passará, naturalmente, pelo fortalecimento dos setores metalmecânico, a partir da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), da fruticultura irrigada, têxtil e de calçados e pela dinamização dos segmentos de granito e mineração, energia e das empresas de base tecnológica.

Esses foram algumas das atividades produtivas e prioridades setoriais apontadas, ontem, pela secretária do Desenvolvimento Econômico do Ceará (SDE), Nicolle Barbosa, durante workshop sobre o Plano Nacional de Exportações (PNE), realizado em Brasília.

Retomada

Promovido pelo Conselho Nacional dos secretários de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Consedic), o encontro tratou dos pilares do PNE, dos desafios da facilitação do comércio e do acesso aos mercados, e ainda, das questões tributárias, dos financiamentos e garantias e da promoção comercial.

"Esse plano é o recomeço da retomada da política de exportações, a partir da diversificação da pauta", declarou Nicolle, para quem "aumentar as exportações é uma parte da equação para se elevar o PIB (Produto Interno Bruto) do Ceará".

"Esse PNE nasce diferente porque faz questão de escutar a iniciativa privada e os estados, por meio dos secretários do desenvolvimento econômico. Esse é o caminho correto para as coisas acontecerem com êxito", ressaltou. Entretanto, para além de ações de fortalecimento dos vários setores já definidos pelo governo estadual como prioritários, a titular da SDE defendeu a ampliação da estrutura e alterações nos regimentos da Zona de Processamento das Exportações (ZPE) do Ceará.

Nova ZPE

"Há a necessidade de ampliarmos a nossa ZPE. Precisamos fazer com que ela se torne mais competitiva, que atraia mais empresas", frisa Nicolle. Nesse sentido, além de alterar de 80% para 60%, o percentual produzido destinado especificamente para exportação, e de 20% para 40%, o que se destinaria ao mercado interno, ela defende que as regras e resoluções da ZPE sejam alteradas. Isso para que seja possível recepcionar também, empresas importadoras com benefícios fiscais semelhantes aos das exportadoras.

"Estamos, inclusive, analisando um porto seco abrigado na mesma área de alfandegamento. Precisamos trazer maior competitividade à ZPE, e para isso precisaremos alterar a Lei da ZPE", declarou a secretária. Segunda ela, uma nova redação da lei será trabalhada na SDE em conjunto com a ZPE-CE, MDIC e a Receita Federal, para depois ser articulada a sua aprovação no Congresso Nacional.

De acordo Nicolle, todas essas questões devem voltar a ser tratadas na próxima quarta-feira (29), na Fiec, quando empresários cearenses estarão apresentando a representantes do Mdic a estrutura e as demandas do setor industrial do Estado.

SDE e BNB vão atuar juntos para atrair investimentos

A secretária do Desenvolvimento Econômico do Ceará, Nicolle Barbosa, reuniu-se com o presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Nelson Antônio de Souza, e sua diretoria, para discutir parcerias com vistas ao financiamento de projetos estratégicos, que fomentem o crescimento do Ceará.

A proposta é alinhar com o BNB as oportunidades de negócios e montar um programa conjunto de atração de investimentos. "Vamos criar uma agenda conjunta de trabalho para identificarmos os arranjos produtivos que são prioritários para o Ceará, e que terão apoio creditício do Banco do Nordeste. É importante que o relacionamento da SDE e do BNB esteja afinado" ressaltou a titular da SDE.

Com o olhar voltado para a interiorização do desenvolvimento, Nicolle destacou que, dentre a lista de projetos comuns, constam o polo eletrometalmecânico, que será realizado a partir do Pecém e cuja influência poderá ser irradiada para o Interior do Estado, por meio da Ferrovia Transnordestina; o Primeiro Negócio, que objetiva atender do grande ao micro empreendedor; a implantação de distritos industriais em várias regiões, em parceria com a iniciativa privada, e a reestruturação da política estadual de incentivos fiscais.

Segundo ela, "o banco vai garantir financiamentos, apoiará projetos e dará suporte ao governo do Estado no fornecimento de dados econômicos e sociais, contribuindo na análise das finanças públicas".

Em conjunto com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), a SDE está definindo um plano estratégico para buscar soluções que fortaleçam o Ceará nas atividades de conteúdo tecnológico.

