LOGISTICS

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Movimento Eficiente !!!

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sábado, 14 de maio de 2011

Vídeo: Porto de Amsterdam-Espetacular

Comercial das operações portuárias em Amsterdam. 
Um vídeo que mostra um pouco do profissional e avançado sistema logístico europeu.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Notícia:Gargalos de logística são desafio de financiamento

São Paulo - Falta de coordenação entre órgãos do governo, fontes de financiamento e empresas, somada às deficiências do marco regulatório nacional para obras de logística, são os principais obstáculos enfrentados pelo setor no Brasil. "A atividade de transporte depende muito de edificações modernas, rodovias e malha aérea melhorados", pondera Flávio Augusto Abrunhoza Filho, diretor-geral e sócio proprietário da Autlog. "Sem isso, o setor terá, como já tem, gargalos operacionais. A situação atual dos aeroportos é um retrato do que acontece em todos os demais modais. Como em outras atividades no Brasil, a carga de tributos é muito pesada."

Apenas o Plano Nacional de Logística e Transportes, o PNLT, estipula que mais de R$ 300 bilhões serão necessários até 2025 para que os gargalos da infraestrutura sejam sanados. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social disponibilizou R$ 42 bilhões até 2013 para tanto. Não se sabe ainda de onde virá o resto - se de outros órgãos do governo, se de empréstimos ou da iniciativa privada.

Fonte: DCI/Alex Ricciardi

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Adesivos Antenados!!!!

Olá pessoal,

Infelizmente venho informar que estão temporáriamente suspensas as remessas dos adesivos do Blog aos nossos leitores. Não esperavamos uma demanda tão grande, superando a oferta de 100 adesivos em menos de um mês. 
Obrigado a todos os que nos escreveram até o momento, 11 de maio de 2011. Vossos adesivos já estão seguindo aos endereços informados.

Estamos nos preparando para disponibilizar aos nossos leitores aproximadamente 200 adesivos até julho/2011. Fique Antenado e não perca esta nova etapa.

Grande abraço em todos.

Robert M.

Ferrovias registram resultados positivos em 2010

Balanço divulgado pela ANTF confirma crescimento nos investimentos, na movimentação de cargas e de empregos nas ferrovias 

O Diretor-Executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça, divulgou ontem o balanço com o desempenho de 2010 das concessionárias de ferrovias, na sede Associação, localizada em Brasília. Vilaça falou os veículos: O Globo, Folha de São Paulo, Correio Braziliense, Valor Econômico, Agência Leia, Brasil Econômico, CNT sobre a movimentação de cargas, investimentos das concessionárias, geração de empregos, aumento do material rodante, gargalos e desafios do setor.

Vilaça destacou que o transporte ferroviário de cargas no Brasil segue no rumo do crescimento. Desde a concessão das ferrovias para a iniciativa privada, em 1997, até o final de 2010, a movimentação de cargas aumentou 86%. Saltou de 253,3 milhões de toneladas para 471,1 milhões de toneladas por ano. Este crescimento foi alavancado principalmente pelo transporte de produtos siderúrgicos e de commodities agrícolas como soja, milho e arroz. Com o aquecimento da economia, os petroquímicos e materiais da construção civil também tiveram incremento.

As ferrovias hoje transportam 25% de todas as cargas movimentadas no território nacional. Essa participação, que era de 17% antes da concessão das ferrovias para a iniciativa privada, comprova a importância do transporte sobre trilhos em relação aos outros modais, embora o rodoviário ainda seja predominante.

Investimentos privados
De 1997 até 2010, revela Vilaça, os investimentos realizados pelas empresas concessionárias responsáveis pelas ferrovias de carga no Brasil somaram mais de R$ 24 bilhões. Em 2010, o valor previsto de aplicação pelas concessionárias foi de cerca de R$ 3 bilhões, quase 20% a mais do que em 2009, quando o total investido foi de R$ 2,1 bilhões. Os recursos foram utilizados na recuperação da malha, adoção de novas tecnologias, redução nos níveis de acidentes, capacitação profissional, aquisição e reforma de locomotivas e vagões.

