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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Artigo: Condominio Logístico em Fortaleza

LOG entrega primeira etapa do condomínio logístico de Fortaleza
Data: 23/04/2013
Foram concluídos 20.000 dos 108.000 m² previstos

A LOG Commercial Properties entrega na primeira quinzena de maio 20.000 m² dos 108.000 m² totais de ABL (Área Bruta Locável) referentes à primeira etapa do LOG Fortaleza, um dos maiores condomínios logísticos do Nordeste e também um dos mais expressivos projetos do portfólio da empresa. Localizado em Pajuçara, o empreendimento, que terá módulos adaptáveis de 1.300 a 108.000 m², está com obras adiantadas, já com a segunda fase (mais 20.000 m²) do projeto em andamento.
Direcionado a transportadoras, operadores logísticos, pequenas indústrias, grandes redes varejistas com necessidade de estocagem de material próprio, entre outras empresas, o LOG Fortaleza, quando totalmente construído, contará com nove galpões, pé-direito de 12m, piso industrial com capacidade de 6t/m², pátio de manobra de 36 a 48m, além de dois galpões cross docking. “Antecipamos também o inicio da segunda etapa, pois a procura está grande. Estamos em negociação com várias empresas interessadas em locação, que é a tendência do mercado”, explica Sérgio Fischer, diretor executivo da LOG CP.
Fischer explica que os galpões são uma solução importante para a economia de um país de dimensões continentais como o Brasil e que tem na malha rodoviária seu principal modal de transporte. De acordo com o diretor executivo, a principal vantagem é oferecer para empresas dos mais diversificados ramos de atividades toda a estrutura necessária à estocagem e à distribuição de seus produtos até os pontos de venda ou o cliente final, com a possibilidade de rateio dos custos comuns. “Se nos EUA a proporção é de 80% de imóveis locados para 20% próprios, no Brasil é exatamente o inverso; a grande parte do empresariado investe o que deveria ser empregado nas operações em imóveis próprios, arcando individualmente também com a manutenção desse espaço. Porém, hoje já temos a consciência de que é economicamente mais viável locar e dividir os custos com os demais locatários, reservando a maior parte dos recursos para a própria operação. Por isso, estamos investindo agressivamente nesse setor tão próspero”, explica o diretor.
Segundo Fischer, o país é carente de infraestrutura logística e a empresa quer levar a solução para as regiões com maior necessidade do recurso. “Estamos investindo na expansão desse modelo de galpões industriais para diferentes regiões, como o Nordeste. Nossa meta é nos tornar o maior player do mercado nacional”, completa. Outros diferenciais do empreendimento são: o espaçamento entre pilares de 22,5m, amplo estacionamento, prédio de apoio, vestiários, estação de tratamento de esgoto (ETE), restaurante, vigilância com circuito fechado de TV, o empreendimento conta com portaria 24 horas e serviço de jardinagem e manutenção em geral.


Fonte:http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=1186

Gestão da Operação de Transportes - PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Trasportes


 


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Formação de Engenheiros Logísticos TURMA X

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Treinamento
Gestão da Operação de Transportes
PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Transportes

Programa Técnico
 

1. Conceitos Básicos em Transportes

2. O que é o PCOT  Razões para a existência, benefícios, escopo de trabalho, interfaces, estrutura organizacional e atuação nas esferas estratégica, tática e operacional.

3. SLAs - Service Level Agreement e Contratos na Prestação de Serviços Logísticos

4. Indicadores de Desempenho na Gestão de Transportes

5. Tipos de Operações de Transportes e Atuação do PCOT

a. Carga lotação
b. Carga fracionada
c. Veículo dedicado

6. Veículos de Coleta e Entrega / Transferência

7. Redes de Transportes

a. Simples Linear
b. Complexa
c. Circuito
d. Radial

8. Modelos de Distribuição

a. Entrega direta
b. Cross-docking e transit-point
c. Merge-in-transit
d. Centros de distribuição CD
e. Centros de distribuição avançados CDA

9. Cubagem de Cargas no Transporte Rodoviário de Cargas

10. Consolidação e Unitização de Cargas

11. Dimensionamento de Frotas

12. Roteirização de Coletas e Entregas

13. Fatores de Produtividade das Frotas e Programas de Qualidade e Produtividade em Transportes


14. Gestão das Não-Conformidades em Transportes

15. Infra-Estrutura e Layout dos Terminais de Cargas

16. Custos de Transportes

a. Custos Fixos
b. Custos Variáveis
c. Taxas
d. Comportamento e importância dos custos

