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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Retorno aos protestos!

Em pelo menos quatro Estados, os caminhoneiros iniciaram protestos e bloqueios em rodovias após não entrarem em acordo com o governo federal em relação às suas reivindicações

A greve foi anunciada depois de uma reunião entre representantes da categoria e governo para decidir se haveria uma tabela de frete mínimo, pedido feito pelos caminhoneiros na paralisação realizada no mês de março. A negociação entre as partes ocorre há quase dois meses.

Na reunião de ontem, Miguel Rossetto Rossetto, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, tentou explicar aos caminhoneiros que o governo considerava que a tabela de frete mínimo, que criaria um valor mínimo para o pagamento do transporte de carga, seria inconstitucional e também não funcionaria. Para tentar convencer os caminhoneiros a não anunciar o movimento, Rossetto apresentou reivindicações dos caminhoneiros que foram atendidas desde a greve, como a postergação do pagamento de dívidas, ofereceu a tabela referencial e uma "mesa permanente de negociação com os empresários" para melhorar o preço do frete.

Vários caminhoneiros rasgaram a proposta na frente do ministro e, aos gritos, deixaram o encontro dizendo que estavam sendo "pedalados" pelo governo -referindo-se a manobras do governo nas contas públicas.

Cerca de 50 representantes da categoria saíram do auditório da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) aos gritos de "O Brasil Vai Parar". Vários deles já se articulavam com outros líderes por mensagens de textos e redes sociais para iniciar a mobilização da categoria.

Rio Grande do Sul
Nesta quinta (23/4), caminhoneiros bloquearam os dois sentidos da BR-286, no km 246, próximo ao trevo de entrada a cidade de Soledade (RS), por volta da 0h de hoje. Os manifestantes não permitem a passagem de caminhões com carga pelo local, de acordo com a PRF.
Outro grupo incendiou pneus no acostamento da rodovia BR-101, no km 22, em Três Cachoeiras (RS), no final da noite de quarta-feira (22). O protesto não interditou a rodovia.
Pneus também foram incendiados no acostamento da rodovia BR-285, próximo ao km 485, em Ijuí (RS), por volta das 21h30 de quarta. Nenhum suspeito foi preso.
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o fogo se concentrou no acostamento e não houve interrupção do trânsito no trecho. Os bombeiros foram ao local e apagaram rapidamente o fogo.
Desde as 7h30, caminhoneiros bloqueiam também a rodovia RSC-287, no km 67, próximo ao município de Venâncio Aires, segundo o comando rodoviário da Brigada Militar do Estado.

Santa Catarina
Cerca de 20 caminhoneiros tentaram bloquear a rodovia BR-282, próximo ao km 642, em São Miguel do Oeste (SC), por volta das 2h. A PRF conversou com os manifestantes que liberaram a rodovia e se concentraram em um posto de combustível. Meia hora antes, outro grupo tentou bloquear a rodovia BR-153, no km 64. Novamente, os policiais rodoviários conversaram com os manifestantes, que liberaram a via.

Paraná
Na manhã desta quinta, caminhoneiros bloqueiam parte da BR-376, em Marialva (PR). De madrugada, manifestantes queimaram pneus na BR-277, em Irati (PR).

Mato Grosso
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), há ao menos quatro pontos de bloqueio no Estado. Os protestos acontecem em rodovias dos municípios Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Nova Mutum e Diamantino.

Fonte: Folha de S. Paulo

Confenar anuncia parceria com BR Petrobras

Confenar anuncia parceria com BR Petrobras

Revendas afiliadas poderão comprar Lubrificantes e ARLA com mais de 8% de desconto na loja virtual

 

Com o objetivo de ampliar a oferta de benefícios a seus associados, a Confenar (Confederação Nacional das Revendas da Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) segue firmando alianças estratégicas com grandes companhias nacionais. A empresa anuncia, agora, parceria com a BR Petrobras, uma das líderes nacionais na produção de lubrificantes para compra via Loja Virtual.

