LOGISTICS

LOGISTICS
Movimento Eficiente !!!

Logisticamente Antenado Headline Animator

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Notícias Logísticas de além-mar!!!

Notícias recebidas de nossos patrícios via informativo do geral@logisticamoderna.com de Portugal.

Na Península Ibérica

Eat Out renova com Conway

O operador logístico Conway renovou o seu contrato com o The Eat Out Group para a Península Ibérica.
Com este contrato, a Conway ficará responsável, até Outubro de 2012, por todas as operações de logística e aprovisionamento de restaurantes de nove marcas diferentes pertencentes a um dos maiores grupos de restauração de Espanha. Além destas operações, a empresa irá ainda gerir todo o circuito administrativo e financeiro, nomeadamente a gestão de pedidos, facturação, informação e auditorias de qualidade. No total serão manipuladas 480 referências em três temperaturas (ambiente, frio positivo e frio negativo).
A parceria entre as duas empresas remonta a 1996, ano em que a Conway começou a trabalhar para a marca Pans&Company. Desde então, o operador logístico tem vindo a incorporar novas marcas. Actualmente o contrato estendeu-se a nove marcas do grupo: Bocatta, Pastafiore, Caffé di Fiore, Fresh&Ready, FrescCo, ADK, Krunch e Pollo Campero, assim como a Pans&Company.
De acordo com Ignasi Iglesias, director corporativo de compras e logística da The Eat Out Group, "o acordo de colaboração com a Conway permite-nos um crescimento sustentável e uma maior eficiência na cadeia de abastecimento, tanto em qualidade como em custos".
 

Para Itália
Garland Trânsitos tem nova rota

O grupo Garland fechou um acordo com a empresa de transportes italiana Fratelli Meoni, que assegura uma nova rota na zona Oeste da Península Ibérica e Sul de Itália.
Assim, a Garland Trânsitos passa a ser representada na região da Toscana, Umbria-Marche e no Sul de Itália, pela empresa Fratelli Meoni.
Com a nova rota, será criada uma sucursal em Vigo, que servirá de suporte ao transporte até Portugal, mais concretamente Maia, às terças e sexta-feiras.
"A área de Itália onde a Fratelli Meoni actua é da máxima importância para Portugal, nomeadamente no que diz respeito à importação, podendo mesmo ser considerada um nicho", disse Peter Dawson, administrador do grupo Garland, acrescentando que a empresa "vê a sua presença reforçada em Itália com serviços garantidos às terças e sextas-feiras, a partir de Milão, Verona/Pádova e Prato".
 

Em Valença
Plano de urbanização avança

O Plano de Urbanização da Área Empresarial de Valença (PUAEV) vai avançar, ocupando uma área total de 860hectares que corresponde às áreas da plataforma logística de Valença e áreas empresariais adjacentes ao parque empresarial.
Em declarações à imprensa local, Jorge Salgueiro Mendes, presidente da Câmara Municipal de Valença (CMV), referiu que "este é um passo fundamental para o reforço do acolhimento industrial e logístico de Valença e para a viabilização da plataforma logística, uma infra-estrutura transfronteiriça da maior importância para a euro-região".
Para a concretização de parte do PUAEV, a CMV celebrou um contrato com a empresa Conceito Original, entidade responsável pela construção, gestão e exploração da plataforma logística de Valença, infra-estrutura que irá ocupar um total de 135 hectares.
O plano pretende "estruturar as funções empresariais e de infra-estruturas da futura plataforma logística, da linha de alta velocidade, bem como dar coesão ao parque empresarial de Valença e possíveis áreas de expansão", referiu Jorge Salgueiro Mendes.
 