17. Soluções Tecnológicas em Transportes

a. TMS - Transportation Management System
b. Automação e Conferência de Fretes
c. Roteirizadores
d. Sistemas de Rastreamento e Telemetria
e. WEB / WAP

Palestrante

 

Marco Antonio Oliveira Neves, graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e pós-graduado em Administração da Produção e Finanças no CEAG da FGV-SP. Diversos treinamentos de extensão em Logística no Brasil e no Exterior. Atuação em empresas como Goodyear, Cia Cervejaria Brahma (atual Ambev), Cervecera Nacional, Ryder Logística e Deloitte Consulting. Atualmente é Diretor Presidente da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda, da NETLOG (voltada ao hunting e outplacement) e da Guepardo Serviços Técnicos. Palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (em mais de 10 países). Atua como consultor em logística (mais de 200 projetos realizados) e como palestrante. Nos últimos oito anos treinou mais de 15.000 profissionais de 3.500 diferentes empresas em diversos treinamentos abertos e in-company. É colunista da Revista Mundo Logística e da Revista Quatro Rodas, além de autor de mais de 350 artigos na área.

Inscrições

 

Através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br. No e-mail informe os dados do participante - nome, cargo e e-mail - e os dados da empresa para a emissão da nota fiscal e do boleto bancário - razão social, endereço completo, CNPJ e inscrição estadual.

A nota fiscal e o boleto bancário serão encaminhados pelo e-mail. Vencimento em 10 dias.


Investimento

700,00 - Setecentos reais por participante

Tabela de descontos

• 2 participantes da mesma empresa - 5 por cento 
• 3 ou mais participantes - 10 por cento
 
Inclusos no valor o certificado, coffee-break e material de apoio - pasta, caneta e bloco.
O material didático, em versão eletrônica - CD, será disponibilizado a todos os participantes.
Não será entregue material impresso.



Acessem também nosso novo portal de TREINAMENTOS ONLINE

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Descadastre-se enviando e-mail com assunto REMOVER para treinamento2@tigerlogonline.com.br

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Concessão de Ferrovias: Riscos e Regras do Novo Modelo

Grupos e Consórcios participarão, no dia 24 de Maio, do Fórum Concessão de Ferrovias: Riscos e Regras do Novo Modelo, em Sao Paulo. O evento de negócios acontecerá em um momento estratégico de mudanças com amplo debate sobre atração de investidores, questões contratuais e ambientais, novas tecnologias, alternativas de gerenciamento e de operação do modal.

PALESTRAS: VALEC, EPL, ANTT, ANTF, ADVOGADOS RENOMADOS

Inscrições com desconto: Andréia(11) 2364-0007

Saiba como os Aspectos Técnicos e a Atratividade desse novo modelo servirão de base para as futuras concessões.

Esclareça os novos desafios e oportunidades do Pacote de Concessões de Ferrovias que prevê a geração de demanda de 50 mil vagões e 3 mil novas locomotivas com perspectivas de renovação integral da malha ferroviária.

- Descubra como o novo modelo segregará as atividades do setor, distinguindo o prestador de serviços de operação e manutenção da malha do prestador de serviços de transporte. Como será acirrada a competição entre transportadores e como será formado um mercado de serviços acessórios?

Informações gerais
Data e Horário: 24/05/2013 Das 09h00 às 18h00
Local: Hotel Golden Tulip Park Plaza
Endereço: Alameda Lorena, 360, Jardins – São Paulo
Investimento:

Antecipe sua inscrição antes da virada da tabela e ganhe descontos! Mande email para: andreia@conceitoseminarios.com.br

Garanta sua vaga antes da mudança da tabela!

R$ 1790 para inscrições pagas até 26 de Abril (22% de desconto)
R$ 1990 para inscrições pagas até 17 de Maio
R$ 2290 para inscrições pagas até 23 de Maio

INCLUÍDO: - Material de Apoio (Guia de Palestras em dois formatos): Impresso: as palestras em uma apostila para anotações gerais Digital: as palestras copiadas em pen drive - Certificado de participação no curso - Alimentação (Welcome Coffee, Coffee break manhã e tarde e também Almoço) - Estacionamento do Hotel.