As revendas afiliadas da Confenar terão, com esta parceria, cerca de 8% de desconto nas compras de lubrificantes e ARLA, Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio Automotivo (FLUA), da linha Lubrax, da Petrobras. Além desses benefícios, as associadas poderão comprar, confirmar e acompanhar o status do pedido via internet e ter o cálculo do frete discriminado conforme localização da Revenda em todo o Brasil.

O acordo irá contribuir com a qualidade das peças e sua manutenção, isto porque um bom lubrificante dá mais agilidade ao veículo, fazendo com que todas as peças funcionem com normalidade.

"A BR Petrobras Lubrificantes é uma das maiores produtoras desse produto no mundo. Estamos muito contentes em firmar mais essa parceria estratégica, que alem de preços competitivos, trará também mais qualidade. A agilidade da compra através da Loja Virtual é um diferencial que agrega valor no dia a dia das revendas associadas à Confenar.", afirma Bento Assalve, Diretor da área de Negócios e Parcerias da Confenar.

A Petrobras é líder em vendas de lubrificantes automotivos no Brasil e oferece uma grande linha de produtos e complementos automotivos de alta tecnologia.

  Para mais informações, acesse www.confenar.com.br

 

Números Confenar

A Confenar possui mais de 120 revendas afiliadas e mais de 1.000 empresários ligados à rede. A Confederação gera 23.000 empregos diretos e cerca de 70.000 indiretos, além de prestar atendimento a cerca de 1 milhão de pontos de venda em todo o País.

Juntas, as Revendas filiadas faturam mais de R$ 12,2 bilhões ao ano e possuem uma das maiores frotas de distribuição do Brasil, com 13.430 veículos.

Desses veículos, são 8.200 caminhões, 1.000 motos próprias e 1.000 terceirizadas, 2.600 automóveis/utilitários e 630 empilhadeiras. Dos caminhões, 1.400 são terceirizados e 6.800 são próprios, nos quais 2.500 são caminhões de puxada e 4.300 são de entrega.A Confenar investe, anualmente, mais de R$ 15 milhões em autopeças, R$ 4 milhões em uniformes, R$ 30 milhões em seguros, R$ 3 milhões em treinamento, entre outros.As frotas têm consumo anual de R$ 210 milhões em óleo diesel (combustível e lubrificante) e R$ 12 milhões em pneus.

 

 

 

 

 

Sobre a Confenar

A Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) representa todas as empresas revendedoras dos produtos Ambev. Criada em janeiro de 2003, é hoje a maior rede de distribuição de bebidas do País. Entre suas iniciativas destacam-se a otimização das atividades do segmento, a garantia da sua representatividade e a geração de negócios que beneficiem os revendedores associados. Juntas, as revendas Confenar são responsáveis por uma das maiores frotas de veículos do País e por uma das mais complexas e eficientes operações de logística de distribuição do mundo.

 

PLANIN – Assessoria de Imprensa da Confenar

Angélica Consiglio e equipe – Tel.: 11. 2138-8900 - www.planin.com

Contatos: confenar@planin.com

Thaís Cavalcante e Paula Nunes – (11. 2138-8927)



Fonte:

 

Thaís Cavalcante

Tel: (11) 2138-8927 | Cel.: (11) 98958-8239

PLANIN – A agência que inova sua maneira de comunicar

www.planin.com

 

A Worldcom Public Relations' Agency

 

 


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Ecobrasil - descontos para inscritos até 20 de abril


11º Seminário Nacional sobre Indústria Marítima e Meio Ambiente

7 e 8 de maio - Rio de Janeiro
Garanta sua inscrição no Ecobrasil com desconto até 20 de abril
Até 20/4 A partir de 21/4
Assinantes da revista Portos e Navios (solicite seu cupom se não tiver recebido por email) 1350 1450
Inscrições em grupo de 3 ou mais pessoas de uma mesma instituição (por pessoa) 1350 1450
Demais Empresas e pessoas físicas 1465 1565
Saiba mais sobre o Ecobrasil  |  Localização e Inscrições
 

