Logística de transporte
Alfredo Da Mota Menezes
O jornal Folha de S. Paulo publicou longa matéria sobre logística de transporte na Amazônia Legal. Tomou como base um estudo encomendado pela Confederação Nacional da Indústria e pelas federações de indústrias de Mato Grosso, Tocantins, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia. O estudo recebeu o nome Ação Pró-Amazônia e também Norte Competitivo.
As entidades patronais vão levar o estudo aos congressistas e governadores eleitos da região. É proposta uma ação integrada para o transporte de toda a área. Não é um estado fazendo estradas descoordenado dos interesses dos outros estados.
A intenção é atuar em conjunto para resolver o grave problema de infra-estrutura de toda a região. E também, talvez pela primeira vez, tentar fazer que todos os parlamentares da área, principalmente os senadores (24 dos 8 estados), atuassem em Brasília numa mesma direção.
Veja a importância para MT do estudo feito pela Macrologística (a mesma empresa que fez os estudos para o porto de Morrinhos na hidrovia Paraguai-Paraná). Obras elencadas pelo estudo: hidrovias Juruena-Tapajós, Teles Pires-Tapajós, Paraguai-Paraná, Araguaia-Rio das Mortes e Tocantins até Estreito; estrada de ferro Carajás; BR-163 via Miritituba; ferrovia até Lucas do Rio Verde; BR-163 via Santarém; BR-364. Das onze obras, nove delas interessam ao estado.
A região coberta pelo estudo tem 5,2 milhões de quilômetros quadrados, que correspondem a 60% do território do país. A intenção é melhorar o desempenho de 16 cadeias produtivas da área.
O estudo detectou 151 projetos relevantes para a Amazônia Legal que custariam 52 bilhões de reais. Diminuíram para uma lista menor de 71 projetos com gastos de 14 bilhões. Enxugaram mais ainda, com uma lista prioritária de 34 projetos que custariam 6,8 bilhões de reais. Se saírem pelo menos esses já seria uma vitória.
O projeto critica o PAC para a área. Mostra que "o programa olha obras isoladas, sem vínculo com um sistema logístico". Ou, em palavras diferentes, fazem-se algumas obras, mas sem uma visão integrada da região.
O estudo diz que a região não seria competitiva em exportação com os países sul americanos. Vou meter minha colher de pau nesse item. Pode ser que não seja competitivo para alguns estados da região, mas para MT, MS e Acre acho que seria. Somos estados fronteiriços, produtos dos outros deveriam andar longas distâncias.
Ouso mais um passo: será que os produtos da Zona Franca de Manaus não poderiam ir até Santarém por água? Daí, através da rodovia 163, chegar a Cuiabá ou a Cáceres e serem levados para os países dos Andes? Ou, chegando em Cáceres e através da hidrovia Paraguai-Paraná, para o Mercosul? A matéria do jornal não mostra se o estudo analisou esse viés.
Alfredo Da Mota Menezes é professor universitário e articulista político.
pox@terra.com.br
http://www.alfredomenezes.com/
Fonte: Mídia News em 23/11/2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Procedimentos em um Almox.
Você é um pequeno empresário, ou está iniciando a organização de seu Almoxarifado?
Segue um pequeno escopo de como montar um POP (Procedimento Operacional Padrão) para as operações de movimentação em seu depósito:
PROCEDIMENTOS DE UM ALMOXARIFADO
1.1. OBJETIVO
Disciplinar os procedimentos de recepção e estocagem de materiais no almoxarifado.
o RESPONSABILIDADES E CUMPRIMENTO
O cumprimento desta norma é responsabilidade de todos os funcionários, em especial dos que participarem do processo; Diretores, Gerente e Chefe do Setor de Almoxarifado, Almoxarife, Auxiliar de Almoxarifado, etc.
1.3. DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA AUDITORIA
Será responsabilidade das áreas envolvidas com esta norma e procedimentos disponibilizarem todas as informações necessárias para eventuais Auditorias.
Todos os procedimentos descritos abaixo estarão sujeitos à verificação da Auditoria.
2. PROCEDIMENTOS ASSOCIADOS (exemplo)
2.1. PROCEDIMENTO DE COMPRA DE EMERGÊNCIA
2.2. PROCEDIMENTO DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES
2.3. PROCEDIMENTO DE CARTEIRA DE PEDIDOS
2.4. PROCEDIMENTO DE DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA
3. DIRETRIZES
3.1. RECEBIMENTO DE MATERIAIS
3.2. CONFERÊNCIA DE MATERIAIS
3.3. DISCREPÂNCIA NA CONFERÊNCIA DE MATERIAIS
3.4. ESTOCAGEM DE MATERIAIS
3.5. SEPARAÇÃO DE MATERIAIS
3.6. EXPEDIÇÃO DE MATERIAIS
4. PROCEDIMENTO
4.1. RECEBIMENTO E CONFERÊNCIA DE MATERIAL PARA ESTOQUE
4.2. DISCREPÂNCIAS NO RECEBIMENTO E CONFERÊNCIAS DE MATERIAIS
4.3. ESTOCAGEM DO MATERIAL RECEBIDO
4.4. DISCREPÂNCIA NA ESTOCAGEM DO MATERIAL RECEBIDO
4.5. AJUSTE DE ESTOQUES
5. VIGÊNCIA E AUTORIZAÇÃO
6. ANEXOS
7. HISTÓRICO DAS REVISÕES
SUGESTÃO:
Todo procedimento, de acordo as normas do Certificado ISSO 9001, deve relatar seus “Registros de Qualidade”, onde consta a identificação dos Registros de qualidade, como se dará sua forma de Armazenamento/ Recuperação, Proteção, Tempo de Retenção e Tempo de Descarte.