Ruptura de stocks
Hospitais com falta de material cirúrgico

Com os cortes apertados nos gastos, os hospitais começam a sofrer de rupturas de stocks, principalmente de material cirúrgico. Já há situações denunciadas à Ordem dos Médicos (OM), que vai lançar este mês um canal informática para denúncias, avançou recentemente o semanário "Expresso".
"Temos conhecimento informal de que existem falhas de material e pressões para usar o mais barato e criámos um canal informático para que os colegas possam reclamar, facilitando a formalização do processo", referiu o bastonário da OM, José Manuel Silva, ao semanário "Expresso".
O bastonário dá exemplo de materiais cirúrgicos que faltam nos hospitais, tais como, próteses, implantes, instrumentos, luvas ou batas.
Sendo raros os casos que vêm a público, o Centro Hospitalar do Alto do Ave é um exemplo vivo de uma denúncia levada a cabo pelo CDS em Fevereiro. Através de uma carta, o director do Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular tinha salientado que "nos últimos dois meses tem continuadamente alertado para a não reposição de material básico cirúrgico", acrescentando que "há ruptura de stock, nomeadamente de próteses arteriais e de cateteres de Fogarty".
Contactado pelo "Expresso", o director clínico da unidade, Carlos Guimarães, explicou que "dos materiais apontados, parte deles existia no aprovisionamento e outros aguardavam reposição, em função das notas de encomenda, o que aconteceu de imediato".
De acordo com a Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos, a gestão tem de ser feita de uma forma muito rígida, sendo "os stocks reduzidos e escolhidos pelo preço", salienta o presidente Luís Pereira.
Além disso, os hospitais são agora visitados com mais regularidade pela Inspecção-Geral de Finanças, que está a preparar um plano de controlo sobre despesas de diversos tipos.
 

Resultados de 2010
STEF-TFE cresce 3,7%

O grupo STEF-TFE obteve um volume de negócios em 2010 de 2.057,4 mil milhões, o que equivale a um aumento de 3,7% face a 2009. Os resultados estão "em progressão para todas as actividades de transporte e logística do grupo e estável no que diz respeito à divisão marítima", referiu a empresa, em comunicado.
O EBITDA registou um crescimento de 7,7% no ano passado, face a 2009, enquanto o benefício operacional subiu 7,2% no mesmo período de análise.
O resultado financeiro foi de -11,8 milhões de euros, o que representa "uma melhoria de aproximadamente dois milhões de euros durante o ano e se deve a dois factores fulcrais: a optimização das necessidades de fundo de maneio e a conquista pela redução das taxas de juro, que beneficiou plenamente o grupo", segundo o mesmo comunicado.
Tanto os resultados antes de impostos como o resultado líquido, quota parte do grupo cresceram, respectivamente 12,2% e 20,1%.
"Os desempenhos positivos obtidos em 2010 fizeram-se acompanhar de um programa de investimento, apoiado simultaneamente no nível marítimo e no parque logístico em França e na Europa".

Últimas vagas para o curso de Procedimentos Administrativos de Importação


A Federação das Indústrias do Estado do Ceará através do seu Centro Internacional de Negócios, está recebendo as últimas inscrições para o curso de Procedimentos Administrativos de Importação.
A ser realizado nos dias 11 e 12 de abril das 18h às 22h, o curso é voltado especialmente para empresas que atuam ou pretendem entrar na importação, advogados, economistas e todos aqueles que possuam interesse em desenvolver habilidades e competências na área, e tratará dentre outros temas: conceitos fundamentais, siscomex, credenciamento e habilitação no comércio exterior, negociação - análise dos documentos, formatação da importação, procedimentos administrativos, aduaneiros e fiscais, aspectos tributários e o despacho aduaneiro.
O treinamento será ministrado por Paulo Elias, Mestre em Administração e Controladoria na UFC, Prof. no curso de Pós Graduação em Comércio e Gestão de Finanças Internacionais na UNIFOR e Diretor de Importação da GAC.
As inscrições continuam abertas no site www.fiec.org.br/cin, ao custo de R$230,00 para estudantes e R$300,00 para profissionais. O investimento pode ainda ser parcelado em até 4 vezes sem juros no cartão.
Serviço:
O quê? Curso Procedimentos Administrativos de Importação
Quando? 11 e 12 de abril de 2011
Que horas? Das 18h às 22h
Onde: Na Federação das Indústrias - Av. Barão de Studart, 1980

Fonte: FIEC/CIN

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vagas na Logistica - Ceará!

O mercado está aquecido. Aproveite!!!!!

 

CE - ENCARREGADO DA ÁREA DE TRANSPORTES.

Vaga de ENCARREGADO DA ÁREA DE TRANSPORTES.
· REQUISITOS DA VAGA:
Ensino médio completo;
Conhecimento de controle da manutenção de veículos.
· VALOR SALARIAL: 2.021,29
· BENEFÍCIOS: VT+Ticket Refeição + Plano de Saúde Cooparticipativo +
Plano odontológico
· HORÁRIO: 8:00 ÀS 18:00
· CARGA HORÁRIA: 220 horas
- ATIVIDADES:
- Acompanhar e controlar indicadores operacionais;
- Acompanhar e controlar custos com manutenção preventiva e corretivada
frota;
-Renegociar contrato de locação de veículo;
-Efetuar estudos de redução de custos do setor;
-Implementar a padronização das rotinas e processos de transporte.