                                                                       Realização 
                                                           




quinta-feira, 18 de abril de 2013

Artigo:O logístico com o papel principal

O logístico com o papel principal

2011-09-05

Não é fácil opinar na importância do ambiente logístico em momentos que queremos que sejam de recuperação. Existem várias logísticas mas todas elas têm um denominador comum: a luta contra o tempo tentando ao máximo a sua compressão para tornar cada vez mais produtiva a nossa cadeia de abastecimento. Neste ambiente que ainda estamos a passar onde a palavra poupança está na ordem do dia, temos que respirar a responsabilidade de contribuir ainda mais para dentro das nossas organizações e diminuir o impacto psicológico que todo este panorama negativo nos esteve a causar nos últimos tempos.

A Logística de facto, sendo uma área de actividade transversal veste bem esse papel. Cada vez mais as operações logísticas numa empresa, seja ela de que ramo de actividade for, têm que possuir a capacidade de flexibilidade e de adaptação às realidades sociais onde se inclui também a conjuntura económica num ambiente de Micro, Meso ou Macro Logística. A partir do momento em que a logística se tornou como "a actividade de todos os ganhos se for bem gerida", passou a ter um papel fulcral na compressão e eliminação da "matéria gorda" que os dirigentes das empresas se lembram ainda mais em tempos de crise e colocam como primordial nos objectivos a atingir. É assim a vida de um logístico, gratificante pelo papel principal que agora tem, ingrata porque está inserido num ambiente de indicadores muito objectivos e de constante compressão.

Começamos agora a ter indicadores mundiais de retoma económica em alguns dos principais mercados. Para todos nós em geral esta notícia é obviamente positiva mas para um logístico em particular que está habituado a pensar "produtividade" muitas vezes em ambientes adversos é a continuação de uma caminhada que se pode tornar mais motivante porque vê o seu trabalho atingir resultados mais depressa. Mas acima de tudo compete aos dirigentes das empresas aproveitarem os momentos recém passados onde se teve que fazer reengenharia de processos em todos os seus departamentos para minimizar os tempos difíceis, terem a capacidade de continuar um trabalho agora de consolidação dessas mudanças.

Como? Entre outras coisas optimizar cada vez mais as suas cadeias de abastecimento, assumir em alguns casos que a logística e os logísticos têm uma intervenção fundamental nesse processo de optimização. Em suma, assumir que é na optimização constante das cadeias de abastecimento que se podem continuar a poupar euros, tendo sempre presente a recente aprendizagem nos tempos em que agora mais do que nunca é vital uma focalização constante para os gastos desnecessários.

A aprendizagem inovadora continua a assumir papel preponderante no sucesso de um profissional de logística. Nesta constante procura de melhores resultados, as possibilidades de erro devem diminuir. O erro diminui se aprendermos, e as formações práticas e inovadoras continuam a ter o seu lugar fixo de importância em todas as organizações. Como optimista que sou, tenho o hábito de retirar de uma má experiência sempre o lado positivo. Nestes tempos difíceis os logísticos ficaram com a importância do seu papel reforçada porque tiveram a habitual capacidade de focar o seus objectivos que nunca foram muito diferentes como por exemplo: ajudar na decisão da tipologia de uma embalagem para a decisão de fabricação de um determinado artigo, decidir o melhor método de armazenagem ou o melhor meio de transporte. Para tomar as melhores decisões temos que aprender e estarmos actualizados.

O nosso papel principal reforçou-se, imaginem se a retoma for uma realidade crescente o que vamos poder fazer…

 

Carlos Machado (Director de Logística da Rodo Cargo – Grupo Barraqueiro)

 Fonte: http://www.24horasdelogistica.sfori.com

terça-feira, 19 de março de 2013

Artigo: Tigerlog

POR QUE ESTÁ CADA VEZ MAIS DIFÍCIL E INVIÁVEL ENTREGAR NAS CIDADES DE SÃO PAULO E DO RIO DE JANEIRO? 

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, 
Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda 


O mês de março, em seus primeiros 10 dias, registrou altíssimos índices de congestionamento em São Paulo, inclusive marcado o recorde do ano, no dia 08, com 261 km, nas vias monitoradas pela CET - Companhia de Engenharia de Tráfego. Vale lembrar que o dia 01/06/2012 registou o maior trânsito na história de São Paulo, com 295 km. Segundo dados da empresa Maplink, que utiliza a tecnologia GPS instalada em milhares de veículos, o congestionamento foi de 562 km nessa data. 