Melhores informações, solicite via comentários!!!!!
Forte Abraço,
RM
Segue um pequeno escopo de como montar um POP (Procedimento Operacional Padrão) para as operações de movimentação em seu depósito:
PROCEDIMENTOS DE UM ALMOXARIFADO
1.1. OBJETIVO
Disciplinar os procedimentos de recepção e estocagem de materiais no almoxarifado.
o RESPONSABILIDADES E CUMPRIMENTO
O cumprimento desta norma é responsabilidade de todos os funcionários, em especial dos que participarem do processo; Diretores, Gerente e Chefe do Setor de Almoxarifado, Almoxarife, Auxiliar de Almoxarifado, etc.
1.3. DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA AUDITORIA
Será responsabilidade das áreas envolvidas com esta norma e procedimentos disponibilizarem todas as informações necessárias para eventuais Auditorias.
Todos os procedimentos descritos abaixo estarão sujeitos à verificação da Auditoria.
2. PROCEDIMENTOS ASSOCIADOS (exemplo)
2.1. PROCEDIMENTO DE COMPRA DE EMERGÊNCIA
2.2. PROCEDIMENTO DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES
2.3. PROCEDIMENTO DE CARTEIRA DE PEDIDOS
2.4. PROCEDIMENTO DE DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA
3. DIRETRIZES
3.1. RECEBIMENTO DE MATERIAIS
3.2. CONFERÊNCIA DE MATERIAIS
3.3. DISCREPÂNCIA NA CONFERÊNCIA DE MATERIAIS
3.4. ESTOCAGEM DE MATERIAIS
3.5. SEPARAÇÃO DE MATERIAIS
3.6. EXPEDIÇÃO DE MATERIAIS
4. PROCEDIMENTO
4.1. RECEBIMENTO E CONFERÊNCIA DE MATERIAL PARA ESTOQUE
4.2. DISCREPÂNCIAS NO RECEBIMENTO E CONFERÊNCIAS DE MATERIAIS
4.3. ESTOCAGEM DO MATERIAL RECEBIDO
4.4. DISCREPÂNCIA NA ESTOCAGEM DO MATERIAL RECEBIDO
4.5. AJUSTE DE ESTOQUES
5. VIGÊNCIA E AUTORIZAÇÃO
6. ANEXOS
7. HISTÓRICO DAS REVISÕES
SUGESTÃO:
Todo procedimento, de acordo as normas do Certificado ISSO 9001, deve relatar seus “Registros de Qualidade”, onde consta a identificação dos Registros de qualidade, como se dará sua forma de Armazenamento/ Recuperação, Proteção, Tempo de Retenção e Tempo de Descarte.
Melhores informações, solicite via comentários!!!!!
Forte Abraço,
RM
Processos Logisticos!
Há uma máxima da Administração, por coincidência do xará Robert Kaplan, que diz "O que não é medido não é gerenciado". Humildemente complemento dizendo que, se não houver geração de procedimentos capazes de controlar os resultados, o gerenciamento é vão!
Muitas empresa e profissionais tem medido e comparado resultados com a única e exclusiva preocupação de bater as metas, se esquecendo do processo necessário de avaliação do resultado na busca da continua excelência. E isso é verdade, ou você não conhece pessoalmente uma situação assim?
Atingimos a meta este mês? Excelente! Mas o que aconteceu? O que nos fez bons este mês? Onde acertamos? O que fazer para nos mantermos assim para o próximo mês?
Há uma grande preocupação em justificar os baixos índices. E isto é importante, somos todos cobrados por excelência!
Mas tão importante quanto analisar um mau desempenho, é validarmos os aspectos práticos do sucesso.
Queremos iniciar aqui, no Blog Logisticamente Antenado, um fomentar de comentários, cases e sugestões referentes a indicadores e procedimentos que sejam interessantes para o nosso dia-a-dia na Logística.
Fique a vontade. Torne-se seguidor deste Blog e poste suas mensagens.
Forte abraço.
Robert Marques
Muitas empresa e profissionais tem medido e comparado resultados com a única e exclusiva preocupação de bater as metas, se esquecendo do processo necessário de avaliação do resultado na busca da continua excelência. E isso é verdade, ou você não conhece pessoalmente uma situação assim?
Atingimos a meta este mês? Excelente! Mas o que aconteceu? O que nos fez bons este mês? Onde acertamos? O que fazer para nos mantermos assim para o próximo mês?