Os interessados deverão enviar o currículo para o e-mail
selecionandorh@gmail.com com o título Encarregado da área de transportes.

PACATUBA/CE - Motorista Cat. E

RHBrasil seleciona Motorista com CNH E para uma empresa em Pacatuba.
Local de trabalho: Com disponibilidade para viagens constante – Nordeste,
Norte e Sudeste.
CNH/ E /Curso MOPE atualizado.
Experiência: De 02 anos na função de motorista de carreta.
Salário: R$ 834,04 + 30% + diária em viagem + comissões , VT + Plano de
saúde.
Os interessados enviar currículo para: erica.repbrasil@gmail.com
Érica Dias
Analista de RH
85 3252 2700
www.rhbrasil.com.br


RT/CE - Ajudante de Armazém (Expedição)
*RHBrasil Seleciona, AJUDANTE DE ARMAZÉM para vaga de temporário por 03
meses podendo ser Renovado.
Requisitos;
Vaga de serviço para homens;
Ensino médio;
Disponibilidade de horário;
Ser pro ativo.*
*
Salário: R$ 600,00 alimentação no local e vale transporte.
Interessados enviar curriculo para
**erica.repbrasil@gmail.com*<erica.repbrasil@gmail.com>
* *
**
*Att,
*
*Èrica Dias*
---------------------------------------
Recrutamento e Seleção
RHBrasil - Recursos Humanos - Fortaleza
Rua Costa Barros n° 941 - Aldeota
85 3252-2700


RT/CE - Supervisor de Equipe Operacional
O Posto Itapery seleciona para empresa cliente:
Supervisor de equipes operacionais:
Ensino Médio completo;
Conhecimentos intermediários em informática;
Experiência com gestão de equipes de médio porte e procedimentos operacionais;
Disponibilidade para contratação imediata;
Horário de trabalho: segunda à sábado manhã e tarde. Eventualmente à noite e domingos para acompanhamento de equipes que trabalhem nesses dias e horários;
Local: José Walter;
Salário de mercado + VT + Cesta Básica + PS;

Os interessados que estejam dentro do perfil estabelecido acima devem encaminhar currículo para postoitapery@yahoo.com.br com o título da vaga no assunto do e-mail.
 

COORDENADOR DE COMERCIO EXTERIOR 
 
Empresa: ESTA EMPRESA NÃO QUER DIVULGAR SEU NOME[ ? ]
Local da Vaga: CEARÁ    (Somente para residentes na UF local da vaga)
Horário de Trabalho: Horário comercial - 08 horas/dia
Salário: R$ 4.000,00
Outras Vantagens: VT, (REFEIÇÃO E MEDICO NA EMPRESA, 35% PLANO DE SAUDE UNIMED)
Qtde de Vagas: 1

 Resumo das Atividades a serem Executadas:
- Suprir as necessidades de importação e exportação da empresa, controlando operações de transportes, programação e coordenação de embarque e desembarque de carga. Contratar serviços de transporte e supervisionar armazenamento e transporte de carga e eficiência operacional dos veículos. Pesquisar preços de serviços de transporte, identificar e programar rotas e analisar condições do transporte e da carga.

 Colocação da Vaga
    - Emprego
 Função
    - COORDENADOR DE COMÉRCIO EXTERIOR
 Informática
    - EXCEL
 Escolaridade
    - CURSO SUPERIOR - ÁREA CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
    Situação: COMPLETO

Interessados enviar curriculo para empregourgente46@yahoo.com.br até dia 11/04/11 com o título Coordenador de Comércio Exterior.


Assistente Administrativo I - Logística
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO I - LOGÍSTICA
Empresa: FÁBRICA ESTRELA
Local da Vaga: CEARÁ
Horário de Trabalho: Horário comercial - 08 horas/dia
Outras Vantagens: VT, PS, (ALIMENTAÇÃO NO LOCAL, SEGURO DE VIDA, CESTA BÁSICA)
Qtde de Vagas: 1
 Resumo das Atividades a serem Executadas:
Necessário conhecimento em informática (Excel Intermediário);
Desejável experiência na área administrativa (processos de pagamentos; Notas fiscais; Elaboração de relatórios)

 Colocação da Vaga
    - Emprego

 Função
    - ASSISTENTE DE LOGÍSTICA (Sua empresa optou em RECEBER currículos de profissionais com funções similares a esta)

 Informática
    - WINDOWS
    - WORD
    - EXCEL
    - POWERPOINT
    - INTERNET
    - OUTLOOK

 Escolaridade
    - QUALQUER
    Situação: COMPLETO


Os interessados devem encaminhar currículo, até o dia 15/04/11, para curriculos@fabricaestrela.com.br, especificando no assunto do e-mail o título da vaga.