Nelson Souza, elogiou as ações estratégicas da SDE e assegurou que todas as ações do banco objetivam trazer investimentos ao Ceará. (CE)

Fonte: Diário do Nordeste (CE)/Carlos Eugênio

Na contra mão do desenvolviento

TRANSPORTES TERÁ CORTE DE ATÉ 40% NO ORÇAMENTO

 

 

Dono de um dos maiores orçamentos da administração federal, o Ministério dos Transportes está trabalhando com um cenário de corte de até 40% nas despesas discricionárias, que incluem custeio da gestão e investimentos. Se considerada a previsão de R$ 15,27 bilhões registrada no Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015, a "tesourada" pode passar dos R$ 6 bilhões, o que vai obrigar a pasta a adiar dezenas de obras em todo o país.

Na tarde da última sexta-feira, uma numerosa equipe do ministério se reuniu com representantes da Casa Civil da Presidência da República. O objetivo era apresentar as obras prioritárias da pasta para 2015 e definir o que terá condições de ser feito e o que será empurrado para o ano que vem. Antes mesmo do encontro, no entanto, o sentimento era de que apenas obras que estão em andamento fazem parte da negociação, ou seja, não haverá caixa para novos projetos.

O Valor apurou que pelo menos 30 obras que estavam previstas para este ano serão colocadas em "banho-maria". "Não faz sentido o governo se comprometer com coisas que não teremos condições de tocar e que vão ficar se arrastando", disse uma pessoa que participou da reunião. A mesma lista de prioridades discutida na Casa Civil foi apresentada no sábado à presidente Dilma Rousseff pelo ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues.

O ajuste fiscal no Ministério dos Transportes deverá ficar entre 30% e 40%, mas a palavra final será dos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. Informações de bastidores apontam que o decreto que determinará o contingenciamento deve ser publicado até quarta-feira da semana que vem.

No Ministério dos Transportes, será dada prioridade às obras que estão perto de serem concluídas e àquelas que o governo entender que "geram valor" para a economia nacional. Estão nesse grupo projetos como a conclusão da duplicação da BR-163, importante corredor para escoamento da produção de grãos da região Centro-Oeste. Uma parte da obra, que foi concedida à iniciativa privada, ficou sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e terá que seguir adiante.

Também integram a relação de prioridades da pasta a conclusão das duplicações da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, e da BR-116 entre Guaíba (RS) e Pelotas (RS). Além delas os acessos aos portos de Miritituba (PA) e Pecém (CE), bem como o Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, são vistos como fundamentais.

Entre os cerca de 30 projetos que terão que esperar está, por exemplo, a pavimentação da BR-419, no Mato Grosso do Sul. A obra vai ser incluída na terceira versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3), mas o projeto vai chegar, no máximo, às fases de planejamento, estudos, licença ambiental e, talvez, contratação para execução em 2016. O ministério guarda a sete chaves a lista completa das obras barradas, a fim de evitar reações políticas.

Com a certeza de que o dinheiro será curto neste ano, a expectativa é que as concessões ajudem a ampliar o volume de obras rodoviárias no país. O governo tem quatro lotes com estudos avançados e pretende encomendar projetos para outros trechos. Entre os que estão sendo considerados estão as duplicações das rodovias: BR 101-RS, BR 280-SC, BR 470-SC, BR 251-MG e BR 365-MG.

Para ferrovias, o veto de Levy ao modelo pelo qual o Tesouro Nacional dá garantias bilionárias às concessionárias colocou o programa em compasso de espera. A discussão mais adiantada visa a concessão de lotes da Ferrovia Norte-Sul que estão sendo construídos pela estatal Valec.

Para o trecho entre Ouro Verde (GO) e Estrela D'Oeste (SP), a expectativa é que seja adotado um modelo misto, pelo qual uma parcela da capacidade de carga será concedida mediante pagamento de outorga e a outra parte ficará disponível para que as empresas interessadas possam usar os trilhos após pagarem uma tarifa pré-estabelecida.

Fonte: Valor Econômico/Murillo Camarotto | De Brasília

Descubra o Segredo Nr #1 Para Você Melhorar sua Capacidade de Comunicação!


Olá, Tudo bem!