Há uma grande preocupação em justificar os baixos índices. E isto é importante, somos todos cobrados por excelência!
Mas tão importante quanto analisar um mau desempenho, é validarmos os aspectos práticos do sucesso.
Queremos iniciar aqui, no Blog Logisticamente Antenado, um fomentar de comentários, cases e sugestões referentes a indicadores e procedimentos que sejam interessantes para o nosso dia-a-dia na Logística.
Fique a vontade. Torne-se seguidor deste Blog e poste suas mensagens.
Forte abraço.
Robert Marques
Curiosidades!!!
Alfabeto Fonético da Aviação
A- Alpha (alfa) N- November
B- Bravo O- Oscar (oscar)
C- Charlie (charli) P- Papa (papá)
D- Delta Q- Quebec(quebéque)
E- Echo (éco) R- Romeu
F- Fox-trothe (fócs) S- Sierra
G- Golf T- Tango
H- Hotel U- Uniform (iuniform)
I- Índia V- Victor
J- Juliet (juliéti) X- Xadrez
K- Kilo W- Whisky
L- Lima Y- Yankee (ianqui)
M- Myke (Maiqui) Z- Zulú
A- Alpha (alfa) N- November
B- Bravo O- Oscar (oscar)
C- Charlie (charli) P- Papa (papá)
D- Delta Q- Quebec(quebéque)
E- Echo (éco) R- Romeu
F- Fox-trothe (fócs) S- Sierra
G- Golf T- Tango
H- Hotel U- Uniform (iuniform)
I- Índia V- Victor
J- Juliet (juliéti) X- Xadrez
K- Kilo W- Whisky
L- Lima Y- Yankee (ianqui)
M- Myke (Maiqui) Z- Zulú
Cabedelo, um modelo de Porto eficiente!
Parceiros elogiam projetos de desenvolvimento logístico
A infraestrutura deficitária e a sobrecarga dos grandes portos brasileiros têm prejudicado várias empresas que dependem dos terminais portuários para descarregar e distribuir sua carga. Nos últimos anos, foram muitas as companhias que sofreram para movimentar suas mercadorias, seja pela costa brasileira – navegação de cabotagem -, seja entre os países. Diante desse contexto, o Porto de Cabedelo se sobressai, não pelo seu tamanho, mas pela sua eficiência. Para seus parceiros, esse é um dos principais diferenciais do terminal paraibano em relação a grandes portos como Pecém, Suape, Santos, Itajaí, que já estão superlotados e acabam gerando custos maiores que os esperados para seus clientes. Além disso, o Porto de Cabedelo ainda traz uma grande vantagem para aqueles que querem comercializar sua mercadoria no Nordeste: o terminal paraibano está localizado num ponto central da região, o que facilita a distribuição e diminui o custo de fretes das mercadorias para todos os estados nordestinos.
Roberto Araújo, diretor da Termisul, uma empresa de logística integrada do Rio Grande do Sul e que atua como parceira do Porto de Cabedelo, destaca que Cabedelo hoje se apresenta como uma ótima opção para diminuir custos e auferir agilidade à distribuição de mercadorias. “A gente vem acompanhado o desenvolvimento do país e estamos vendo várias dificuldades para descarregar mercadoria já que os portos estão lotados. Então, ao buscar alternativas, encontramos Cabedelo, que se mostrou apto para atender a demanda”, disse ele, frisando que a localização do terminal também foi determinante, visto que é bastante estratégica para a relação comercial com o Nordeste.
Para ele, a parceria do porto com a Termisul só veio a agregar mais qualidade ao serviço oferecido pela empresa, que agora pode garantir a agilidade tão requisitada pelos clientes quando se trata de comércio marítimo. “Com um porto flexível, que investe em sua infraestrutura e se preocupa com os custos dos serviços, tudo fica mais fácil”, observa Roberto. E é desse modo que também pensa Melca Farias, consultora de Comércio Exterior da Luma Trading, outra empresa parceira do Porto de Cabedelo, e que atua intermediando e facilitando as importações e exportações através do terminal.
Para ela, é preciso reduzir custos com as importações trazendo o fornecedor até o estado. “Temos a missão de desenvolver o estado, deixá-lo mais forte e essa parceria é primordial para isso. Vamos incentivar as exportações das mercadorias paraibanas e, ao mesmo tempo, atrair os fornecedores estrangeiros para o Estado, que tem um porto sendo preparado para atuar e o Porto de Cabedelo, que nesse contexto, tem se mostrado bastante preparado para atuar na recepção desse fornecedor”, explica Melca, que junto a Roberto Araújo, diretor da Termisul e outros parceiros, a exemplo da Maroja Transportadora, estiveram no estante exclusivo do Porto de Cabedelo na Expo Cargo 2010, uma das mais importantes Feiras do país em se tratando de volume de negócios e que aconteceu no início de novembro, em Porto Alegre (RS).