Assistente de Operações - Rapidão Cometa
Rapidão Cometa Logística e Transportes S/A contrata:
Auxiliar de Operações (Expedição)
Funções:
- Digitar e emitir documentos de embarque para transferência;

- Consultar e manuesear arquivos eletrõnicos (EDI) para confecção dos
conhecimentos;

- Realizar averbação de carga a serem despachadas;

Salário: R$ 779,32 + Benefícios

Pré-requisitos: Experiência em processos de Transporte ou Logística ,
Expedição de Documentos ou faturamento.

Somente serão analisados os currículos que atendam aos pré-requisitos

Os interessados deverão encaminhar currículo para
francimarap01@rapidaocometa.com.br identificando no assunto a vaga
escolhida.

Atenciosamente,

Francimara Campos

Assistente de Recursos Humanos - Unidade FOR

francimarap01@rapidaocometa.com.br

fabiobrigido@hotmail.com>


- Estagiário de Comércio Exterior
A MRH UMA EMPRESA DE MAIS DE 30 ANOS DE HISTORIA

SELECIONA PARA EMPRESA CLIENTE:

Estagiário em Comércio Exterior

(1 vaga) CÓDIGO 7057

REQUISITOS: Inglês entre o nível Intermediário e Fluente e
está cursando o 5º semestre de Comércio Exterior.

ATIVIDADES: Acompanhamento de cargas fechadas no exterior; fazer
análise e cotações de preços de fretes; providenciar
documentação para desembaraço de mercadorias; fazer cadastro de
novos fornecedores; auxiliar equipe de importação e logística com
processos de importação.

HORÁRIO DE ESTÁGIO: 8:00 às 14:00.

VALOR DA BOLSA: R$ 560,00

BENEFÍCIOS: VT + VR R$4,00/dia.

LOCAL: A empresa localiza-se no Barroso.

INTERESSADOS: enviar currículos com o código da vaga para
estagiomrh@mrhgestao.com.br estagiomrh@mrhgestao.com.br> com
cópia para selecaoestagio@mrhgestao.com.br
selecaoestagio@mrhgestao.com.br> / contato: 3452.2960 /
34525701.
 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Como a falta de talentos poderá arruinar o seu Supply Chain

Publicado em 23/9/2010 10:53:07 
no Blog do Portal SupplyChain (Ciclo)


São as pessoas que fazem as empresas funcionarem; mas em alguns casos, ao contrário, não funcionam. Você aprendeu na faculdade que o supply chain trata do material certo, na quantidade correta, no local e na hora solicitada pelo Cliente, na condição adequada e a um custo competitivo. Da mesma forma, a área de Recursos Humanos e a gerência de cada departamento têm a difícil missão de encontrar a pessoa certa para o emprego certo, com os conhecimentos e habilidades requeridas, a um custo (salário) adequado. O que acontecerá se você não tiver as pessoas corretas? O que ocorre quando o Talent Supply Chain não funciona de forma eficaz?

Num cenário otimista, de crescimento entre 5% a 7% ao ano, será cada vez maior a dificuldade em obter mão-de-obra qualificada, e serão também cada vez mais perceptíveis os efeitos disso sobre o nosso dia-a-dia. A maioria das transportadoras está enfrentando a enorme dificuldade de encontrar motoristas capacitados para as viagens de média a longa distância, que conduzirão veículos e equipamentos avaliados em R$ 350 mil a R$ 500 mil. Muitas dessas empresas convivem diariamente com a falta de motoristas, e muitas Transportadoras têm de 10% a 15% de seus caminhões parados! Estima-se que exista um déficit de pelo menos 120 mil motoristas no Brasil, no segmento do transporte rodoviário de cargas.

Isso também vale para todas as demais funções na área de Logística e Supply Chain. Faltarão bons analistas de logística, compradores, coordenadores de transportes, supervisores de expedição, auxiliares de faturamento, técnicos de tráfego, operadores de empilhadeira, conferentes, pickers, etc.

