| A Vale decidiu tirar do papel uma nova empresa chamada Valor Logística Integrada (VLI), que abrange ferrovias e portos para transporte de carga geral. Por enquanto, a VLI é 100% da Vale, mas o Valor apurou que a direção da companhia busca capital de parceiros internacionais. Dois projetos da nova companhia exigirão investimentos de R$ 8 bilhões. No âmbito das ferrovias, a VLI terá a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e a Norte-Sul. No segmento de portos, terá o Porto de Mearim, no Maranhão, em fase de implantação, e o TUF, antigo terminal da Ultrafértil no porto de Santos, que anteriormente ficaria com a Vale Fertilizantes. A VLI foi constituída com o nome de Vale Logística Integrada, no ano passado. Os planos da mineradora incluiam uma oferta inicial de ações na bolsa, mas foram alterados para abrir espaço para sócios estratégicos. O presidente da Vale, Murilo Ferreira, apresentou o plano à presidente Dilma Rousseff durante encontro no Planalto, em 25 de outubro, após divulgação do balanço trimestral da Vale. Fonte: Valor Econômico S.A. |
domingo, 11 de novembro de 2012
Nota:Vale tira do papel a VLI, sua empresa de logística
Artigo: QUE TAL DESENVOLVER A SUA ÁREA DE ENGENHARIA LOGÍSTICA?
Através da engenharia logística podemos desenvolver e implantar soluções técnicas altamente personalizadas às nossas necessidades e expectativas, e diferenciadas das soluções adotadas pelos principais concorrentes.
Contar com inteligência em logística deixou de ser um caro luxo e se transformou em um importante diferencial competitivo. Afinal, você pretende se tornar um sobrevivente bem sucedido ou uma estatística de mortalidade entre as empresas que não mais existem?
A logística está entre as três competências básicas de qualquer empresa. Cada vez mais ganha importância entre as atividades essenciais das empresas como Produção, Vendas, Pesquisa e Desenvolvimento, Finanças, etc.
Várias são as aplicações práticas da inteligência logística. Envolve desde pequenos aperfeiçoamentos na operação atual, passa pela implantação de soluções que envolvam novas competências na gestão e na operação logística e chega a projetos inéditos, que tratem por exemplo, da construção de um novo Centro de Distribuição ou da implantação de um sistema WMS, que movimentarão cifras representativas.
Sem uma área de engenharia logística, por exemplo, como viabilizar de forma bem sucedida, a atuação da sua empresa no comércio eletrônico? Como poderemos separar caixas ou itens individualmente, embalá-los da forma adequada e entregar no prazo e nas condições acordadas com o Cliente?
Outro exemplo de aplicação seria o redesenho e redimensionamento da malha logística, reavaliando o modelo operacional existente, o nível de serviço aos canais de distribuição utilizados e os custos correspondentes.
Infelizmente não existe uma formação específica para Engenheiros Logísticos no Brasil, equivalente a Engenharia Civil ou Engenharia da Produção. O aprendizado ocorre na prática, na base da tentativa e erro. Importantes horas acabam sendo desperdiçadas nessa atribulada missão.
O trabalho da engenharia logística é incessante. Atua sob uma perspectiva de aperfeiçoamento contínuo, na qual os desafios são cada vez maiores. Aumenta o grau de complexidade, exigindo do Engenheiro Logístico conhecimentos cada vez mais específicos, como legislação fiscal / tributária, seguros em transportes, estatística avançada, pesquisa operacional, engenharia econômica, etc.
Dispor de um ou mais recursos dedicados pode parecer caro. Não dispor de pessoal capacitado e dedicado a acrescentar novas competências logísticas poderá custar mais caro ainda! Por isso, trate a engenharia logística como algo essencial, e não supérfluo. Não encare como custo, mas como investimento, um investimento que permitirá à sua empresa transpor fronteiras até então desconhecidas!
Capacite a sua equipe e colha os resultados! Boa sorte!
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sábado, 10 de novembro de 2012
Fwd: P/ Blog
Só no Brasil: Logística, um transporte de vento
Quase metade dos caminhões que circulam pelo país transita pelo quadrilátero formado pelas cidades de Sorocaba, Campinas, São José dos Campos e Santos, tendo São Paulo como centro de destino ou a origem das cargas. O que sobra em movimento, porém, falta em lógica. Um estudo da Secretaria de Transportes e Logística do estado identificou que, em mais de 40% das viagens, os caminhões transitam vazios, o triplo da média americana. Muitos deles andam vazios porque só servem para transportar um tipo de carga – caso do açúcar e do álcool. Para esse tipo de mercadoria, seria melhor utilizar trens, dutos ou barcos, mas a oferta desses meios é ainda insuficiente. Faltam também no país centros de distribuição que permitiriam às empresas armazenar os produtos e transportá-los com mais inteligência.