Mais empregos, mais eficiência e menos poluição
O número de empregos, tanto diretos quanto indiretos, também aumentou desde que a iniciativa privada assumiu as ferrovias brasileiras. O crescimento foi de 131,6% de 1997 a 2010. Isso sem contar a vagas geradas pela indústria ferroviária nacional. As ferrovias são mais eficientes e econômicas, além de ecologicamente corretas para transportar grandes volumes de cargas em longas distâncias: um trem de carga com 100 vagões graneleiros (de 100 t cada) corresponde aproximadamente a 357 caminhões graneleiros (de 28 t de carga por unidade).
 
Como a preservação do meio ambiente é uma preocupação constante das concessionárias de ferrovias, por isso as empresas investem pesado em pesquisas e no uso de novas tecnologias para anualmente reduzir o consumo de combustíveis. E o resultado é visível. Para se ter uma ideia, em 1999 foram necessários 5,3 litro de diesel para efetuar o transporte de mil TKUs (tonelada por quilômetro útil). Hoje, são utilizados 4,25 litros de diesel por mil TKUs, o que equivale a uma economia de um litro para cada 1.000 TKUs.

A malha ferroviária
A malha ferroviária em operação no Brasil para o transporte de cargas totaliza 28.476 km, divididos em 12 concessões, que estão sob a responsabilidade de 10 concessionárias, sendo que 9 são empresas privadas e fazem parte da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF). O objetivo da associação é promover o desenvolvimento e o aprimoramento do transporte ferroviário no País.

As concessionárias associadas são:

ALL - América Latina Logística Malha Norte S.A. (antes denominada Ferronorte)

ALL - América Latina Logística Malha Oeste S.A. (antes intitulada Novoeste)

ALL - América Latina Logística Malha Paulista S.A. (antes denominada Ferroban)

ALL - América Latina Logística Malha Sul S.A.
 
Ferrovia Centro-Atlântica S.A. - FCA


Ferrovia Tereza Cristina S.A.- FTC


MRS Logística S.A.


Transnordestina Logística S.A. (antes denominada CFN)


Vale S.A. 


 
Fonte: www.all-logistica.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Noticia:Lobão garante que a partir de hoje consumidor deve pagar menos por combustíveis

Brasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu que a partir de hoje (9) o preço dos combustíveis nos postos de gasolina vai cair. A gasolina e o álcool apresentaram aumentos substanciais nas últimas semanas por causa das instabilidades no mercado internacional e também pela redução da oferta de álcool anidro na entressafra da cana-de-açúcar.
“A partir de hoje poderemos perceber nitidamente a redução do preço do etanol na bomba”, disse ao participar de uma sessão solene no plenário Câmara, na manhã de hoje.
“O governo tomou as medidas necessárias, mas precisamos entender que esse é um mercado livre. Precisamos agora elevar drasticamente a produção para que, com o excesso de oferta, se possa ter a redução dos preços”, acrescentou lembrando que há nove anos o combustível sai das refinarias com o mesmo preço e que o aumento ocorre nas distribuidoras e nos postos de gasolina.
Lobão reforçou que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) passará a ter a responsabilidade de cuidar, também, do etanol. E admitiu que em alguns estados há cartel nos postos de gasolina. “Nitidamente está havendo cartel. Pedi que a ANP fosse ao Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] para que esse descalabro fosse resolvido”, afirmou.
O ministro disse que, a partir de agora, as punições para os donos de postos que formam cartéis na cobrança dos combustíveis serão rigorosas. Pode haver cobrança de multa e até o fechamento do posto.