Na Expo Cargo, realizada semana passada, o diretor comercial do Porto, Francisco Paquet, apresentou aos diversos visitantes do estande da Companhia Docas da Paraíba, o projeto de Cabotagem do terminal que já vem chamado a atenção de diversos investidores, inclusive do Rio Grande do Sul. Lá Paquet também apresentou outras ações em desenvolvimento no terminal como a dragagem, as linhas de containers de longo curso, parcerias com a iniciativa privada para equipar o porto, incentivos do Governo do Estado aos investidores na Paraíba e o a construção de seu Terminal de Containers (TMU), que já tem recursos garantidos pelo PAC II.
Fonte: Paraiba.com.br em 22/11/2010
Notícia postada pelo portal Logística Total
A infraestrutura deficitária e a sobrecarga dos grandes portos brasileiros têm prejudicado várias empresas que dependem dos terminais portuários para descarregar e distribuir sua carga. Nos últimos anos, foram muitas as companhias que sofreram para movimentar suas mercadorias, seja pela costa brasileira – navegação de cabotagem -, seja entre os países. Diante desse contexto, o Porto de Cabedelo se sobressai, não pelo seu tamanho, mas pela sua eficiência. Para seus parceiros, esse é um dos principais diferenciais do terminal paraibano em relação a grandes portos como Pecém, Suape, Santos, Itajaí, que já estão superlotados e acabam gerando custos maiores que os esperados para seus clientes. Além disso, o Porto de Cabedelo ainda traz uma grande vantagem para aqueles que querem comercializar sua mercadoria no Nordeste: o terminal paraibano está localizado num ponto central da região, o que facilita a distribuição e diminui o custo de fretes das mercadorias para todos os estados nordestinos.
Roberto Araújo, diretor da Termisul, uma empresa de logística integrada do Rio Grande do Sul e que atua como parceira do Porto de Cabedelo, destaca que Cabedelo hoje se apresenta como uma ótima opção para diminuir custos e auferir agilidade à distribuição de mercadorias. “A gente vem acompanhado o desenvolvimento do país e estamos vendo várias dificuldades para descarregar mercadoria já que os portos estão lotados. Então, ao buscar alternativas, encontramos Cabedelo, que se mostrou apto para atender a demanda”, disse ele, frisando que a localização do terminal também foi determinante, visto que é bastante estratégica para a relação comercial com o Nordeste.
Para ele, a parceria do porto com a Termisul só veio a agregar mais qualidade ao serviço oferecido pela empresa, que agora pode garantir a agilidade tão requisitada pelos clientes quando se trata de comércio marítimo. “Com um porto flexível, que investe em sua infraestrutura e se preocupa com os custos dos serviços, tudo fica mais fácil”, observa Roberto. E é desse modo que também pensa Melca Farias, consultora de Comércio Exterior da Luma Trading, outra empresa parceira do Porto de Cabedelo, e que atua intermediando e facilitando as importações e exportações através do terminal.
Para ela, é preciso reduzir custos com as importações trazendo o fornecedor até o estado. “Temos a missão de desenvolver o estado, deixá-lo mais forte e essa parceria é primordial para isso. Vamos incentivar as exportações das mercadorias paraibanas e, ao mesmo tempo, atrair os fornecedores estrangeiros para o Estado, que tem um porto sendo preparado para atuar e o Porto de Cabedelo, que nesse contexto, tem se mostrado bastante preparado para atuar na recepção desse fornecedor”, explica Melca, que junto a Roberto Araújo, diretor da Termisul e outros parceiros, a exemplo da Maroja Transportadora, estiveram no estante exclusivo do Porto de Cabedelo na Expo Cargo 2010, uma das mais importantes Feiras do país em se tratando de volume de negócios e que aconteceu no início de novembro, em Porto Alegre (RS).
Na Expo Cargo, realizada semana passada, o diretor comercial do Porto, Francisco Paquet, apresentou aos diversos visitantes do estande da Companhia Docas da Paraíba, o projeto de Cabotagem do terminal que já vem chamado a atenção de diversos investidores, inclusive do Rio Grande do Sul. Lá Paquet também apresentou outras ações em desenvolvimento no terminal como a dragagem, as linhas de containers de longo curso, parcerias com a iniciativa privada para equipar o porto, incentivos do Governo do Estado aos investidores na Paraíba e o a construção de seu Terminal de Containers (TMU), que já tem recursos garantidos pelo PAC II.
Fonte: Paraiba.com.br em 22/11/2010
Notícia postada pelo portal Logística Total
Mais foco na Logistica Internacional!!!
Exportadores querem o fortalecimento da Camex
Os exportadores sugerem que o governo federal dê mais poder decisório à Câmara de Comércio Exterior (Camex) para combater a perda de competitividade e a queda das exportações de produtos manufaturados brasileiros.
A sugestão, que já havia sido apresentada aos principais candidatos à Presidência da República durante as últimas eleições, voltou a ser discutida nesta quinta-feira (18), em São Paulo, por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
A intenção agora é voltar a debater a proposta com a equipe de transição de governo, responsável por delinear as primeiras iniciativas da gestão da presidenta eleita, Dilma Rousseff.