A comunicação interpessoal tem sido um critério cada vez mais utilizado por pessoas que prezam pela harmonia do ambiente de trabalho. 

Fator essencial para a construção de uma equipe eficiente, as habilidades comunicativas são fundamentais não apenas no âmbito profissional, mas também em vários aspectos da vida pessoal.

Será que você está agindo da forma correta enquanto tem um diálogo?

Você pode até achar que uma conversa é algo instintivo, e isso não está completamente errado. No entanto, não podemos deixar toda a responsabilidade para a natureza: existem alguns atos que podem melhorar, e outros que podem arruinar um bom diálogo.

Uma das piores coisas que você pode fazer é transformar a conversação num interrogatório. Fazer muitas perguntas é, além de chato, constrangedor porque a pessoa pode pensar que você não acredita no que ela diz, ou que não tem nenhum assunto a desenvolver.

Muitas vezes o seu tom de voz e seus gestos dizem mais do que as suas palavras. Cuidado com o modo como você se porta enquanto fala com outra pessoa.


Por que fazer o curso Teatro para Executivo?

• Melhorar as relações humanas e da criatividade;
• Desfazer alguns mitos relativos ao significado da criatividade;
• A respiração e as técnicas de relaxamento como fonte de controle emocional;
• Expressão corporal: quebrando as rugas de raiz do corpo;
• Exercitando o colorido da fala: tom, ritmo e variação, para encantar, conquistar e influenciar pessoas;
• Exercitando a fala do corpo: a postura, a gesticulação, a identificação dos sinais do corpo;
• Improvisação: trabalhando o seu poder criativo.

Exatamente por isso Faça o Curso Teatro para Executivos que terá início em 9 de maio de 2015.


Instituto Capacitação BSB, AV. DES. MOREIRA, 1701-S 802, FORTALEZA, CEARÁ 60170001, Brazil   
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terça-feira, 28 de abril de 2015

Os 7 Segredos Para Você Melhorar a Sua Comunicação


Olá, 

Os 7 Segredos Para Você Melhorar a Sua Comunicação

A dificuldade de se expressar é um problema recorrente entre profissionais e um dos principais obstáculos que as pessoas enfrentam para obter resultados. A inabilidade de comunicação leva à má compreensão de objetivos, que contribui para perdas de resultados.
A informação mal transmitida e mal digerida causa conflitos nas equipes, o que, além de improdutivo, é desgastante para todos os envolvidos. Veja como aprimorar sua capacidade de melhorar a sua comunicação:

1 Tenha um objetivo

Antes de começar uma conversa, pense no resultado. Quando começar a falar, diga a seu ouvinte o que você pretende (motivo). "Revele, em uma ou duas frases, o que será tratado", diz Reinaldo Polito, professor de expressão verbal do Instituto Reinaldo Polito, de São Paulo.

2 Aprenda a ouvir

Um bom jeito de ser ouvido com atenção é mostrar a seu interlocutor que ele faz parte da solução. Isso ajuda a pessoa a se comprometer. Para incluir o outro na conversa, use o pronome "nós", que deixa claro que há algo a ser compartilhado. "Use o 'você' somente para elogiar", diz Vera Martins, da Assertiva, consultoria de São Paulo.
Demonstre que a conversa não é unilateral e que você também está aberto a ouvir. 

3 Pergunte mais

Procure compreender a perspectiva da outra pessoa, fazendo perguntas para esclarecer o assunto. Repetir as palavras do interlocutor ajuda a conferir se você interpretou o que foi dito corretamente.
Para direcionar a conversa, formule questões objetivas quando tiver dúvidas, do tipo: "Quando isso aconteceu?". Se o assunto precisar de esclarecimentos, use perguntas amplas, como: "Por que você chegou a essa conclusão?".

4 Fique atento ao tom da voz

Em uma comunicação face a face o Tom da Voz representa 38%, a palavra 7% e o Corpo 55%. Nada pior do que ouvir pedido de desculpas ou elogio que soa falso. A maneira como as pessoas interpretam o que é dito não depende apenas do conteúdo,­ mas também da forma como se fala. Lembre-se que o tom da voz e a postura corporal transmitem mensagens. "Evite o sarcasmo e a ironia", diz Reinaldo Passadori. Fale com naturalidade.