A falta de bons profissionais levará a uma maior competição entre as empresas. A taxa de turn-over deverá saltar dos normais 5% para mais de 10% nos cargos administrativos e de apoio à operação, e para 20% a 30% no nível operacional, principalmente junto aos profissionais menos qualificados, envolvidos em atividades braçais.

Os prazos para a conclusão dos processos seletivos deverão duplicar ou triplicar dada a dificuldade em encontrar o profissional ideal. Aumentará também o estresse entre as áreas requisitantes e o departamento de Recursos Humanos. Muitas empresas sequer dispõem de uma área de Recrutamento e Seleção. Gestão de Talentos... nem pensar! Aliás, a Gestão de Talentos será um importante diferencial para reter os melhores profissionais, aqueles que devemos evitar perdê-los. O que a sua empresa está fazendo nesse sentido?

A perda dos bons profissionais é mais do que uma baixa numérica. Significa também a perda de conhecimento na empresa. Como repor essa perda em um curto espaço de tempo? Qual o impacto disso para os Clientes internos e externos? Quanto custará tudo isso?

Na ausência de bons profissionais, teremos funcionários-tampão e muita gente se desenvolvendo, em um processo que pode levar 3 a 5 anos. Isso significa que alguma coisa naquela velha máxima do supply chain (material certo, na quantidade correta, no local e na hora solicitada pelo Cliente, na condição adequada e a um custo competitivo) será prejudicada, comprometendo o nível de serviço e/ou custos. Será que as lideranças das empresas serão compreensivas com as dificuldades existentes?

Por isso, será muito importante investir na formação contínua da equipe de supply chain, na formalização dos processos, na definição de indicadores de desempenho e na aplicação da tecnologia.

Se não bastassem os “gargalos” de infra-estrutura operacional, ainda teremos que lidar com a falta de gente! Prepare-se, pois grandes desafios virão pela frente!

Artigo:A logística no Brasil

Notícia | 04 de Abril de 2011 http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/26028/a-logistica-no-brasil

Por:Antonio Wrobleski Filho

No Brasil, a demanda por serviços de logística cresce exponencialmente, cerca de três vezes superior ao Produto Interno Bruto (PIB). O mercado, que hoje se estima em US$ 300 bilhões, deve dobrar em 5 anos. É evidente que o setor passa por uma fase de consolidação.

Entretanto, este é um cenário recente. O marco zero da logística brasileira foi a estabilização econômica produzida pelo Real e a expansão do comércio internacional. Com a inflação, que incentivava a prática especulativa no processo de compras e impossibilitava a integração na cadeia de suprimentos, sob controle, a ordem foi buscar eficiência logística. Esse, certamente, foi um vetor de grande mudança.

Também a tecnologia foi imprescindível neste processo. A expansão de conceitos como Supply Chain Management e o uso de sistemas de gestão como WMS (Warehouse Management System ou Sistema de Gerenciamento de Armazéns), TMS (Warehouse Management Transportation ou Sistema de Gerenciamento de Transportes) e ERP (Enterprise Resource Planning ou SIGE – na sigla brasileira – Sistema Integrado de Gestão Empresarial) foram fundamentais para subsidiar o desenvolvimento logístico dentro de parâmetros mundiais.

E, ao passo que a operação logística se desenvolvia, nos últimos anos a economia do país registrou índices históricos de crescimento, resultando na fórmula ideal para aquecer o mercado interno e colocar o Brasil no rol de um dos maiores exportadores mundiais. Essa nova realidade competitiva tornou vital para os negócios investir em logística. No entanto, esta é uma área para a qual o país nunca havia se preparado adequadamente, tanto em relação à infraestrutura como em relação às práticas empresariais.

No que tange aos aspectos estruturais, o Brasil tem grandes desafios pela frente. Os principais entraves para a logística brasileira estão hoje na matriz de transporte, que é excessivamente concentrada no modal rodoviário, correspondendo por 60% do total de cargas movimentadas no país. A malha de rodovias nacional tem uma extensão total de 1,6 milhões de quilômetros. Destes, cerca de 200 mil (12%) são estradas pavimentadas. A Pesquisa Rodoviária 2007, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), avaliou 87.592 quilômetros de rodovias e constatou que 73,9% apresentam alguma deficiência no pavimento, na sinalização ou geometria da via, o que compromete a qualidade e a segurança do fluxo de cargas e pessoas, restringe a interação com os demais modais e gera elevados custos em razão de problemas mecânicos nos veículos de carga.