Criada em 1995, a Camex é o órgão de governo responsável por formular, implementar e coordenar as políticas de comércio exterior, incluindo o turismo. É presidida pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e integrada pelos ministérios da Casa Civil; das Relações Exteriores; da Fazenda; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e do Planejamento, Orçamento e Gestão. Conta ainda com um conselho do qual participam representantes de quase 40 órgãos, o que, segundo os empresários, a torna extremamente burocrática.
Para os representantes das entidades empresariais, a Camex não possui autoridade, nem conta com o necessário prestígio político para colocar políticas em prática e exigir de outras instâncias de governo o cumprimento de suas decisões. Muito menos para tentar resolver problemas de logística, burocracia alfandegária e financiamento às exportações. A solução, segundo eles, seria reformular sua estrutura.
De acordo com o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, embaixador Rubens Barbosa, a proposta dos empresários é que a Camex passe a ser subordinada diretamente à Presidência da República, contando inclusive com a figura de um presidente que seria alguém com acesso direto ao presidente.
"Dentro da burocracia, a Camex, hoje, está em um nível muito baixo, sem força política para tomar ou implementar suas decisões", afirmou Barbosa. "Estamos propondo retirar competência do Mdic e sabemos que para uma ideia desta ser levada adiante será preciso vontade política do presidente da República".
De acordo com Barbosa, o crescimento geral das exportações brasileiras, que, de acordo com ele, quadruplicaram desde 2003, tem escondido fragilidades da política comercial brasileira que só serão resolvidas com a criação de um órgão que coordene as ações de estímulo às exportações, com a consolidação da legislação sobre Comércio Exterior, a simplificação das regras cambiais e solução de gargalos de infraestrutura.
Fonte: DCI
Os exportadores sugerem que o governo federal dê mais poder decisório à Câmara de Comércio Exterior (Camex) para combater a perda de competitividade e a queda das exportações de produtos manufaturados brasileiros.
A sugestão, que já havia sido apresentada aos principais candidatos à Presidência da República durante as últimas eleições, voltou a ser discutida nesta quinta-feira (18), em São Paulo, por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
A intenção agora é voltar a debater a proposta com a equipe de transição de governo, responsável por delinear as primeiras iniciativas da gestão da presidenta eleita, Dilma Rousseff.
Criada em 1995, a Camex é o órgão de governo responsável por formular, implementar e coordenar as políticas de comércio exterior, incluindo o turismo. É presidida pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e integrada pelos ministérios da Casa Civil; das Relações Exteriores; da Fazenda; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e do Planejamento, Orçamento e Gestão. Conta ainda com um conselho do qual participam representantes de quase 40 órgãos, o que, segundo os empresários, a torna extremamente burocrática.
Para os representantes das entidades empresariais, a Camex não possui autoridade, nem conta com o necessário prestígio político para colocar políticas em prática e exigir de outras instâncias de governo o cumprimento de suas decisões. Muito menos para tentar resolver problemas de logística, burocracia alfandegária e financiamento às exportações. A solução, segundo eles, seria reformular sua estrutura.
De acordo com o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, embaixador Rubens Barbosa, a proposta dos empresários é que a Camex passe a ser subordinada diretamente à Presidência da República, contando inclusive com a figura de um presidente que seria alguém com acesso direto ao presidente.
"Dentro da burocracia, a Camex, hoje, está em um nível muito baixo, sem força política para tomar ou implementar suas decisões", afirmou Barbosa. "Estamos propondo retirar competência do Mdic e sabemos que para uma ideia desta ser levada adiante será preciso vontade política do presidente da República".
De acordo com Barbosa, o crescimento geral das exportações brasileiras, que, de acordo com ele, quadruplicaram desde 2003, tem escondido fragilidades da política comercial brasileira que só serão resolvidas com a criação de um órgão que coordene as ações de estímulo às exportações, com a consolidação da legislação sobre Comércio Exterior, a simplificação das regras cambiais e solução de gargalos de infraestrutura.
Fonte: DCI
Artigo: Logística é empecilho para o setor produtivo
Logística é empecilho para o setor produtivo
A Confederação Nacional da Indústrias (CNI) e mais 9 Federações da Indústrias que compõem a Amazônia Legal realizaram um estudo sobre os problemas logísticos e soluções para suprimento do maior gargalo da economia das regiões centro e norte do país. As análises apontam que um investimento de R$ 14 bilhões na construção de 9 eixos de integração poderiam reduzir os custos de 14 cadeias produtivas, 50 produtos e 98% da produção em toda região. Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (19) durante II Fórum Estadual sobre Infraestrutura de Transportes.
Como maior produtor de soja, algodão e grande expansão territorial, Mato Grosso se torna um dos principais corredores carentes de investimentos. Entre os 9 eixos identificados como solução, 5 deles teriam intervenções dentro do Estado, como a conclusão da BR-163, a duplicação e melhoria da BR-364, a expansão da hidrovia Paraná-Paraguai, a construção da BR-242 (entre Sorriso e Peixe, no Tocantins), e a hidrovia Juruena-Tapajós.