5 Use "e" em vez de "mas"

Se quiser fazer um elogio, evite construções do tipo "Adorei a ideia, mas será que podemos adaptá-la?". Quando se fala "mas", o interlocutor desconsidera o elogio e fixa a atenção na crítica.

6 Pratique a empatia

A diversidade de pontos de vista é enorme porque todo mundo tem os próprios valores e influências que moldam o jeito de enxergar o mundo. Por isso, a melhor maneira de se fazer entender é tentar se colocar no lugar do outro para imaginar como determinada informação será encarada. "Pense em como gostaria de ser tratado se estivesse no lugar do outro", diz Reinaldo Polito.

7 Faça cursos que ajude a melhorar sua comunicação

Por mais que você se comunique bem sempre terá algo em que você pode melhorar, então faça cursos que mostre como melhorar a sua comunicação. Por exemplo Teatro para Executivos.


Abraços,

Prof. Dr. José Bezerra
Instituto Capacitação BSB, AV. DES. MOREIRA, 1701-S 802, FORTALEZA, CEARÁ 60170001, Brazil

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

CURSO EM SALVADOR - BA: CEP - Controle Estatístico do Processo


 
Consultoria em Estatística e Qualidade

CURSO: CEP - CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO - (2ª Edição)

OBJETIVO:

Fornecer aos participantes conhecimentos das mais modernas técnicas para implantar sistema de Controle Estatístico do Processo ou melhorar sistemas já existentes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

  • Coleta e Exposição de dados;
  • Diagrama de Pareto;
  • Distribuição de Freqüências;
  • Histograma;
  • Medidas de Posição e Dispersão;
  • Box Plot;
  • Distribuição Normal;
  • Testes de Normalidade;
  • Introdução ao CEP:
    • Sistema de controle do processo;
    • Causas de Variação: comuns e especiais;
    • Ações locais e ações gerenciais sobre o sistema;
    • O ciclo de melhoria e o controle do processo;
  • Gráficos ou Cartas de Controle:
    • Formas de Aplicação;
    • Benefícios dos gráficos de controle;
  • Fase Preparatória e Elaboração dos Gráficos;
  • Gráficos de Controle por Variáveis:
    • Média e Amplitude;
    • Média e Desvio Padrão;
    • Valores Individuais e Amplitudes Móveis;
    • Gráficos de Valores Individuais com variação entre e dentro dos subgrupos;
  • Gráficos de Controle por Atributos:
    • Gráfico p – proporção ou fração de defeituosos;
    • Gráfico np – número de defeituosos;
    • Gráfico c – número de defeitos por amostra;
    • Gráfico u – taxa de defeitos por unidade;
  • Análise de Capacidade do Processo;
  • Índices de Capacidade e Performance para Dados Normais:
    • Índices de Capacidade do Processo Cp e Cpk;
    • Índices de Performance do Processo Pp e Ppk;
  • Capacidade/Performance do Processo e a Distribuição Normal Padronizada (Z);
  • Análise de Performance do Processo para Dados Não Normais:
    • Transformação de Box-Cox para normalidade;
    • Índices de performance do processo: Pp e Ppk;
    • Análise de performance do processo com a distribuição de Weibull;
  • Análise de performance não paramétrica:
    • Método do núcleo (Kernel);
  • Aplicações no Software Action: As técnicas desenvolvidas no curso serão abordadas através de exemplos e avaliadas no Software Action.
  • Software Action é um suplemento para o Microsoft Excel que funciona como uma interface gráfica para diversas análises implementadas no R.
  • O R é uma linguagem e um ambiente computacional para análise estatística similar ao pacote comercial S-Plus. Entretanto, é um projeto baseado no conceito de software livre (GNU GPL) e pode ser usado sem custos de licença. É baseado na linguagem S, desenvolvida nos Laboratórios Bell (atual Lucent Technologies) por John Chambers e outros.


RESPONSABILIDADE TÉCNICA:

Dorival Leão Pinto Júnior

QUEM DEVE PARTICIPAR:

Gerentes, Supervisores e Encarregados da área de Produção.

