sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Superando limites
Um antigo gerente gostava de dizer que "não estamos em guerra", tentando minimizar o vigor na tomada de decisões nas operações. Mas ele estava enganado!
A Operação Logística precisa ser um ambiente de superações diante de constantes desafios confrontados. O que isto senão uma saudável e necessária guerra?
E neste cenário ter uma equipe de confiança e comprometida com o processo é fundamental para a superação de metas.
O Gestor Logístico precisa crer na capacidade de sua área de superar estas limitações.
São homens que executam planos e estratégias, que entregam o resultado.
Nas Operações Logísticas, tanto como na guerra, vencemos com disciplina e estratégia, mas também com arrojo, trabalho em equipe, liderança e lealdade.
RM
Valorizando a Logística!
Seminário SEP de Logística em Fortaleza- Ainda dá tempo!!!
- E segue, de vento em popa, o VII Seminário SEP de Logística no Hotel Gran Marquise na praia do Mucuripe.
- Mobilizar e reunir em um mesmo ambiente os principais atores do setor logístico, comércio exterior, transporte, exportadores e importadores foi um sucesso nas edições anteriores, e nesta o resultado se desenha favorável.
- Discutir a logística e os modais como fator de interação comercial e fomentador do desenvolvimento entre as regiões brasileiras é um dos focos, bem como discutir a competitividade do Brasil no cenário internacional.
- Os participantes interagem e realizam intercâmbio, possibilitando a troca de experiências proporcionado por um ambiente adequado para a realização de networking.
Artigo: Investimento em logística cria novo corredor para exportação
O Mapa observa o desenvolvimento de um marco logístico para a exportação de grãos na Região Norte do País, com projetos de portos e meios de escoar a produção, mas destaca aportes que são exclusivos da iniciativa privada e dos governos estaduais, reconhecendo que não existe previsão de investimento do governo federal em logística para a nova fronteira agrícola do Brasil.
Os empreendimentos portuários em andamento são bancados por companhias estaduais e concessões ao setor privado. É o caso do Porto de Outeiro, em Belém (PA), estimado em cerca de R$ 700 milhões, que, para se tornar o maior terminal de grãos do País, deve ser arrendado, ainda este ano. O empreendimento tem potencial para movimentar anualmente dezoito milhões de toneladas de produtos agrícolas, e pecuários, segundo a Companhia Docas do Pará.
Já o Terminal de Grãos do Maranhão (), que deve levar o estado ao terceiro posto na exportação brasileira de grãos, deve receber R$ 22 milhões de cinco concessionárias, além de R$ 4 bilhões do BNDES, cedidos ao governo estadual e administrados pela Empresa Maranhense de Administração Portuária.
Localizado no Porto do Itaqui, em São Luis (MA), O Tegram teve sua pedra fundamental lançada no último dia 7. O complexo elevará a capacidade do Itaqui dos atuais 2,5 milhões de toneladas de grãos ao ano para quinze milhões de toneladas até 2020 — número equivalente a um terço da capacidade instalada para exportação de grãos pelos portos do norte e do nordeste. “A partir dessas melhorias, será possível reduzir as distâncias percorridas e o custo logístico, em percentual próximo de 30%, possibilitando aumento da renda dos produtores rurais e a competitividade dos produtos nos mercados internacionais”, afirmou o ministro, destacando também a ampliação da malha ferroviária do País, com a concessão de trechos da Ferrovia Norte-Sul, que se prolongará até os Portos de Belém e Paranaguá.
A região conhecida por Matopiba, que abrange os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e o oeste da Bahia, concentra os investimentos em infraestrutura do agronegócio. Ontem, Mendes Ribeiro Filho reconheceu a necessidade de se investir em terminais logísticos intermodais para que se acompanhe o crescente ritmo de produção. “Precisamos ampliar a oferta dos modais ferroviário e hidroviário, assim como ampliar a capacidade operacional dos portos. Outro segmento sujeito a grande pressão é o da armazenagem, mas um escoamento mais ágil da soja certamente dará espaço para armazenar milho, cujo volume também será ampliado”, observou o ministro.