Os demais pontos colocados como essenciais são a conclusão da rodovia Belém-Brasília, a melhoria das ferrovias da América Latina Logística (ALL) na malha norte e da Ferrovia Carajás e a hidrovia do rio Madeira. Em Mato Grosso um outro estudo foi realizado e apresentado especificamente sobre as necessidades e alternativas para o escoamento da produção. A elaboração foi feita pela Comitê Pró-Logística liderado por entidades das cadeias produtivas com base em análises técnicas, entrevistas e avaliações econômicas.
Neste estudo, chamado de Agenda Mínima de Mato Grosso, foi apontada a evolução no valor do frete no Estado entre os anos de 2003 e 2010, quando o essa despesa saltou de US$ 187 por tonelada para US$ 364, um acréscimo de 94%. Comparando ao custo do Paraná, outro grande produtor de grãos, o frete mato-grossense é 175% mais caro, visto que para o escoamento de uma tonelada, o produtor paranaense desembolsa US$ 132. Com esta diferença, o produtor do Centro-Oeste termina por ter um lucro muito menor do que o do produtor da região Sul. Na safra 2008/2009, por exemplo, o mato-grossense lucrou apenas 7%, ante 58% acumulado pelo paranaense. Para 2009/2010 a previsão é que o produtor de Mato Grosso amargue prejuízo de 3%, enquanto no Paraná haverá lucro de 52%.
O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, diz que o próximo passo é a compilação dos estudos realizados pela empresa MacroLogística sobre todos os modais e alternativas na Amazônia Legal com os estudos desenvolvidos no Estado. "Vamos unir as informações, apurar e iniciar um processo de articulação política". Entre as propostas feitas pelo comitê estão as Parcerias-Público-Privadas (PPP) como forma de acelerar o processo de reestruturação.
O diretor da MacroLogística, Olivier Girard, explica que o estudo levantou todas as possibilidades, descartando as que iriam requerer muitos investimentos e que o retorno fosse abaixo do esperado. "Dos 42 eixos que surgiram durante a pesquisa, 13 não geravam economia e 7 já existem. Do que restou, 9 se mostraram viáveis e suficientes para os próximos 20 ou 30 anos".
Fonte: A Gazeta
CURSO NEGOCIAÇÃO INTERNACIONAL
O Centro Internacional de Negócios do Ceará - CIN/CE realizará no dia 3 de dezembro, das 14h às 22h, o curso Negociação Internacional.
Com 8 horas/aula, o curso tem como objetivos, apresentar de forma prática os fundamentos das negociações internacionais; estimular a visão crítica dos participantes para as áreas de conflito em negociações comerciais internacionais; mostrar o risco ligado aos negócios em suas diferentes formas; e identificar as principais características dos negociadores globais.
O treinamento será ministrado por Sérgio Pereira - Sócio da Ankon Internacional, ex-gerente de Mercado Internacional da Cia Nitro Química e Prof. do MBA da FIA-SP, com 13 anos dedicados às negociações internacionais em mais de 40 países.
As inscrições encontram-se abertas no site www.fiec.org.br/cin, ao custo de R$280,00 para estudantes e R$350,00 para profissionais. O investimento pode ainda ser parcelado em até 4 vezes sem juros nos cartões VISA, MASTERCARD e AMEX.
Maiores informações: (85) 3421.5419 - Filipe
Com 8 horas/aula, o curso tem como objetivos, apresentar de forma prática os fundamentos das negociações internacionais; estimular a visão crítica dos participantes para as áreas de conflito em negociações comerciais internacionais; mostrar o risco ligado aos negócios em suas diferentes formas; e identificar as principais características dos negociadores globais.
O treinamento será ministrado por Sérgio Pereira - Sócio da Ankon Internacional, ex-gerente de Mercado Internacional da Cia Nitro Química e Prof. do MBA da FIA-SP, com 13 anos dedicados às negociações internacionais em mais de 40 países.
As inscrições encontram-se abertas no site www.fiec.org.br/cin, ao custo de R$280,00 para estudantes e R$350,00 para profissionais. O investimento pode ainda ser parcelado em até 4 vezes sem juros nos cartões VISA, MASTERCARD e AMEX.
Maiores informações: (85) 3421.5419 - Filipe
Artigo:China usa tecnologia externa para abalar mundo dos trens
Quando as empresas japonesas e europeias pioneiras em trens-balas aceitaram fabricar trens para a China, pensavam que iam obter acesso a um mercado novo e crescente, bilhões de dólares em contratos e o prestígio de criar a rede de trens-balas mais ambiciosa da história.
O que elas não imaginavam é que, apenas alguns anos depois, teriam de concorrer com empresas chinesas que adaptaram sua tecnologia e a voltaram contra elas.
Fonte: Valor Econômico
O que elas não imaginavam é que, apenas alguns anos depois, teriam de concorrer com empresas chinesas que adaptaram sua tecnologia e a voltaram contra elas.