Percentual de viagens de caminhões vazios por ano:
| 46% | São Paulo |
| 23% | União Europeia |
| 17% | EUA |
Esse índice elevado de desocupação equivale a uma frota de 40 milhões de caminhões circulando vazios por ano formariam uma fila de 352km a distância entre as cidades de São Paulo e Belo Horizonte. Um percurso de 8 milhões de quilômetros – o eu corresponde a 32 viagens de ida e volta ao planeta Marte. O consumo de 2bi de litros de diesel – suficiente para dar 300 000 voltas ao mundo numa picape. A emissão de 5mi de toneladas de gás carbônico – poluição produzida pela queima de 5 300 Km² de mata, a área de 3 cidades de São Paulo. Desperdício de 13bi em gastos operacionais e tempo perdido – dinheiro suficiente para a construção de 32km de linhas de metrô.
Fonte: Revista Exame, ano 45, edição 997.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Noticia:Trigo e biscoitos – Ceará líder na produção de farinha de trigo e biscoitos
Segundo o levantamento do Projeto Nordeste Competitivo, em 2009, o Ceará também foi líder na produção de outros dois dos 14 segmentos avaliados pelo estudo: farinha de trigo (56% de R$ 1.481 milhão produzido no Nordeste) e biscoitos e bolachas (42% de R$ 1.562 milhão produzido na Região). Esses dois segmentos, que possuem relevância para a balança comercial do Nordeste, continuam em expansão no Ceará, conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Massas Alimentícias e Biscoitos do Estado do Ceará (Sindmassas-CE) e do Sindicato das Indústrias do Trigo nos Estados do Pará, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte (Sindtrigo), Eugênio Pontes.
"O Ceará é o segundo maior produtor de farinha de trigo do País, atrás apenas de São Paulo. Isso se deve, principalmente, à concentração de três grandes moinhos no Estado. Parte dessa farinha de trigo produzida aqui é destinada a algumas grandes empresas consumidoras locais, mas a maior parcela vai para fora do Estado", afirma Pontes.
O presidente do Sindmassas-CE e do Sindtrigo acrescenta que a moagem de trigo no Ceará deve continuar a crescer neste ano, mas ainda não há uma estimativa. Já em relação aos biscoitos, Eugênio Pontes afirma que deve haver uma expansão de aproximadamente 6% no faturamento do setor ao longo deste ano. "O setor de biscoitos tem aumentado muito a venda de produtos de maior valor agregado. Isso se deve à maior migração de consumidores das classes D e E para as classes A, B e C. Com a renda maior, essas pessoas pensam em melhorar o padrão alimentar e têm procurado produtos com maior sofisticação. Isso é uma boa notícia para o setor, uma boa oportunidade", destaca.
Fonte: Diário do Nordeste - CE – 30.10.2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Fortaleza- Multas em radares até dez/2011 serão suspensas.
O levantamento da topografia e do número de acidentes dos locais onde foram instalados os fotossensores não foi enviado ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão responsável pela instalação e operacionalização dos equipamentos, para que fosse publicado. “Portanto, não pode ter validade”.
A multa diária para o caso de descumprimento por parte do Detran e da AMC é de R$ 10 mil, como consta na decisão da Justiça Federal.
A AMC informa que cumpriu a decisão do juiz da 6ª Vara Federal. Porém, o órgão encaminhou recurso contra a determinação. Desta forma, as notificações registradas nesse período estão suspensas até que o recurso seja julgado. A Autarquia de Trânsito de Fortaleza esclarece, ainda, que obedece todos os critérios de engenharia de trânsito estabelecidos pela resolução 396 do Conselho Nacional de Trânsito, entre elas a geometria da via e o histórico de acidentes, durante a instalação dos equipamentos de fiscalização eletrônica do município. Atualmente, a Capital conta com dois radares estáticos. Os equipamentos são instalados respeitando um rodízio, visto que a quantidade de locais é superior ao de equipamentos.
Já o Detran-CE recorreu da decisão liminar do juiz federal por entender que se trata de uma norma estabelecida pelo Contran e por deliberações do Denatran. O órgão também acatou a decisão judicial, determinando que o setor de informática interrompa o processo de cobrança, ao mesmo tempo em que mantém subjudice as multas aplicadas no período de 2002 até dezembro de 2011.
Limite de velocidade
O Detran-CE explica que a fiscalização eletrônica foi implantada para que os condutores obedeçam o limite de velocidade nas vias públicas, como uma das condições para a segurança no trânsito, evitando acidentes.