Já o modal ferroviário corresponde por volta de 20% do transporte de cargas no país. E, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), cerca de metade da carga transportada é de minérios. O restante é composto, em geral, por produtos siderúrgicos.
Quanto ao modal hidroviário, é pouco expressivo, apesar de ser, segundo parâmetros mundiais, o modal que proporciona menor custo de frete. A Hidrovia Paraná – Tietê, por exemplo, transporta cerca de 2 milhões de toneladas para uma capacidade de 20 milhões de toneladas. Além disso, os portos nacionais também possuem problemas estruturais graves. Em uma década, o volume de carga movimentada aumentou 75% e deve ultrapassar 1 bilhão de toneladas até 2014, segundo a Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP). Contudo, os portos brasileiros já operam no limite.

É evidente que o país precisa de um plano emergencial logístico para vencer os gargalos da infraestrutura. E, embora os recursos públicos tenham se intensificado, serão insuficientes para evitar um estrangulamento nos próximos anos, sendo vital a ampliação do capital privado.

E não há dúvida do interesse dos investidores. O setor será um bom negócio nos próximos anos e continuará rendendo lucros enquanto a economia continuar aquecida. A participação de entidades financeiras, entre elas a indústria do private equity, está evoluindo a passos largos no segmento.

No Brasil, ainda existe um enorme potencial a ser explorado. Apenas cerca de 5% das empresas tratam a logística com a importância devida, seja por meio de um departamento interno ou da contratação de um operador. No Japão e na Europa este índice é de 30%, e, nos EUA, de 25%.

Nesse sentido, já no que diz respeito às práticas empresariais, as fusões e aquisições serão fundamentais para conquistar e manter mercado. A logística exige alto grau de especialização e grande poder de investimento para aguardar retornos financeiros que podem levar até 20 anos. Uma conta em que tamanho é diferencial.

Será necessário também investir em recursos humanos. Isso porque, em um mercado cada vez mais competitivo e exigente, a qualificação será o grande vetor para a eficiência. A rápida expansão do setor revela uma grande carência de especialização. Por isso, nos próximos 10 anos, o requisito básico para a logística do país é o core competence.

É importante ressaltar que diversos esforços de diferentes esferas, sejam estatais ou privadas, convergem para solucionar os entraves do setor. Mas há um longo caminho a ser percorrido.

O Brasil vive um momento promissor e a consolidação dos processos logísticos será essencial para subsidiar seu crescimento. Não há desenvolvimento econômico sem uma eficiente atividade e estrutura logística.

É fato que a dimensão continental brasileira por si só é um desafio. Por isso, será preciso redescobrir a infraestrutura e pavimentar o futuro de um país que, ao que tudo indica, será a quarta maior economia global.

Antonio Wrobleski Filho
Presidente do ILOG – Instituto Logweb de Logística e Supply Chain e da AWRO Associados Logística

 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Logística já é globalizada bem antes da própria globalização?

A logística é a atividade da administração responsável pelo planejamento, organização e controle de todo o fluxo de mercadorias e informação, desde a fonte fornecedora até o consumidor. Logística é muito mais do que visão de depósito, palete, caminhão, etc., ela se preocupa com a qualidade, custos, prazos e ciclos dos serviços prestados no atendimento a clientes. Estes fatores fazem com que a logística esteja em constante evolução e revolução de conceitos e técnicas, integrados ao ambiente de marketing, ou seja, o resultado de um bom trabalho logístico, reduzindo custos e aumentando a eficiência, certamente será o lucro. Investir em áreas de movimentação, armazenagem, transporte e projetos de logística, sempre trouxe, contudo, uma sensação de perda para muitos empresários, ficando sempre em segundo plano, mas hoje as empresas que não tiverem uma logística eficiente, certamente perderão clientes para seus concorrentes. Ter uma clara visão do global é importante para as empresas que desejam ficar à frente de seus concorrentes.

Postado via LinkedIn


Elvecio Bermond Filho-Cordinator Logistic

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Artigo:Logística e a Lei da Entrega

Você já perdeu o dia inteiro de trabalho, por ficar preso em casa esperando por um produto ou serviço, que muitas vezes nem chegou a ser entregue? Ou pensou que foi privilégio somente seu passar o Natal sem ter recebido seu presente porque aquela compra feita pela internet atrasou? Pois bem, a Lei Estadual nº 13.747/09, mais conhecida como “Lei da Entrega”, que entrou em vigor em 07 de outubro de 2009, veio para resolver este problema. 