Temário

Dia 7 de maio de 2015

8h10 às 08h40 - Inscrições e café de boas-vindas
8h40 às 9h - Abertura
9h - Painel
Aspectos ambientais da nova Lei de Modernização dos Portos - Lei 12.815 e a regularização ambiental dos portos
9h às 9h40 - Apresentação 1
Gerência de Meio Ambiente e Sustentabilidade - Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)
9h40 às 10h20 - Apresentação 2
Uirá Oliveira - ‎Coordenador-Geral de Gestão Ambiental, Saúde e Segurança da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP)
10h20 às 10h50 - Debates
10h50 às 11h30 - Palestra
Gestão Ambiental nos Terminais de Granéis Sólidos TEG & TEAG
Mirella Paula - Encarregada especialista em meio ambiente - TEG / Cargill
11h30 às 11h50 - Debates
11h50 às 12h20 - Apresentação institucional
Preparação da Resposta a Eventos de Poluição por Óleo Provenientes de Navios
Paulo Cesar Petersen Magioli - Engenheiro Químico/Sanitarista/Ambiental - Hidroclean / Grupo Bravante
12h20 às 13h30 - Almoço 
13h30 às 14h10 - Palestra
Concessão dos canais de acesso aos portos Organizados - considerações sobre os aspectos ambientais
Domenico Accetta - Diretor adjunto do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH)
14h10 às 14h30 - Debates
14h30 às 15h10 - Palestra
A importância da base de dados para o licenciamento ambiental de terminais portuários
Fernando Diehl - Diretor da Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental
15h10 às 15h30 - Debates
15h30 às 16h10 - Palestra
Instrumentos internacionais que podem contribuir com o licenciamento e a gestão ambiental dos portos
Mariana Graciosa Pereira - Coordenadora de Portos, Aeroportos e Hidrovias do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
16h10 às 16h30 - Debates 
16h30 às 17h10 - Palestra
Remoção de Rochas na Baía de Sepetiba e Medidas de Mitigação Ambiental
Krishna Paranhos de Moura - Gerente de Licitações da Dragabras Serviços de Dragagem
17h10 às 17h50 - Debates
17h50 - Café de encerramento
 

Dia 8 de maio

8h30 às 9h - Café de boas-vindas
9h - Painel
Plano de Área para acidentes com óleo no mar do porto de São Sebastião
9h às 9h40 - Apresentação 1
Fernando Scavassin - Coordenador Copaem/Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)/SP
9h40 às 10h20 - Apresentação 2
Adriano Lima - Gerente de Meio Ambiente do Porto de São Sebastião
10h20 às 10h50 - Debates
10h50 às 11h30 - Palestra
Água de Lastro de Navios: a eventual entrada em vigor da  Convenção Internacional para Controle e Gerenciamento de Água de Lastro e Sedimentos de Navios e a revisão da NORMAM-20
Cecília Fonseca Poggian (Primeiro-Tenente (RM2-T) da Marinha do Brasil [DPC]
11h30 às 11h50 - Debates
11h50 às 12h20 - Apresentação institucional
Novas tecnologias para monitoramento e resposta a emergências ambientais
Erik Fabian Cunha - Especialista em meio ambiente, diretor Comercial e de Novos Negócios do Grupo Oceanpact
12h20 às 13h30 - Almoço
13h30 às 14h10 - Palestra
Sustentabilidade - Projeto Porto Maravilha
Pablo Koehler - Supervisor de Meio Ambiente do Porto Maravilha / CDURP - Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro
14h10 às 14h30 - Debates
14h30 às 15h10 - Palestra
As cidades portuárias diante dos imperativos do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental
Frédéric Monié – Geógrafo. Professor Adjunto do Departamento de Geografia/UFRJ - Coordenador do GEOPORTOS, Grupo de Pesquisa em Geografia Portuária, na UFRJ
15h10 às 15h30 - Debates
15h30 às 16h10 - Palestra
Interferência de perigos costeiros na prestação de serviços portuários no Brasil
Igor Moura - Especialista em Regulação na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)
16h10 às 16h30 - Debates
16h30 - Café de encerramento
 