Fonte: Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br

Noticia:Logística Reversa é ponto forte da Política de Resíduos Sólidos para melhorar a reciclagem no país

Brasília – A logística reversa é o principal instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos para garantir maior eficácia no descarte e na reciclagem do lixo. As normas para coleta, separação, reaproveitamento e a destinação adequada de alguns produtos - como eletroeletrônicos, remédios, lâmpadas fluorescentes, embalagens em geral e recipientes e sobras de óleo lubrificantes – estão sendo discutidas por cinco grupos de trabalho criados esta semana pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O processo da logística reversa responsabiliza as empresas e estabelece uma integração de municípios na gestão do lixo. “Esse é um processo no qual os produtores de um eletroeletrônico, por exemplo, têm que prever toda a reciclagem daquele produto, como será feito o retorno e a destinação ambiental adequada, especialmente de alguns itens que retornem para o ciclo produtivo”, explica a coordenadora de Consumo Sustentável do MMA, Fernanda Daltro.
De acordo com o ministério, estão convidados a participar dos grupos todos os que estejam envolvidos na cadeia de responsabilidade compartilhada, como importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes, o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável e representantes de estados e municípios. A expectativa é que as regras para o descarte dos produtos estejam em vigor já no segundo semestre de 2012.
Segundo o Comitê de Logística Reversa do Brasil, indústrias como as que trabalham com vidro e com latas de alumínio já utilizam materiais reciclados. A indústria de eletroeletrônicos disponibiliza desde o ano passado um serviço on line de informações sobre os programas de logística reversa e com orientações para o descarte correto de televisores, computadores, celulares e de outros resíduos eletroeletrônicos.
Um caso bem sucedido de logística reversa, de acordo com o próprio MMA, é o das embalagens vazias de agrotóxicos. Segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), mais de 8 mil toneladas de embalagens de defensivos agrícolas foram entregues para o descarte ambientalmente correto nos três primeiros meses deste ano, resultado 17% melhor que o resgistrado no mesmo período do ano passado.


Fonte: Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br

segunda-feira, 9 de maio de 2011

CURSO: CEP - Controle Estatístico do Processo - 2ª Edição - dias 27 a 28 de maio de 2011

Consultoria em Estatística e Qualidade
 CURSO: CEP - CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO - (2ª Edição)

OBJETIVO:                               
Fornecer aos participantes conhecimentos das mais modernas técnicas para implantar sistema de Controle Estatístico do Processo ou melhorar sistemas já existentes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

  • Coleta e Distribuição de dados;
  • Histograma;
  • Medidas de Posição e Dispersão;
  • Distribuição de Freqüências
  • Distribuição Normal
  • Causas de variação: comuns e especiais
  • Ações sobre o sistema
  • O ciclo de melhoria e controle
  • Uso efetivo e benefícios dos gráficos de controle
  • Sistema de controle do processo
  • Fase preparatória para implantação do CEP
  • Gráficos de controle por variáveis:
    • (Xbar,R)
    • (individuais Rm)
    • (Xbar,s)
  • Gráficos de controle por atributos: p, np, c, u
  • Índices de Capacidade e Performance: Cp, Cpk, Pp, Ppk
  • índices de Capacidade para dados que não seguem a distribuição normal
    • Weilbull, lognormal, exponencial
    • Curvas de Pearson, Clements
    • Métodos Não Paramétricos
  • Outros gráficos de controle
    • (I,MR) within / between
  • Aplicações no Software Action: As técnicas desenvolvidas no curso serão abordadas através de exemplos e avaliadas no Software Action
  • Software Action é um suplemento para o Microsoft Excel que funciona como uma interface gráfica para diversas análises implementadas no R.
  • O R é uma linguagem e um ambiente computacional para análise estatística similar ao pacote comercial S-Plus. Entretanto, é um projeto baseado no conceito de software livre (GNU GPL) e pode ser usado sem custos de licença. É baseado na linguagem S, desenvolvida nos Laboratórios Bell (atual Lucent Technologies) por John Chambers e outros.


RESPONSABILIDADE TÉCNICA:

Sidnei Ragazzi

QUEM DEVE PARTICIPAR:

Gerentes, Supervisores e Encarregados da área de Produção.