No Ceará, existem quatro equipamentos de medição de velocidade em 370 trechos das rodovias estaduais. Há também 342 fotossensores fixos (inclusive os mistos, fixados nas áreas de semáforos). Segundo o órgão estadual de trânsito, todos os aparelhos eletrônicos foram aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), inclusive indicando o número da rodovia e o KM, para que os condutores tomem conhecimento prévio da localização. Os radares estáticos se revezam por 18 trechos de rodovias estaduais (CE-401, CE-040, CE-085 e CE-090).
Se você foi multado por meio de fotossensores móveis e/ou lombadas eletrônicas instalados no Ceará até 31 de dezembro de 2011, ou conhece alguém nesta situação, não precisará paga-las, e quem já quitou a dívida será ressarcido. A decisão é do juiz da 6ª Vara Federal, Francisco Roberto Machado, resultado de uma ação civil pública ajuizada pelo procurador da República, Oscar Costa Filho.
Lina Moscoso
Repórter
Reportagem publicada no site http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1191624
Logística no Jornal da Globo - Setembro de 2012
Os "Big Dogs" da Volvo
Os cavalos mecanicos que chamamos no Brasil de Bicudos possuem a alcunha de "Big Dogs=Cachorões" nos EUA.
Com 27% na Matriz de Transportes nos EUA (fonte BTS 2005), o rodoviário é uma passarela para o modo de vida "on the road" Americano.
Pense no km/L destes bebedores de Diesel......
Gestão Logística???!!!!!
"É a parte do gerenciamento da cadeia de abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo bidirecional e a armazenagem de forma eficiente e eficaz, de bens, serviços e informações relacionadas entre o ponto origem e o ponto de consumo, a fim de atender os requisitos dos clientes"(Traduzido do original no site: http://cscmp.org/aboutcscmp/definitions.asp)
Mais uma do Rodrigo Acras- Colunista Mundo Logística
Logística, gestão por processos e a manufatura enxuta
O pessoal do lean trata como vilões máximos os famosos 7 desperdícios. Os muda (無駄) definidos por Taiichi Ohno. Excesso de produção, transporte, movimento, espera, processo, estoque e defeitos. Se são desperdícios é porque não agregam valor, ou seja, em um desenho de processos aparecerão como rupturas. Bom, alguns destes desperdícios são gerenciados por nós logísticos. Poderíamos ser definidos então como gestores de rupturas de processos de negócio, mas este título não cairia muito bem.
A conclusão é relativamente simples. Logística, para a gestão por processos, é ruptura. Para o lean é um conjunto de desperdícios. Mas ainda não inventaram tecnologia para acabar com a nossa raça. Sendo assim, sobram três opções, sentar e chorar é a primeira. Não recomendo. Simplificar ao extremo, sabendo que se o cliente pudesse, não pagaria um centavo sequer pelo nosso trabalho, é um pouco melhor. Encontrar maneiras de agregar valor ao transporte, à armazenagem e à movimentação de materiais é a melhor delas.
Na hipótese da simplificação, preferida dos japoneses, para cada desperdício existe uma infinidade de técnicas que resolvem o problema. Alguns exemplos: excesso de produção (produção puxada, heijunka ou nivelamento de carga, redução do tempo de setup e TPM), transporte(linhas em fluxo, sistema puxado, organização por fluxo de valor, kanban), movimento (5S, disposição no ponto de uso, one-piece flow, design da estação de trabalho), espera (puxado pelo fluxo posterior, produção no takt time, medições dentro do processo, jidoka, TPM),processo (linhas em fluxo, one-piece pull, 3P, lean design), estoque(kanban externo, desenvolvimento do fornecedor, linhas de one-piece flow, redução de set-up, kanban interno) e defeitos (gembasigma, pokayoke, one-piece pull, qualidade integrada ao processo, 3P, jidoka).
Se além de simplificar você quiser embutir valor onde ele ainda não existe, vários cases de sucesso com os quais você pode se inspirar estão bem documentados. Empresas ocidentais são mais dadas a este tipo de solução. O case de postergação da diferenciação da Benetton é um clássico na redução de estoques e agilidade no atendimento a pedidos. O case Zara, no lançamento de novos produtos é o sonho de consumo de qualquer revisão de processos. A Dell transformou a logística reversa de produtos com defeito (tradicionalmente desperdício puro) em vantagem na agilidade de assistência técnica, fazendo com que a própria DHL cuidasse, no ponto mais próximo do cliente, da manutenção dos equipamentos devolvidos. E o case Barilla de gerenciamento dos estoques no ponto de venda (VMI)? Bom, são vários e vários, todos de uma forma ou de outra focados na inversão da lógica dos processos de negócio, na tentativa de adicionar valor onde valor antes não existia.
No final das contas, de uma forma ou de outra, simplificando ou reinventando, algo deve ser feito se não quisermos que nos reconheçam pelos motivos errados.