“Em síntese, o aumento da produção deve ser enfrentado com alguns ajustes nos processos e nos segmentos de logística. Dessa forma, o País conseguirá escoar adequadamente suas riquezas, dado a experiência adquirida ao longo dos anos com os sucessivos aumentos produtivos no setor agrícola”, comentou.
Questionado sobre a participação do governo nas exportações do ano que vem — quando parte dos projetos já deverá ser entregue —, o ministro disse que, “como os preços atuais estão em níveis elevados, parte da produção já foi comercializada antecipadamente, garantindo liquidez, o que não deverá implicar a necessidade de apoio do governo”.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que as exportações da próxima safra brasileira de grãos sejam menores do que as de 2012/2013: quinze milhões perante dezenove milhões de toneladas, por conta da recuperação das lavouras norte-americanas, que, por terem quebrado este ano, deram vez ao produto do Brasil.
A respeito do seguro rural, o ministro disse que, neste ano, R$ 174 milhões já foram disponibilizados aos produtores rurais no Brasil — conforme aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). “Também estão em tramitação no Congresso Nacional outros R$ 100 milhões de crédito suplementar”, apontou o ministro. O total possível para 2012, de R$ 274 milhões, representa aumento de 8,3% na área coberta pelo Programa de Subvenção.
“Com a evolução do mercado de seguro no Brasil, o que se espera é que os produtos sejam aperfeiçoados para melhor atender às necessidades dos produtores”, disse Ribeiro Filho.
Fonte:Panorama Brasil/Bruno Cirillo
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Artigo: Ceará terá R$ 1,6 bi para transportes
Portos
Só para o Pecém, por exemplo, maior equipamento do gênero no Ceará, estão previstos aproximadamente R$ 794 milhões.
As intervenções mais importantes no local - a colocação de uma correia transportadora de minérios e a segunda etapa de ampliação do porto -, que juntas somam investimento de R$ 781,4 milhões, ainda aguardam processo licitatório, segundo informou a Cearáportos, empresa que administra o lugar. A previsão de entrega, uma vez assinada a ordem de serviço, é de aproximadamente 30 meses.
Entre as maiores obras, a dragagem de aprofundamento, que custou aproximadamente R$ 54,6 milhões, está em fase final, sendo realizada a batimetria (medição da profundidade). E ainda a construção do Terminal de Passageiros, orçado em R$ 149 milhões, em andamento, com previsão de entrega para abril do ano que vem.
Porém, em se tratando de logística de transportes, terminais portuários não sobrevivem sozinho, necessitam do apoio de outros meios de transporte. É o que lembra o secretário de Infraestrutura do Ceará, Adail Fontenele. Conforme disse, duas grandes intervenções no modal rodoviário estão sendo conduzidas pelo governo do Ceará para apoiar os dois portos existentes.
Estradas
"Uma delas é a duplicação de 32 quilômetros de rodovias estaduais, o chamado Anel Viário, ligando as BRs 116 e 222, facilitando, assim, o acesso aos dois portos. Ao mesmo tempo, temos o Arco Metropolitano, que, ao contrário, passará por fora de Fortaleza, também ligando rodovias estaduais e federais até o Porto do Pecém. Serão mais 110 quilômetros de estradas duplicadas", explica.
De acordo com Adail Fontenele, os dois projetos somam aproximadamente R$ 640 milhões em investimentos, sendo que os R$ 340 milhões referentes ao Anel Viário são recursos do governo federal, mas com execução sob a responsabilidade do governo do Ceará.
Além do que, nos últimos cinco anos, os aportes em rodovias no Estado, chegam a R$ 1,73 bilhão, sendo que o equivalente a R$ 1,1 bilhão referem-se a obras de duplicação, construção e recuperação já entregues, com o restante em andamento, licitado/contratado, em licitação ou ainda em projeto.
Plano diretor
Sem contar, explica o Departamento de Rodovias Estaduais (DER), vinculado à Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), O Plano Diretor Rodoviário que servirá de ferramenta para nortear a política de logística de transporte rodoviário com a integração com os demais modais de transporte.