No Estado de São Paulo as empresas que comercializam produtos ou a prestação de serviços diretamente aos consumidores finais são obrigadas a efetuarem suas entregas ou a prestarem seus serviços em horários combinados previamente com seus consumidores, pelo menos é isso que reza a “Lei da Entrega”. 

Na prática de acordo com  essa lei, os consumidores devem ser informados, no ato da contratação de um serviço ou no momento da compra de um produto, em qual período será realizada a entrega dos produtos adquiridos ou ainda em que período o serviço contratado será prestado. 

Os turnos admitidos para realização dessas entregas ou da prestação dos serviços contratados poderão ocorrer nos seguintes turnos:
·         Turno da manhã: compreende o período entre as 7h00 e 12h00;
·         Turno da tarde: compreende o período entre as 12h00 e 18h00;
·         Turno da noite: compreende o período entre as 18h00 e 23h00.

Mesmo a multa podendo chegar a R$ 3.192.300,00, muitas empresas ainda não conseguiram se adequar a essa nova realidade, e acabam por deixar os consumidores na mão. 

Conforme informações da Fundação Procon SP, cedidas no dia 24 de novembro de 2010, foram autuados 77 estabelecimentos, sendo 57 lojas virtuais e 20 lojas físicas, informação ratificada por Renan Ferraciolli, diretor de fiscalização do Procon SP, em entrevista a rádio CBN em 02 de março de 2011, o mesmo ressaltou que as lojas virtuais tem maior dificuldade em atender a lei, mas que a justiça tem se mostrado eficiente em decidir a favor da legislação vigente, ou seja, a lei prevalece não dando margem a qualquer desculpa para o atendimento da mesma. 

Algumas lojas já adotaram uma saída alternativa para esta nova realidade e utilizam do fator da não cobrança do frete como uma estratégia comercial para atrair clientes que aceitem modalidades de entrega diferentes daquelas descrita na lei.

As Empresas que descumpriram a “Lei da Entrega” alegaram diversos motivos, e a Logística foi a campeã, mesmo com todo o aparato tecnológico disponível no mercado para dar suporte a esse elo importantíssimo da cadeia de suprimentos.

Um brinde a livre concorrência, pois com esse precedente, mais do que nunca, investir na logística é essencial, não só em maquinário, mas também na inteligência embarcada na mesma.

Diante desse novo cenário de consumo as empresas varejistas paulistas devem investir no planejamento de sua logística, estabelecendo parcerias com consultorias especializadas em elaborar projetos assertivos e com o custo viável, bem como buscar parcerias com operadores logísticos que atendam não só as expectativas do cliente, mas também os requisitos da lei.

A logística mesmo sendo uma pratica já utilizada com outros nomes no passado, certamente é a profissão do futuro.
 

Por Amarildo Nogueira e Maurício Rio **

Pãozinho nosso de cada dia!

Dólar baixo e frete caro continuam favorecendo as importações de trigo

As quedas contínuas do dólar neste ano de 2011, diante da entrada maciça de investimentos estrangeiros no país, operacionais ou não, dado os juros elevados que aqui são praticados e a nossa estabilidade econômica, estão jogando contra os interesses dos triticultores brasileiros. Níveis cambiais elevados para a moeda nacional tornam as importações atraentes e isto faz o trigo importado competir com o nacional.
Outro fator que joga contra é o frete: o trigo nacional é produzido no extremo sul e deve ser levado ao extremo norte pela forma mais cara, que é o transporte rodoviário. Alternativas como trem e navio estão completamente descartadas.

As distorções do frete marítimo são tão grandes que é mais barato o Ceará comprar trigo da Argentina, que fica mil quilômetros mais longe do que do Rio grande do Sul ou do Paraná, onde a distância seria de mais 2 mil km. Mas, as importações do Nordeste vem mesmo é dos Estados Unidos, de onde o frete é menor e compensa o pagamento das taxas e impostos adicionais.

Fonte: Agronotícias

Brasil & Japão!

Brasil restringe importações do Japão

O Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinaram ontem que, a partir de segunda-feira, a importação de alimentos japoneses ao Brasil sofrerá restrições. Os produtos só poderão entrar no país se houver declaração das autoridades sanitárias do Japão atestando que não há qualquer nível de radiação acima dos limites permitidos.
Em nota técnica, a Anvisa e o ministério informaram, ainda, que farão um monitoramento por amostragem dos importados do Japão.
“Produtos que apresentarem níveis de radionuclídeos acima dos limites permitidos pelo Codex Alimentarius (fórum internacional de normalização sobre alimentos) não serão colocados no mercado e serão devidamente descartados ou rechaçados ao Japão”, dizia o texto, emitido em conjunto pelas duas entidades.