PRÉ-REQUISITO DO PARTICIPANTE:

 2º Grau Completo. Todos participantes do treinamento deverão trazer Notebook com o Software Action, já instalado.

CARGA HORÁRIA: 16 horas

RECURSOS AUDIOVISUAIS: Data Show, Flip-Chart e Quadro Branco

DATA: 27 a 28 de maio de 2011   Horário: 08:30hs às 17:30hs

TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 780,00 (incluso material didático, certificado, almoço, coffee break)

LOCAL: UNICAMP - FUNCAMP - Casa do Professor Visitante  CIDADE:Campinas - SP


 INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: José Rubens Campanini  E-mail: estatistica@estatcamp.com.br

Fone / Fax: 16 3376 2047 ou acesse nossa home page: www.estatcamp.com.br

 As vagas são limitadas, faça já sua reserva!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Artigo:Agência reguladora aprova licitação para o Porto de Itaqui, no Maranhão

Aprovado no final do mês de abril de 2011 pela Antaq, o edital de concorrência vai permitir o arrendamento de quatro lotes para a implantação de áreas de armazenagem, de um sistema de recepção de carga ferroviária e da área de expedição, em área total de 119,3 mil metros quadrados. O lançamento da licitação depende, porém, de aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU).

A primeira fase do terminal deverá ser finalizada em 2013. Já a segunda etapa está prevista para o sétimo ano de funcionamento do terminal de grãos.

A expectativa é de que o terminal movimente, já a partir de 2013, cinco milhões de toneladas de grãos por ano, com destaque para a soja produzida no Centro-Oeste e em outras áreas de fronteira agrícola. Esse volume deve dobrar até 2024 e atingir 10 milhões de toneladas.

Para o diretor-executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça, a obra de Itaqui é uma decisão inteligente por permitir a estruturação de uma logística adequada, a partir da integração do porto com as ferrovias Norte Sul e Transnordestina. "Todo projeto ferroviário tem uma tendência natural de parar no porto. A partir do momento em que ele se estrutura para receber e despachar isso é fundamental para se ter um sistema de movimentação mais eficiente e menos oneroso", explica Vilaça.

O diretor da Antf lembra também que o Canal do Panamá estará duplicado até 2014, o que transforma os portos de Santarém (PA), Itaqui (MA), Pecém (CE) e Suape (PE) em portas de entrada na América do Sul para a carga proveniente de navios da Ásia e do Oceano Índico. Em razão da grande movimentação no canal, essa carga é desembarcada atualmente em portos no Chile, de onde é transportada por rodovia, e no leste dos Estados Unidos e do México.

Segundo Vilaça, é possível escoar hoje entre oito e 10 milhões de toneladas de produtos do complexo soja (grãos e farelo) por Itaqui. Ele lembra que a Norte-Sul vai permitir no futuro o transporte de contêineres do tipo Double stack para os portos mais ao norte.

O diretor-executivo da Federação Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de de Tráfego Portuário (Fenavega), Marcos Soares também aposta no sucesso da obra, ao afirmar que qualquer terminal especializado dá vocação ao porto. Soares defende a integração entre os modais como fundamental para o desempenho do porto e argumenta que não adianta ter acesso aquaviário sem acesso por terra, principalmente por ferrovia.

MOVIMENTAÇÃO DE CARGA

Informações da Antaq sobre a movimentação de cargas em Itaqui no primeiro trimestre deste ano mostram que o porto maranhense bateu o recorde de janeiro a março, com 2,7 milhões de toneladas e crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período de 2010. Os combustíveis ainda respondem pela maior parte da movimentação, com 1,5 milhão de toneladas; seguidos do ferro-gusa, com 520,7 mil toneladas no período.

O complexo de soja, no entanto, tem mantido trajetória ascendente, com 196,7 mil toneladas ou 137% de crescimento no trimestre, na comparação com o ano passado. Como resultado do crescimento da demanda do setor agrícola, os fertilizantes também cresceram 246% em volume e atingiram 143,6 mil toneladas.