Realização

Patrocínio Diamante
 
   
 Patrocínio Ouro
 
 
 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Diretores do GPA - CACAU SHOW - MAGAZINE LUIZA - DUFRY - SEARS HOLDING [USA], falam sobre Logística


O 3º Fórum Logística Varejo, que acontecerá no dia 21 de maio em São Paulo, reunirá executivos do Varejo, e-Commerce e Indústria de Bens de Consumo para uma grande rede criativa de Troca de Experiências e Networking.

Os diretores do GPA - Cacau Show - Magazine Luiza - Dufry - Sears Holding [USA], serão alguns dos Cases a serem apresentados, além de palestras, painel de debates, speed dating com fornecedores, momento experiência e muito mais. Tudo para que você obtenha o melhor aproveitamento.

Confirme já sua participação neste momento tão importante de atualização para executivos da área.

+ Informações: http://www.portalsupplychain.com.br/hotsite/varejo/

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3? F?rum Log?stica Varejo
21 de maio de 2015 - Hotel Pullman Vila Ol?mpia
Oportunidades e desafios a serem superados  na ponta da Cadeia de Abastecimento
Case Internacional: Sears Holdings (Haver? tradu??o simult?nea [ingl?s/portugu?s])
Cases: Cacau Show, Dufry Brasil, GPA e Magazine Luiza
Inscri??es
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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Mudanças na Gestão da ALL

Diretor-presidente da ALL é destituído do cargo

O conselho de administração da América Latina Logística (ALL) aprovou em reunião nesta quarta-feira a destituição de Alexandre de Jesus Santoro do cargo de diretor-presidente. Para substituí-lo, foi eleito o engenheiro Julio Fontana Neto.

Também foram destituídos Henrique Franciosi Peterlongo Langon do cargo de diretor de ativos e Marcelo Tappis Dias do cargo de diretor de tecnologia e serviços.

Foi aprovada ainda a extinção da diretoria de produção e a criação da diretoria de produção da Malha Oeste e Malha Sul — assumida por Darlan Fabio de David — e da diretoria de produção da Malha Paulista e Malha Norte — para a qual foi indicado Daniel Rockenbach.

Os diretores eleitos exercerão o mandato em curso até a assembleia geral ordinária de 2015.

(Fonte: Valor Econômico/Thais Carrança)

Melhoras portuárias no Pecém

Novos equipamentos aceleram operações em Pecém


O Porto do Pecém, localizado no município cearense de São Gonçalo do Amarante, a 60 quilômetros de Fortaleza, está se estruturando para aumentar consideravelmente a movimentação de carga e descarga no terminal. Dois portêineres de grande porte, para operações de carga e descarga, devem entrar em funcionamento ainda neste semestre para operação de contêineres e atuação em navios conteineiros de última geração, após a conclusão das obras de alargamento do Canal do Panamá.

Também no primeiro semestre de 2015 o terminal portuário estará operando com mais quatro carregadores de menor porte para atender a demanda da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Esses equipamentos deverão ser usados para movimentar cargas em geral no Terminal de Múltiplas Utilidades (Tmut) de Pecém e também no manejo de contêineres e dos três milhões de toneladas de placas de aço que serão produzidas por ano na siderúrgica. "Com isso, o porto ficará em condições de atuar em qualquer situação de terminais de carga e embarcações", comenta Erasmo da Silva Pitombeira, presidente da CearáPortos, que administra o Porto do Pecém.