Mudanças
"Está ocorrendo uma mudança na atuação do DER, com a adaptação de algumas rodovias estaduais para permitir o transporte de cargas pesadas, dando acesso às rodovias federais (as BRs) a fim de escoar a produção do Interior do Ceará. O Estado quer dar novos caminhos para descentralizar e desenvolver também o Interior", completa o secretário Adail Fontenele.
Modificações
"Está ocorrendo a adaptação de algumas rodovias estaduais para permitir o transporte de cargas pesadas".
Adail Fontenele, Secretário de Infraestrutura
Fonte:Diário do Nordeste(CE)/ANCHIETA DANTAS JR.
Falta 01(um) dia para o inicio do VII Seminário SEP de Logística
O evento objetiva atrair o produtor, o transportador (terrestre, rodoviário e ferroviário, aéreo e marítimo) e o consumidor (ou demandante), atores de papel preponderante dentro desta cadeia produtiva, contando também com a participação dos agentes de armazenagem e os portuários. Estarão presentes personagens importantes que atuam nesse processo, como facilitadores, os agentes aduaneiros, alfandegários e demais prestadores de serviços.
Se você é estudante, profissional, utilizador ou simpatizante das atividades Logísticas não pode perder este evento, que a cada ano marca Fortaleza como um cenário Logístico promissor.
domingo, 11 de novembro de 2012
Só no Brasil: Logística, um transporte de vento- Parte 2
1. Falta de uma carga retorno;
2. Demora em conseguir uma carga retorno; e
3. Custos de equipamento parado.
Muitas vezes, o fato do caminhão realizar um trajeto vazio não é sinônimo de prejuízo, uma vez que o frete no próximo destino, o que é garantia, será atrativo para cobrir as perdas realizadas no trajeto ocioso.
Outro ponto é que essa dificuldade nos retornos dos veículos encarece muito o frete, pois as empresas precisam fazer ações para garantir que não ocorram atrasos significativos na distribuição, e essa ação é elevar o valor do frete significativamente - aumentado os custos logísticos.
No Brasil o modal rodoviário é o responsável pela maior parcela de cargas movimentadas. Muitos modais são escassos ou limitados, mas a tendência já que a logística está em crescimento constantemente é que todos os meios de transportes sejam desenvolvidos o que proporcionará mais agilidade na distribuição e uma maior satisfação no alvo que é o cliente.
Arnoldo Soares
Nota:Vale tira do papel a VLI, sua empresa de logística
| A Vale decidiu tirar do papel uma nova empresa chamada Valor Logística Integrada (VLI), que abrange ferrovias e portos para transporte de carga geral. Por enquanto, a VLI é 100% da Vale, mas o Valor apurou que a direção da companhia busca capital de parceiros internacionais. Dois projetos da nova companhia exigirão investimentos de R$ 8 bilhões. No âmbito das ferrovias, a VLI terá a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e a Norte-Sul. No segmento de portos, terá o Porto de Mearim, no Maranhão, em fase de implantação, e o TUF, antigo terminal da Ultrafértil no porto de Santos, que anteriormente ficaria com a Vale Fertilizantes. A VLI foi constituída com o nome de Vale Logística Integrada, no ano passado. Os planos da mineradora incluiam uma oferta inicial de ações na bolsa, mas foram alterados para abrir espaço para sócios estratégicos. O presidente da Vale, Murilo Ferreira, apresentou o plano à presidente Dilma Rousseff durante encontro no Planalto, em 25 de outubro, após divulgação do balanço trimestral da Vale. Fonte: Valor Econômico S.A. |
Artigo: QUE TAL DESENVOLVER A SUA ÁREA DE ENGENHARIA LOGÍSTICA?
Através da engenharia logística podemos desenvolver e implantar soluções técnicas altamente personalizadas às nossas necessidades e expectativas, e diferenciadas das soluções adotadas pelos principais concorrentes.
Contar com inteligência em logística deixou de ser um caro luxo e se transformou em um importante diferencial competitivo. Afinal, você pretende se tornar um sobrevivente bem sucedido ou uma estatística de mortalidade entre as empresas que não mais existem?