Fiscalização intensificada também em vôos

As amostras serão coletadas pela Anvisa ou pelo ministério. O material será enviado ao Instituto da Radioproteção e Dosimetria (IRD) ou ao Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).

Os dois órgãos prometem ainda intensificar a fiscalização nos voos procedentes do Japão “para garantir que viajantes não ingressem no Brasil portando alimentos provenientes daquele país”. Haverá avisos sonoros nos voos para alertar os passageiros.

A exigência de declaração para importação de alimentos entrará em vigor no dia 4, quando for publicada no Diário Oficial a resolução da Anvisa sobre o tema. O governo brasileiro informou que as medidas são de “caráter preventivo”.

“O volume de alimentos importados do Japão é reduzido e não há registro de importação desse tipo de produto ao Brasil após o acidente radionuclear no país”, atesta o Ministério da Agricultura.

A nota informa ainda que não existem voos diretos do Japão para o Brasil e, em algumas escalas, já está sendo realizado o monitoramento de passageiros provenientes daquele país.

Fonte: O Globo

E a Vale está mudando!



A Vale deu início oficialmente ontem ao processo de sucessão do seu presidente Roger Agnelli. Em fato relevante, a empresa informou que seu controlador, a Valepar, vai realizar uma reunião prévia de acionistas na segunda-feira, dia 4, e do conselho de administração na quinta-feira, dia 7, para aprovar a contratação de uma empresa internacional de seleção de executivos ("head hunter") para selecionar nomes no mercado.

Além disso, os sócios deverão se manifestar sobre a indicação do futuro diretor-presidente da Vale com base em nomes propostos "em lista tríplice elaborada por 'head hunter', para assumir o cargo após o término do mandato" de Agnelli.

O comunicado veio após reunião do conselho da Valepar e da Vale ontem, e torna oficial a saída de Agnelli, que já vinha sendo esperada há meses pelo mercado. Durante a reunião, o próprio Agnelli tratou do assunto, segundo apurou o Valor com pessoas próximas à companhia.

O executivo, aparentando tranquilidade, chamou a atenção para o impacto negativo que esse processo de mudança de comando pode ter sobre as ações da Vale nos mercados brasileiro e internacional.

No ano, os papéis ordinários (ON) da companhia negociados na BM&FBovespa caíram 3,06% e, no mês, 5,24%. As preferenciais PNA recuaram 1,69% no ano e 4,46% no mês.

Ontem houve ligeira alta, com a ON fechando a R$ 53,35 e a PNA, a R$ 47,39.

Em Nova York, os recibos das ações (ADR) ordinárias da Vale fecharam o ano com queda de 3,02% e o mês com 2,57%.

O ADR preferencial apresentou declínio de 2,32% no ano e de 1,50% no mês. O valor de mercado da Vale na Bolsa de Nova York ontem era de US$ 178,9 bilhões.

Agnelli também exibiu números aos acionistas e conselheiros relativos ao comportamento dos papéis da empresa nos últimos meses. O executivo disse que é preciso ter cuidado com esse processo de transição para que não cause prejuízos maiores à empresa. Suas palavras foram vistas como "adequadas" para o momento que a companhia atravessa.

A escolha de uma empresa profissional para selecionar um nome para comandar a Vale, teoricamente, não elimina as chances de nenhum dos candidatos citados para o cargo, e que deverão ser aprovados indiretamente pelo governo, maior acionista da empresa. Mas dará ao processo uma aparência menos política e mais palatável para o mercado.

As referências a Tito Martins e José Carlos Martins, diretores executivos da companhia, para ocupar o cargo de Agnelli continuam na bolsa de apostas, sendo que o de Tito aparece como o preferido. Fábio Barbosa, do Santander, considerado um nome forte no Planalto, corre por fora.

A data-limite para formalizar o nome do novo diretor-presidente vem sendo considerada como 19 de abril, dia em que será realizada a assembleia geral ordinária da Vale. Entretanto, especialistas em governança corporativa afirmam que não cabe à assembleia geral escolher ou mesmo referendar o nome do sucessor de Agnelli. A indicação é um privilégio apenas do conselho de administração.

(Fonte: Valor Econômico/Vera Saavedra Durão | Do Rio/Colaborou Angelo Pavini)