O porto do Pecém é um terminal off-shore, construído afastado da linha de costa e tem uma profundidade natural que chega a 17 metros sem a necessidade de dragagem. "Quando o custo da dragagem é zero o porto tem condições de praticar tarifas portuárias extremamente atrativas", confia Pitombeira. Segundo ele, são essas tarifas que atraem os grandes armadores para o terminal portuário do Pecém, além de uma estrutura moderna, com equipamentos modernos, com implantação de uma superestrutura extremamente limpa e de uma estrutura de administração enxuta. 

Pecém fica a seis dias da costa leste dos Estados Unidos e a sete dias da costa da Europa. "Todos esses fatores nos permitem colocar o porto do Pecém, não só em relação ao Nordeste, mas, também em relação ao Brasil como um porto de vanguarda", afirma. 

No ano passado, o Porto de Pecém registrou um movimento recorde de mercadorias da ordem de 8,2 milhões de toneladas, em comparação a 6,3 milhões de toneladas transportadas em 2013, o que significou um aumento de 31%. Os navios de granéis sólidos registraram incremento de 87%, movimentando 3,5 milhões de toneladas. 

As exportações cresceram 13%, enquanto as importações contribuíram com uma elevação de 36% no movimento. Nos dois primeiros meses de 2015, a movimentação de mercadorias no complexo de Pecém registrou uma variação positiva de 51%, em relação ao ano passado. Foram 1,6 milhão de toneladas movimentadas em comparação a 1 milhão nos dois primeiros meses do ano passado. Cimentos não pulverizados lideram as importações, enquanto calçados e frutas são os produtos mais exportados.

Gargalos ainda existem na operação portuária de Pecém, de acordo com o presidente da CearáPortos, principalmente por conta do crescimento constante do movimento. Para Jose Roberto Salgado, diretor-executivo de operações marítimas, logística e transporte intermodal, da Aliança Navegação e Logística, empresa do Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd, "infelizmente ainda temos hoje, tanto no porto de Pecém como no porto de Suape, taxas de produtividade de dez anos atrás, que não acompanham na mesma velocidade o crescimento da cabotagem brasileira". Além disso, assinala Salgado, existe uma limitação de volume por escala que restringe o desenvolvimento da cabotagem nesses portos.

Segundo ele, o Nordeste é a região que tem as maiores taxas de crescimento no mercado interno e assim tem peso considerável nos objetivos e orçamento da empresa na cabotagem. A empresa conta com 11 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais. E embarca todo o tipo de produtos industrializados e semimanufaturados produzidos nas regiões Sul e Sudeste e exportados para o Nordeste, sendo o carro chefe arroz, que sai de Rio Grande e Imbituba. "Esperamos crescer 20% esse ano e o Nordeste concentra grande parte desse crescimento", afirma Salgado.

Atualmente o Porto do Pecém opera com seis berços devendo trabalhar com 16 berços até 2016. A obra de ampliação do terminal portuário, em execução pelo Consórcio Marquise/QG/Ivaí, encontra-se com 45% de avanço físico total concluído, informa o executivo. O custo total está estimado em R$ 568 milhões. Dois novos berços de atracação ficam prontos este ano e serão voltados para a exportação de placas da siderúrgica, enquanto a Ferrovia Transnordestina utilizará provisoriamente o Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT), até ter o seu próprio terminal. 

Fonte: Valor Econômico/Genilson Cezar | Para o Valor, de São Paulo

Possível alteração na configuração dos portos brasileiros

Concentração é tendência no transporte

Duas grandes tendências no cenário mundial de transporte marítimo poderão alterar a configuração dos portos brasileiros: a concentração global dos armadores e a opção por navios de grande capacidade, acima de 20 mil TEUs - unidade que indica um contêiner de 20 pés. Nos últimos dois anos, pelo menos três grandes alianças globais se formaram: a 2M, que uniu as líderes MSC e Maersk; a Ocean Three, reunindo a francesa CMA CGM, a China Shipping Container Lines e a United Arab Shipping; e a G6 Alliance, formada por American President Lines, Hapag Lloyd, Hyundai Merchant Marine, Mitsui, Nippon e OOCL. Estima-se que 20 armadores no mundo respondam por 90% do mercado global de frete marítimo e mesmo os independentes estejam se associando a uma das três alianças.