A cidade de São Paulo tem mais de 15.000 km de vias, mas a CET monitora apenas 5,4 por cento das vias, o que equivale a 868 km do total existente, porém pretende expandir o monitoramento para 3.304 km de vias até o final de 2016. 

Estudo recente feito pelo IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, constatou que a os moradores das grandes metrópoles brasileiras enfrentam trajetos de casa para o trabalho entre os mais demorados do mundo; a Grande São Paulo passou a ter o trajeto mais demorado do país, ultrapassando a região metropolitana dao RIo de Janeiro. Em média, os paulistanos e habitantes dos municípios vizinhos gastam 42,8 minutos no deslocamento de suas residências ao trabalho; no Rio de Janeiro são 42,6 minutos. Em outras sete metrópoles brasileiras analisadas e no Distrito Federal a demora é bem menor, mas em geral é crescente, com exceção da cidade de Porto Alegre - RS. 

Em São Paulo a tendência é crescente; em 1992 o tempo médio de deslocamento era de 38,2 minutos; em 2002 saltou para 40,0 minutos e em 2012 para 42,8 minutos. No Rio de Janeiro os números permaneceram praticamente estáveis, apresentando um pequeno aumento, saindo de 43,6 minutos em 1992, para 42,1 minutos em 2002 e 42,6 minutos em 2012. Cidades como Recife - PE e Salvador - BA apresentaram tempos médios de 34,9 minutos e 33,9 minutos respectivamente. Cidades como Curitiba - PR, Fortaleza - CE e Belém - PA também vem apresentando evoluções significativas nos tempos de trânsito, com tempos superiores a 32 minutos por trajeto. 

A frota do município de São Paulo está prestes a atingir 7,5 milhões de veículos e a incrível marca de 1,5 habitante por veículo, índice semelhante a de cidades européias e norte-americanas. Desses quase 7,5 milhões de veículos, 72,2 por cento são automóveis, 12,9 por cento são motocicletas, 10,9 por cento são camionetes, microônibus e utilitários e apenas 3,1 por cento correspondem a caminhões e reboques/semi-reboques. Diante desses números, podemos concluir que os caminhões são os grandes vilões dos congestionamentos nas grandes cidades? 

Nos últimos anos, as cidades têm adotado políticas restritivas à circulação dos veículos de transporte de cargas, obrigando as Transportadoras a utilizarem alternativas cada vez mais caras e menos produtivas. Isso afeta diretamente o custo do frete e o preço final das mercadorias. 

Um veículo de porte médio, transportando 6 a 8 toneladas teria um custo de R$ 50 a R$ 70 por tonelada, enquanto que um veículo do tipo VUC (Veículo Urbano de Carga), habilitado para cicular em São Paulo, terá um custo de R$ 200 a R$ 300 por tonelada. Um veículo VLC (Veículo Leve de Carga) terá um custo de R$ 100 a R$ 200 por tonelada. 

As políticas restritivas, combinadas à ineficiência da operação nos canais de distribuição (em especial o setor varejista), geram um custo proibitivo, inviável para diversos tipos de mercadorias e para diversas Transportadoras. Não há TDE - Taxa de Dificuldade de Entrega ou o pagamento de diárias de motoristas que remunere adequadamente o serviço prestado. 

Muitas dessas Transportadoras estão realmente avaliando a viabilidade técnica e econômico-financeira de continuar atendendo a Grande São Paulo e os municípios da zona metropolitana do Rio de Janeiro. E como esse fenômeno não se restringirá apenas a essas duas metrópoles, podemos esperar reação semelhante de outras empresas em cidades como Curitiba, Florianópolis, Blumenau, Joinville, Salvador, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Vitória, Vila Velha, Cariacica, Manaus, Belém, Goiânia, etc. 

Essas Transportadoras têm investido continuamente no treinamento de seus tripulantes, na renovação da frota, em sistemas de comunicação em tempo real, em segurança, etc., mas sem a devida contrapartida financeira. Como sustentar tudo isso a médio e longo prazo? 

Mais do que simplesmente repassarmos essa ineficiência ao preço das mercadorias, algo precisa ser feito, envolvendo o poder público, especialistas do setor, Transportadoras e os canais de distribuição mais representativos. 

Caso contrário, veremos importantes players do setor abandonarem o trecho final de um complexo processo chamado distribuição. Queremos que esses protagonistas do mundo logístico continuem atuando ou preferiremos repassar isso a empresas despreparadas e incapacitadas para tal? 