Hoje, empresas chinesas de trens que já foram sócias menores de gigantes como a Kawasaki Heavy Industries Ltd., a Siemens AG, a Alstom SA e a Bombardier Inc. concorrem com elas no crescente mercado mundial de sistemas de trens de alta velocidade. Dos Estados Unidos ao Brasil, passando pela Arábia Saudita e a própria China, as empresas chinesas estão vendendo trens que na maioria dos casos são mais velozes do que os oferecidos por suas concorrentes estrangeiras. Em setembro, numa visita à China, o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, disse que está interessado na ajuda dos chineses para construir uma linha de alta velocidade em seu Estado.
O avanço da indústria chinesa de trens de alta velocidade reflete uma estratégia econômica nacional de incentivar estatais e obter tecnologia avançada mesmo que às custas de sócios estrangeiros. É uma estratégia que desafia potências como os EUA e alimenta uma revolta entre as multinacionais que operam na China.
Empresas de setores que vão do automobilístico ao aeroespacial há muito procuram explorar o enorme mercado chinês, entrando em sociedades que resultaram em enormes recompensas. Mas, ao transferir sua tecnologia, algumas empresas também abriram a porta para concorrentes chinesas que estão cada vez mais aptas a competir não apenas dentro da China, mas internacionalmente. A participação de mercado da China na manufatura de maquinário avançado pode chegar a 30% das exportações mundiais na próxima década, em comparação com 8% hoje, disse Min Zhu, assessor especial do Fundo Monetário Internacional e ex-vice-presidente do Banco Popular da China, o banco central, numa recente conferência do Wall Street Journal.
A China reconhece que os trens que suas próprias empresas estão vendendo agora foram desenvolvidos usando tecnologia estrangeira. Mas as autoridades dizem que empresas chinesas como a China South Locomotive & Rolling Stock Industry (Group) Corp., ou CSR, adicionaram suas próprias inovações para fazer o produto final chinês.
"A indústria ferroviária chinesa produziu a nova geração de trens de alta velocidade aprendendo e sistematicamente compilando e renovando a tecnologia estrangeira de trens de alta velocidade", afirmou o Ministério das Ferrovias numa resposta via fax a perguntas do WSJ. Alguns executivos estrangeiros dizem que tal "renovação" é uma violação dos acordos que fecharam com a China.
O futuro da indústria ferroviária chinesa está sendo montado em meio a uma chuva de fagulhas de solda num enorme complexo industrial da CSR em Qingdao, uma cidade portuária que já foi um posto colonial alemão e posteriormente foi ocupada pelo Japão na Segunda Guerra Mundial. Chamado de CRH380A, o mais novo trem apresenta assentos de primeira classe que se reclinam até a posição horizontal e pode atingir 380 km por hora. Quando entrar em operação em 2012, ligando Pequim a Xangai, o trem vai reduzir o tempo de viagem entre as duas cidades mais importantes da China de dez para quatro horas e fará parte de um sistema nacional que deve somar 15.600 quilômetros até 2020.
A CSR recebeu tecnologia japonesa de alta velocidade a partir de 2004 como parte de um acordo com a Kawasaki. Engenheiros e executivos da CSR dizem que adaptaram e melhoraram essa tecnologia para fazer trens que são mais velozes e melhores. Os trens mais velozes em operação no Japão e na Europa correm cerca de 320 km/h.
Sorrindo orgulhosamente em frente de seções semiprontas dos trens CRH380A, Liang Jianying, uma engenheira graduada da CSR, explica como a empresa reduziu a fricção entre a roda e o trilho e deixou o trem mais aerodinâmico. "Melhoramos, otimizamos e inovamos nós mesmos (...) e chegamos a um desenho novíssimo", diz ela.
"Veja, este não se parece em nada com o trem-bala da Kawasaki", acrescenta Wu Qunliang, porta-voz da fábrica da CSR, que emprega cerca de 2.000 engenheiros. "Inovação original de verdade é rara", diz Wang Xinhong, outro engenheiro sênior. "Conseguimos nossos resultados em tecnologia de trem de alta velocidade subindo nos ombros dos pioneiros do passado."
As empresas estrangeiras geralmente relutam em criticar o poderoso Ministério das Ferrovias publicamente. Bernd Eitel, um porta-voz da Siemens, diz que a empresa alemã tem "uma relação de confiança" com suas sócias chinesas e espera que isso continue. O presidente da canadense Bombardier na China, Zhang Jiawei, disse num comunicado: "Temos contratos e acordos que ambos os lados respeitam". Uma porta-voz da francesa Alstom não quis comentar, citando a "natureza delicada" do assunto.
Mas a Kawasaki, num comunicado, informou que ela e outras fabricantes de trens de alta velocidade discordam da alegação da China de que criou sua própria tecnologia. A maioria dos trens chineses em operação atualmente, dizem executivos, são quase exatamente os mesmos de suas sócias estrangeiras. Eles citam uns poucos retoques cosméticos no esquema de pintura do exterior e no acabamento do interior exterior e um sistema reforçado de propulsão para gerar velocidades maiores. "A China afirma que detém os direitos exclusivos dessa propriedade intelectual, mas a Kawasaki e outras empresas estrangeiras não concordam", disse a Kawasaki num comunicado, acrescentando que espera resolver a questão por meio de negociações comerciais. A Kawasaki afirma que está enfatizando nessas negociações que seus contratos de transferência de tecnologia com o Ministério das Ferrovias declaram que a tecnologia é para uso exclusivamente dentro da China e que as empresas chinesas não podem usá-la em produtos que pretendam exportar.