A logística está entre as três competências básicas de qualquer empresa. Cada vez mais ganha importância entre as atividades essenciais das empresas como Produção, Vendas, Pesquisa e Desenvolvimento, Finanças, etc.
Várias são as aplicações práticas da inteligência logística. Envolve desde pequenos aperfeiçoamentos na operação atual, passa pela implantação de soluções que envolvam novas competências na gestão e na operação logística e chega a projetos inéditos, que tratem por exemplo, da construção de um novo Centro de Distribuição ou da implantação de um sistema WMS, que movimentarão cifras representativas.
Sem uma área de engenharia logística, por exemplo, como viabilizar de forma bem sucedida, a atuação da sua empresa no comércio eletrônico? Como poderemos separar caixas ou itens individualmente, embalá-los da forma adequada e entregar no prazo e nas condições acordadas com o Cliente?
Outro exemplo de aplicação seria o redesenho e redimensionamento da malha logística, reavaliando o modelo operacional existente, o nível de serviço aos canais de distribuição utilizados e os custos correspondentes.
Infelizmente não existe uma formação específica para Engenheiros Logísticos no Brasil, equivalente a Engenharia Civil ou Engenharia da Produção. O aprendizado ocorre na prática, na base da tentativa e erro. Importantes horas acabam sendo desperdiçadas nessa atribulada missão.
O trabalho da engenharia logística é incessante. Atua sob uma perspectiva de aperfeiçoamento contínuo, na qual os desafios são cada vez maiores. Aumenta o grau de complexidade, exigindo do Engenheiro Logístico conhecimentos cada vez mais específicos, como legislação fiscal / tributária, seguros em transportes, estatística avançada, pesquisa operacional, engenharia econômica, etc.
Dispor de um ou mais recursos dedicados pode parecer caro. Não dispor de pessoal capacitado e dedicado a acrescentar novas competências logísticas poderá custar mais caro ainda! Por isso, trate a engenharia logística como algo essencial, e não supérfluo. Não encare como custo, mas como investimento, um investimento que permitirá à sua empresa transpor fronteiras até então desconhecidas!
Capacite a sua equipe e colha os resultados! Boa sorte!
TREINAMENTO - FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS LOGÍSTICOS - TURMA IX
CONFIRMADO
26 a 29/11 das 08h00 às 20h00 - SP
Investimento - 3.000,00 em 5x de 600,00
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sábado, 10 de novembro de 2012
Fwd: P/ Blog
Só no Brasil: Logística, um transporte de vento
Quase metade dos caminhões que circulam pelo país transita pelo quadrilátero formado pelas cidades de Sorocaba, Campinas, São José dos Campos e Santos, tendo São Paulo como centro de destino ou a origem das cargas. O que sobra em movimento, porém, falta em lógica. Um estudo da Secretaria de Transportes e Logística do estado identificou que, em mais de 40% das viagens, os caminhões transitam vazios, o triplo da média americana. Muitos deles andam vazios porque só servem para transportar um tipo de carga – caso do açúcar e do álcool. Para esse tipo de mercadoria, seria melhor utilizar trens, dutos ou barcos, mas a oferta desses meios é ainda insuficiente. Faltam também no país centros de distribuição que permitiriam às empresas armazenar os produtos e transportá-los com mais inteligência.
Percentual de viagens de caminhões vazios por ano:
| 46% | São Paulo |
| 23% | União Europeia |
| 17% | EUA |
Esse índice elevado de desocupação equivale a uma frota de 40 milhões de caminhões circulando vazios por ano formariam uma fila de 352km a distância entre as cidades de São Paulo e Belo Horizonte. Um percurso de 8 milhões de quilômetros – o eu corresponde a 32 viagens de ida e volta ao planeta Marte. O consumo de 2bi de litros de diesel – suficiente para dar 300 000 voltas ao mundo numa picape. A emissão de 5mi de toneladas de gás carbônico – poluição produzida pela queima de 5 300 Km² de mata, a área de 3 cidades de São Paulo. Desperdício de 13bi em gastos operacionais e tempo perdido – dinheiro suficiente para a construção de 32km de linhas de metrô.
Fonte: Revista Exame, ano 45, edição 997.