Pense nisso! Bom trabalho! 

segunda-feira, 18 de março de 2013

A Logística do Circo!

Supricel será responsável pela logística do Cirque du Soleil 



A Supricel logística será a principal empresa responsável pelo deslocamento dos equipamentos do Cirque du Soleil na temporada de 2013. A empresa foi contratada pela Waiver, responsável por toda a logística do espetáculo.

Neste ano serão necessários cerca de 100 caminhões para mais de 1200 toneladas de equipamentos, além dos três geradores que fornecem a eletricidade para mover todas as engrenagens do Cirque. Para se ter uma ideia, só a arquibancada comporta 2775 lugares. “Pela magnitude da operação, envolvendo 6 destinos diferentes, eu destaco a presença da Supricel em todas as pontas, do começo ao final da operação. Nos anos anteriores, sempre havia um responsável com informações precisas e atento a cumprir os prazos de carga e descarga, por este motivo, neste ano, novamente a parceria se consolidou”, comenta Fabiano Miranda, coordenador de transporte da Waiver Logistics.

A relação entre a Supricel e a Waiver começou em 2009 na turnê do espetáculo Quidam. “Na turnê 2011-2012, a Supricel foi a principal transportadora do Cirque du Soleil no Brasil, transportando os equipamentos por oito estados brasileiros”, comenta Carlos Alberto Olmos, diretor corporativo da Supricel Logística.

Ele explicou que entre os principais desafios da logística para este espetáculo estava o gerenciamento das janelas de carga e descarga, a disponibilidade de carretas para diferentes tipos de cargas, o processamento dos conhecimentos relacionados ao carregamento em cada cidade e a preservação da integridade das cargas durante os deslocamentos. “Nesse sentido, o fato da Supricel possuir filiais em todas as cidades pelas quais o espetáculo passou facilitou toda essa operação. A capilaridade da estrutura da Supricel Logística, por conta de suas 40 bases espalhadas no Brasil, já no início mostrou seu benefício por servir de apoio no recebimento dos equipamentos”, explicou Olmos.

Para garantir que não houvesse contratempo, 100% dos conjuntos de equipamentos foram monitorados pela SCO (Supricel Central de Operações), que funciona 24 horas. Além da segurança da carga, a SCO conferiu estabilidade para a operação, cumprimento dos prazos e informação atualizada para tomada de decisão da equipe Supricel/Waiver. “Toda essa estrutura fez com que nós obtivéssemos nível excelente de satisfação do cliente, apurado durante a operação através de pesquisa qualitativa e reuniões presenciais com a equipe Supricel/Waiver após cada trecho. Essa pesquisa aborda cordialidade no atendimento, comunicação assertiva em caso de impossibilidade no atendimento, apresentação de documentos e cumprimento dos prazos”, afirmou Olmos.





domingo, 10 de março de 2013

Artigo: Gestão de Riscos, caso Bauducco.