PRÉ-REQUISITO DO PARTICIPANTE:

2º Grau Completo. Todos participantes do treinamento deverão trazer Notebook com o Software Action, já instalado. Você pode realizar o download do Software Action gratuitamente clicando aqui.

CARGA HORÁRIA: 16 horas

RECURSOS AUDIOVISUAIS: Data Show, Flip-Chart e Quadro Branco

DATA: 14 a 15 de Maio de 2015 Horário: 08:30hs às 17:30hs

TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 980,00 (incluso material didático, certificado e coffee break)

LOCAL: Alceu Amoroso Lima, 668 Salas 1304/1305 Caminho das Árvores CIDADE: Salvador - BA



INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: José Rubens Campanini E-mail:estatistica@estatcamp.com.br

Fone / Fax: 16 3376 2047 ou acesse nossa home page:www.estatcamp.com.br

As vagas são limitadas - Inscreva-se Aqui!



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Retorno aos protestos!

Em pelo menos quatro Estados, os caminhoneiros iniciaram protestos e bloqueios em rodovias após não entrarem em acordo com o governo federal em relação às suas reivindicações

A greve foi anunciada depois de uma reunião entre representantes da categoria e governo para decidir se haveria uma tabela de frete mínimo, pedido feito pelos caminhoneiros na paralisação realizada no mês de março. A negociação entre as partes ocorre há quase dois meses.

Na reunião de ontem, Miguel Rossetto Rossetto, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, tentou explicar aos caminhoneiros que o governo considerava que a tabela de frete mínimo, que criaria um valor mínimo para o pagamento do transporte de carga, seria inconstitucional e também não funcionaria. Para tentar convencer os caminhoneiros a não anunciar o movimento, Rossetto apresentou reivindicações dos caminhoneiros que foram atendidas desde a greve, como a postergação do pagamento de dívidas, ofereceu a tabela referencial e uma "mesa permanente de negociação com os empresários" para melhorar o preço do frete.

Vários caminhoneiros rasgaram a proposta na frente do ministro e, aos gritos, deixaram o encontro dizendo que estavam sendo "pedalados" pelo governo -referindo-se a manobras do governo nas contas públicas.

Cerca de 50 representantes da categoria saíram do auditório da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) aos gritos de "O Brasil Vai Parar". Vários deles já se articulavam com outros líderes por mensagens de textos e redes sociais para iniciar a mobilização da categoria.

Rio Grande do Sul
Nesta quinta (23/4), caminhoneiros bloquearam os dois sentidos da BR-286, no km 246, próximo ao trevo de entrada a cidade de Soledade (RS), por volta da 0h de hoje. Os manifestantes não permitem a passagem de caminhões com carga pelo local, de acordo com a PRF.
Outro grupo incendiou pneus no acostamento da rodovia BR-101, no km 22, em Três Cachoeiras (RS), no final da noite de quarta-feira (22). O protesto não interditou a rodovia.
Pneus também foram incendiados no acostamento da rodovia BR-285, próximo ao km 485, em Ijuí (RS), por volta das 21h30 de quarta. Nenhum suspeito foi preso.
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o fogo se concentrou no acostamento e não houve interrupção do trânsito no trecho. Os bombeiros foram ao local e apagaram rapidamente o fogo.
Desde as 7h30, caminhoneiros bloqueiam também a rodovia RSC-287, no km 67, próximo ao município de Venâncio Aires, segundo o comando rodoviário da Brigada Militar do Estado.

Santa Catarina
Cerca de 20 caminhoneiros tentaram bloquear a rodovia BR-282, próximo ao km 642, em São Miguel do Oeste (SC), por volta das 2h. A PRF conversou com os manifestantes que liberaram a rodovia e se concentraram em um posto de combustível. Meia hora antes, outro grupo tentou bloquear a rodovia BR-153, no km 64. Novamente, os policiais rodoviários conversaram com os manifestantes, que liberaram a via.

Paraná
Na manhã desta quinta, caminhoneiros bloqueiam parte da BR-376, em Marialva (PR). De madrugada, manifestantes queimaram pneus na BR-277, em Irati (PR).

Mato Grosso
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), há ao menos quatro pontos de bloqueio no Estado. Os protestos acontecem em rodovias dos municípios Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Nova Mutum e Diamantino.

Fonte: Folha de S. Paulo