"A capacidade somada dos armadores está crescendo mais do que a demanda por movimentação de contêineres; e, para reduzir o custo do frete e sobreviver, os armadores iniciaram um processo de consolidação via aquisições ou formação de alianças", diz Luiz Alves, presidente da TCP, Terminal de Contêineres de Paranaguá.

Ele explica que os navios crescem 30% de tamanho e capacidade a cada geração que surge, de quatro em quatro anos, evoluindo dos 1,7 mil TEUS de capacidade da primeira geração, na década de 1970, para os atuais 20 mil TEUs, da sétima geração.

Marcelo Araújo, presidente da Libra Terminais, acrescenta um terceiro movimento que seria a consolidação de serviços com os armadores operando a mesma rota. Somado à ampliação do tamanho dos navios, isso está colocando uma pressão significativa nos terminais do mundo inteiro, exigindo mais equipamentos e mão de obra. "Se antes você precisava de dois portêineres, em breve serão necessários cinco para aumentar a produtividade, pois a escala cresceu e o navio não pode ficar três dias parado no porto", diz Araújo.

Para Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), esse cenário fará com que, nas duas costas das Américas do Norte e do Sul, haja a formação de portos concentradores de grande capacidade. Para atender ao Brasil haveria três portos atuando como hub: Santos, que já é o maior porto da América do Sul; um segundo no Norte/Nordeste, a ser definido entre Belém, Pecém e Suape; e um terceiro no extremo Sul, que deverá ser disputado pelos portos da região - como Paranaguá, Itajaí e Rio Grande - e também pelo porto de Buenos Aires. Os demais portos brasileiros atuariam no feeder - distribuição de carga pelos demais portos a partir do hub - e isso estimularia a cabotagem.

"Para isso acontecer e o país receber navios de grande capacidade, o governo precisa investir em dragagem - a fim de aumentar a profundidade para, pelo menos, 15 metros - e em infraestrutura de acessos terrestres e marítimos. Os terminais terão de investir na ampliação dos cais - dos atuais 250/300 metros para, no mínimo, 400 metros - e na modernização da operação com novos equipamentos", alerta Manteli.

Alves, da TCP, diz que a política do governo para novos arrendamentos portuários, que prevê a multiplicação de terminais de pequeno porte, vai na contramão dessas tendências, pois o ideal seria ampliar os terminais já existentes. O Brasil é um mercado de 9 milhões de TEUs, disputado por 20 terminais de contêineres, o que faz com que os terminais sejam muito pequenos. Na Ásia, há terminais de 10 milhões de TEUs, mais do que todo o mercado brasileiro, onde o maior terminal, o da Santos Brasil, tem capacidade de 2 milhões de TEUs, mas movimenta 1,3 milhão.

"O projeto mais importante do governo é o programa de modernização dos terminais já existentes, com previsão de investimentos de R$ 11 bilhões. Mas esse programa precisa andar mais rápido", defende Alves. Até agora, só foram aprovados três terminais - Ageo, Copape I e Rumo -, e estão em vias de serem aprovados os projetos da TCP, Santos Brasil, CSN e Copape 2, que já passaram pela Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), mas ainda dependem de aprovação da Secretaria Especial de Portos - SEP.

"Outra boa iniciativa do governo será a de lançamento de concessões para dragagem, tornando o acesso marítimo uma espécie de rodovia com manutenção permanente", afirma o presidente da TCP.