Gestão inteligente de riscos em logística deve partir da análise da operação


Gestão inteligente de riscos em logística deve partir da análise da operação
Da esq. para a dir.: Homero de Carvalho Bastos, diretor da Bauducco; Roque Cifu, vice-presidente do comitê de Logística; e Bruno Muniz de Almeida, sócio da ICM Brasil
Nas atividades de logística, a definição dos contratos de seguro deve partir de premissas levantadas na operação e não apenas do orçamento pré-determinado pelo setor financeiro. O conceito, chamado de “inteligência de riscos”, permite ganhos de eficácia e racionalização de custos de frete.
Essa é a tese defendida por Bruno Muniz de Almeida, sócio da IMC Brasil, empresa de gestão de seguros corporativos e gerenciamento de risco. Ele foi palestrante no comitê aberto de Logística da Amcham-São Paulo nesta quinta-feira (07/03).
O encontro debateu gestão de riscos na cadeia logística e focou o case da Bauducco, apresentado pelo diretor de Logística e Distribuição da companhia, Homero de Carvalho Bastos. A Bauducco reformulou seu gerenciamento de riscos e a contratação de seguros com base no conceito de inteligência.
Segundo Almeida, o conceito é aplicável em outras áreas que requerem seguro, mas é novo no setor de transportes. Ele diz que as empresas, no geral, continuam contratando seguradoras com base no limite fornecido pela área de finanças, tendo de adequar o transporte ao contrato firmado.
“Fazem assim com objetivo de pagar mais barato, mas nem sempre o contrato atende às reais necessidades da operação. Parte dos custos do seguro não tem finalidade. O ideal é um seguro com cobertura e exigências sobre riscos que realmente existam”, contrapõe. “Agora, a discussão não é mais o seguro, mas o gerenciamento de riscos, e o foco está no operador, que tem a responsabilidade de entregar a mercadoria”, define.
Diagnóstico
Almeida propõe fazer análise de toda a operação e, a partir dos riscos identificados, moldar o seguro. De acordo com ele, a maioria das negociações desconsidera a realidade do próprio mercado, como limites de carga aquém do que poderia ser transportado com segurança, exigência de perfil de motorista incompatível a prática e escolta em trechos com baixos índices de roubo.
“Pedem motorista que não tenha dívida [por motivos de segurança], mas qual brasileiro não é endividado? Exigem também veículos com rastreador, sendo que apenas entre 10% e 15% da frota do país são rastreados”, exemplifica.
Almeida aponta que o ideal, na análise da operação, é considerar o risco que pode ser assumido e trabalhar estratégias para mitigá-lo. “Tenho um cliente que preferiu não fazer seguro porque o gerenciamento de riscos é tão controlado que ele considera melhor assumi-los e pagá-los, se for necessário”, comenta.
O plano de gerenciamento de risco deve ter uma gestão integrada com base nas informações do transporte. Almeida propõe que esse planejamento seja acertado entre o gestor de logística, a seguradora, a corretora de seguros e um profissional isento, que possa mediar a negociação ante os interesses de cada parte.
Resultados
Bastos, da Bauducco, apresentou na reunião da Amcham os resultados do gerenciamento de riscos integrado que foi implementado na companhia há 13 meses – antes, era conduzido pela corretora de seguros, que também fazia a corretagem. A fabricante de alimentos, uma das maiores do País, tem cadeia de distribuição que corta o território nacional, do Rio Grande do Sul ao Ceará. “A Bauducco tinha crescimento em vendas e market share, então os riscos e sinistros aumentaram [conforme a operação se expandiu]”, comenta.
Segundo Bastos, a equipe identificou que, à medida que havia ineficiência no gerenciamento de riscos, o preço do seguro crescia. “Mapeamos todos os vetores de supply chain para chegar à raiz do problema. A análise dos sinistros mostrou um problema crônico em carga e descarga”, cita.
O processo abrangeu ainda uma auditoria de transportadores e análise da área em que o transporte é realizado e da operação dos funcionários. Em seguida, a empresa adotou ações corretivas e preventivas. Em 11 meses, houve redução de 42% nos sinistros, 30% nos prejuízos com transporte, 38% nos custos de gerenciamento de risco e 43% em seguros. “Tivemos melhora no nível do serviço e nas finanças”, relata.
** A reprodução deste conteúdo é permitida desde que citada a fonte Amcham.
Fonte: http://www.amcham.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Muito bom!!!


AbralogMail - curso de Transporte e Distribuição, dias 19 e 20 de Março de 2013


  

Promover requisitos da habilitação técnica para as decisões sobre transportes e distribuição dentro das operações logísticas na gestão da cadeia de suprimentos. Demonstrar os efeitos benéficos que o transporte e a distribuição têm sobre a sociedade, tais como a disponibilidades de produtos, à contribuição na extensão dos mercados, à competitividade na relação com os concorrentes, aos custos da terra, mas principalmente, promovendo a integração entre sociedades e suas respectivas organizações.
Negociação de fretes, tarifas e cargas. Roteirização e monitoramento dos translados e tráfego. Fiscalização de trânsito e veículos. Dimensionamento e substituição de frotas. Organização e controle da manutenção da frota. Organização e controle de manutenção de equipamentos e instrumentos de apoio. Elaboração e emissão de documentos. Desenvolvimento de sistemas de distribuição. Restrições de tempo e capacidade. Acomodação de cargas e passageiros. Previsão e controle de custos operacionais. Penalidades e medidas administrativas no transporte e distribuição. Transferência de c argas e remessa direta.

Rua Surubim, 577 - Brooklin
04571-020 - São Paulo/SP

Das 8h00 às 17h00
Dias 19 e 20 de Março

16 horas

Central de Atendimento: (11) 3668-5513/(11) 3884-5930 - e-mail: juliana.carminati@abralog.com.br