FONTE:Agência CNT de Notícias/Sueli Montenegro

Artigo:Logística do agronegócio ruma para o Norte

Dois projetos que começam a se concretizar darão a uma boa parte da produção agropecuária brasileira um caminho mais curto para chegar no seu destino. "A recuperação da BR-163 até Santarém e a construção da Ferrovia Norte-Sul são os projetos logísticos de curto prazo com impacto para o agronegócio", diz a coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Priscilla Nunes.

A produção dos estados de Maranhão, Piauí, Tocantis, Bahia, Mato Grosso e Goiás ganharão acesso a portos mais próximos das lavouras e dos compradores internacionais.

Em tese, as novas rotas também reduzirão a saturação de portos como Santos (SP) e Paranaguá (PR). "A solução para os portos do Sul e Sudeste está nos portos do Norte e Nordeste", diz o diretor de GRÃOS e processamento de soja da Cargill, Paulo Sousa.

O ganho logístico de se escoar a produção agrícola por meio da BR-163 e da Norte-Sul, no entanto, ameaça ficar só na teoria. Os portos nos quais elas desembocam, Santarém (PA) e Itaqui (MA), não têm capacidade para movimentar os volumes de GRÃOS que já disponíveis. "Itaqui é um gargalo para a Norte-Sul, e não terá condições de nos atender quando a ferrovia chegar ao Centro- Oeste", diz Mauro Ramos, superintendente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, responsável pelas obras.

A Valec garante que em cinco anos poderá escoar 50% dos GRÃOS do país, o que equivale a cerca de 25 milhões de toneladas.

Mas, no porto do Itaqui, a capacidade atual é de 2,8 milhões de toneladas por ano. De acordo com Ramos, hoje os custos para o produtor de soja do Mato Grosso levar o produto aos portos do Sul e Sudeste chega a US$ 67 a tonelada.

Em Itaqui, seria de US$30.

Uma parte do problema está mais perto de ser resolvida. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) aprovou, na semana passada, a licitação para a concessão do Terminal de GRÃOS do Maranhão (Tegram), em Itaqui.

O projeto prevê quatro armazéns, concedidos a grupos diferentes, somando 500 mil toneladas de capacidade.

Na primeira fase, que deve entrar em operação em 2013, a capacidade de embarque será de 5 milhões de toneladas. "A licitação deve ser aberta em junho e as obras devem começar em setembro", afirma o diretor da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Daniel Vinent.

Até 2024, a capacidade do Tegram será de 10 milhões de toneladas, um investimento de R$ 339 milhões pago pela iniciativa privada.

Além do Tegram, a mineradora Vale investirá R$ 135 milhões em seu terminal de GRÃOS da Ponta da Madeira, na área de Itaqui. Esse terminal da Vale é o único pelo qual o porto exporta GRÃOS hoje, na casa de 2 milhões de toneladas por ano. Com isso, a capacidade passará para 4,3 milhões por ano.

No caso da BR-163, que levará a safra do norte do Mato Grosso até Santarém (PA), a iniciativa privada se prepara para responder com estrutura portuária à recuperação da estrada. "Creio que a rodovia estará toda trafegável no segundo semestre de 2012", diz Sousa, da Cargill.

A empresa é a única a ter um terminal de GRÃOS no porto de Santarém, com capacidade para um milhão de toneladas por ano.

"Podemos saltar para três milhões de toneladas quando conseguirmos o licenciamento ambiental", diz Sousa. Outras empresas, como Amaggi e Bunge, também têm soluções logísticas em vista para operar quando a BR-163 estiver recuperada.

Portos podem pôr a perder os ganhos da BR-163 e da ferrovia Norte-Sul, porque não têm capacidade para movimentar os volumes de GRÃOS que já estão disponíveis.

Fonte:Aprosoja

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