Ele observa que hoje um navio que vai à costa brasileira faz de oito a dez escalas - quatro no Sudeste, duas no Nordeste, três no Sul e uma no Norte. No novo cenário, essas escalas vão ser reduzidas para quatro paradas, criando o conceito de concentração e feeder. "É especulação dizer hoje quais serão os portos concentradores. Vão assumir essa função os que tiverem terminais, profundidade e acessos adequados. Paranaguá tem a vantagem de ter uma ferrovia dentro do porto", diz Alves.

Cláudio Oliveira, diretor comercial da BTP, afirma que, além de Santos, onde a empresa opera, Suape tem um bom perfil para atuar como hub, pois, por condições naturais privilegiadas, não tem problema de profundidade, assoreamento e dragagem, além de estar bem mais próximo da costa americana que Santos.

Mas, diante do nível de competição com Suape, Pecém vem investindo fortemente em equipamentos e modernização, além de não ter problema de profundidade. E Sergio Fisher, vice-presidente de terminais e logística da Wilson Sons, acredita que os portos de Salvador e Rio Grande - onde a empresa opera terminais - também estão no páreo. Ele tem dúvidas quanto à criação de hub ports no Brasil alegando que a política de cabotagem é limitada.

"Não existem embarcações de cabotagem que deem conta do volume de carga de feeder. O que pode haver é algum nível de concentração; e, no Nordeste, os portos mais indicados são Suape e também Salvador, desde que consigamos a expansão do terminal, projeto de R$ 460 milhões já enviado para a SEP e a Antaq. E Rio Grande tem potencial para ser concentrador de carga de Montevidéu e Buenos Aires, sem as limitações de bandeira da cabotagem", analisa.

Fonte: Valor Econômico/ Carmen Nery | Para o Valor, do Rio

Artigo:Cabotagem atrai novos clientes e se moderniza

Com um crescimento de 20% desde 2008, a navegação de cabotagem tem atraído novos clientes, criado novos serviços, ampliado a frequência das rotas, ganhando espaço na matriz de transportes e se preparado para uma nova fase de expansão. Entre 2013 e o ano passado, cerca de 80% da frota da Aliança Navegação e Logística foi renovada, com navios entre 3800 a 4800 TEUs (contêineres de 20 pés), com maior capacidade do que os anteriores, com 1800 TEUs. O investimento coincidiu com o aumento da demanda: a carteira de clientes passou de 1.500 para 2.300 nos últimos anos.

"Do aço ao zinco, estamos transportando várias cargas em um momento em que as rodovias deverão se deteriorar ainda mais com o sobrepeso de 10% permitido após a negociação do fim da greve de caminhoneiros", diz Gustavo Costa, gerente de cabotagem da Aliança. Por conta da baixa eficiência do modal ferroviário na circulação de cargas dos centros urbanos do Sudeste, as siderúrgicas têm enviado, por navios, aço para o Nordeste e trazido para São Paulo sucata.

Instalada na Zona Franca de Manaus, a indústria de duas rodas - sejam motocicletas, sejam bicicletas - também tem sido um novo cliente, trazido há dois anos. "O modal ganhou força e tem um apelo ambiental forte, com as montadoras conseguindo reduzir 20% a emissão de gases de efeito estufa, com auxílio do envio de produtos entre o Norte e o Sudeste pela cabotagem", avalia Costa. O executivo aponta que o segmento está ingressando em uma nova etapa de transportadores marítimos. "Começamos a ter investimentos em terra", observa. No Sul, no porto de Itapoá (SC), foram aplicados R$ 40 milhões em um terminal retroportuário localizado a quatro quilômetros do porto.

Com o terminal retroportuário, a estratégia da empresa é dar ênfase maior ao negócio terrestre, oferecendo serviços como recebimento, movimentação, armazenamento e reparo de contêineres vazios, armazenagem de carga geral e contêineres cheios. "Ganhamos flexibilidade e novos serviços", comenta Costa, que ressalta que um terminal em Manaus será adequado e que também está sendo estudado um investimento em um terminal no Nordeste. "É uma etapa de expansão da cabotagem."

Empresas de diversos setores têm feito testes com a cabotagem. A Midea Carrier, do setor de climatização, trabalha na maior produtividade de sua logística. Há dois anos, iniciou testes com envio de produtos entre o Sudeste e a região Norte por meio da cabotagem. Hoje tem usado constantemente o modal para a rota entre os portos de Santos e Manaus, onde se concentra a produção.

Para chegar aos mais de 60 milhões de lares, espalhados pelas cinco regiões do Brasil, as fabricantes de cosméticos têm investido em abertura de centros de distribuição pelo país todo para reduzir o tempo de entrega média dos produtos e em novas formas de abastecer seus mercados consumidores, como a cabotagem. A Avon realiza testes de envio de materiais do Sudeste para o Nordeste por cabotagem. O primeiro embarque foi há dois anos e retomado em 2014. A Natura tem experimentado diversos modais para entregar seus produtos, com destaque para a cabotagem para as rotas entre Santos e Suape (PE) e Belém (PA).

Para Cleber Lucas, diretor de planejamento da Log-In, o segmento deverá continuar a crescer nos próximos anos, diante de um contexto em que o modal rodoviário segue pressionado. "À medida que a infraestrutura melhore, a tendência do custo rodoviário é aumentar", analisa. Ele observa que a recente greve dos caminhoneiros mostra que o setor tem dificuldades para atender à demanda.

Para suspender a greve, o governo flexibilizou alguns pontos da Lei dos Caminhoneiros, como a permissão para que os veículos de transporte de carga e de passageiros tenham uma margem de tolerância ao serem pesados: 5% sobre o peso bruto total e 10% sobre os limites de peso bruto por eixo de veículos à superfície das vias.

A medida foi criticada pela Associação Brasileira das Concessões de Rodovias (ABCR). O aumento do peso dos caminhões significaria pedágios mais caros. Isso porque os efeitos da sobrecarga sobre a vida útil dos pavimentos são de redução média de mais de 1,5 ano na vida útil do pavimento para 5% de sobrecarga e redução de mais de três anos na vida útil do pavimento para 10% de sobrecarga. Na ponta, isso significa acréscimo considerável do custo de manutenção das rodovias brasileiras, sejam elas públicas ou privadas; federais, estaduais ou municipais.

"A frota ainda é antiga, as estradas têm condições ruins, o sistema é pouco regulado, como mostra a Lei dos Caminhoneiros, o que indica pressões sobre o modal rodoviário, mas é importante notar que a tendência é de crescente intermodalidade, então é essencial ter uma cadeia eficiente. A entrega e coleta das cargas que viajam pelos navios chega por rodas", afirma Lucas.

Fonte: Valor Econômico/Roberto Rockmann | Para o Valor, de São Paulo

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Encontre Carreteiro para sua Carga



                       
mapa
                       

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Reduza o tempo e o custo com a localização e contratação de caminhoneiros terceiros (autônomos).


 

COMO FUNCIONA:


1) Adicione suas Cargas

Adicione uma nova carga e acesse imediatamente os caminhoneiros mais próximos do ponto de embarque

2) Encontre caminhoneiros

Encontre - no mapa, caminhoneiros disponíveis e saiba quais motoristas podem fazer o transporte para você

3) Faça contato direto com os caminhoneiros

Entre em contato direto com os caminhoneiros por telefone ou por mensagem, ainda acesse a ficha cadastral do motorista

4) Gerencie seus fretes

Gerencie seus envios em um único lugar e aumente sua produtividade operacional

5) Acompanhe a viagem

Visualize a posição do motorista contratado ao longo da rota até a entrega final da mercadoria, no destino

6) Acesse os melhores caminhoneiros autônomos com o TruckPad !

Ainda, você pode monitorar e acompanhar seus motoristas Favoritos*
 

Experimente o TruckPad - a ferramenta que Conecta o Caminhoneiro à Carga!

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mais de 35.000 caminhoneiros.

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