Reservadamente, alguns executivos são mais diretos. "Dizer que a maioria dos trens-balas desenvolvidos recentemente são da própria China pode ser bom para o orgulho nacional (...) mas não passa de propaganda enganosa", diz um executivo de alto escalão da Kawasaki. "De que maneira é possível enfrentar rivais quando elas usam a sua tecnologia e a base de custos dela é tão menor?", acrescenta o executivo.
Outros países também usaram e adaptaram tecnologia estrangeira. O Japão do pós-guerra promoveu sua transformação industrial em parte pela engenharia-reversa de tecnologias estrangeiras, até que desenvolveu um parque de empresas de tecnologia, siderúrgicas, estaleiros e montadoras de automóveis, entre as quais a Honda e a Toyota. A Coreia do Sul seguiu uma trilha semelhante.
O que é diferente no caso da China é o enorme mercado interno, que faz com que as empresas estrangeiras fiquem dispostas a entregar know-how tecnológico para conseguir uma fatia do bolo. Como a China favorece cada vez mais as fornecedoras nacionais, ela pode elevar a barreira e exigir que as empresas que querem fazer negócios por lá transfiram tecnologias cada vez mais avançadas. "Toda empresa que leva novas tecnologias, inovação ou ideias para a China precisa lidar com o 'shanzhai', ao que se pode prontamente referir como uma 'cultura bandida'", diz Andrew Forbes Winkler, um analista da Commodore Research & Consultancy em Nova York. "De celular a automóvel, as empresas chinesas têm orgulho de ter usado a propriedade intelectual alheia e inovado ou pirateado produtos."
As ambições da China em trens de alta velocidade já são mundiais. O Ministério das Ferrovias informou que empresas chinesas estão disputando contratos no Brasil e que Rússia, Arábia Saudita e Polônia também manifestaram interesse. A China Railway Group Ltd., uma empresa de engenharia civil, participa de um projeto de trem-bala na Venezuela. A China Railway Construction Corp. está ajudando a construir uma linha ferroviária de alta velocidade ligando Ancara a Istambul, na Turquia. O governo americano, que alocou US$ 8 bilhões para construir uma rede de trens de alta velocidade, informou que está aberto a propostas de empresas chinesas para tais contratos.
Artigo:MPA vence licitação de pátio de cabotagem do porto de Pecém
Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Dom, 21 de Novembro de 2010 21:08
O pátio de cabotagem terá 20 mil metros quadrados e deverá ser concluído cinco meses depois da ordem de serviço
O objetivo da obra é agilizar ainda mais a movimentação dos contêineres que passam pelo terminal portuário
A Procuradoria Geral do Estado (PGE), através da Comissão Central de Concorrências (CCC), definiu que a MPA Construções e Participações Ltda é a ganhadora da licitação do tipo menor preço para a execução das obras de construção civil de área segregada denominada Pátio de Cabotagem do Terminal Portuário do Pecém.
A proposta comercial da empresa vencedora foi de R$ 1.744.100,00 (bem abaixo do valor previamente estimado: R$ 2.357.000,00. Uma diferença de 26% para menos no custo do investimento, caso seja ratificado esse resultado).
A PGE já enviou, desde a última quinta-feira, 18 de novembro, as informações necessárias para serem publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE). Após essa publicação, correrá imediatamente o prazo de cinco dias úteis para recurso. Segundo a vice-presidente da CCC, Maria Betânia Saboia Costa, a obra deverá ser concluída em 150 dias depois da homologação do contrato.
Dom, 21 de Novembro de 2010 21:08
O pátio de cabotagem terá 20 mil metros quadrados e deverá ser concluído cinco meses depois da ordem de serviço
O objetivo da obra é agilizar ainda mais a movimentação dos contêineres que passam pelo terminal portuário
A proposta comercial da empresa vencedora foi de R$ 1.744.100,00 (bem abaixo do valor previamente estimado: R$ 2.357.000,00. Uma diferença de 26% para menos no custo do investimento, caso seja ratificado esse resultado).
A PGE já enviou, desde a última quinta-feira, 18 de novembro, as informações necessárias para serem publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE). Após essa publicação, correrá imediatamente o prazo de cinco dias úteis para recurso. Segundo a vice-presidente da CCC, Maria Betânia Saboia Costa, a obra deverá ser concluída em 150 dias depois da homologação do contrato.
Procurada pela reportagem, a Cearáportos, empresa do Governo do Estado que administra o Terminal Portuário do Pecém, informou que não irá se pronunciar sobre o assunto até o encerramento do período recursal, para não atrapalhar o processo licitatório e gerar possíveis especulações. No entanto, a companhia repassou que o objetivo do empreendimento é agilizar ainda mais cabotagem (movimentação dos contêineres que são transportados entre os portos brasileiros). Segundo a Cearáportos, o pátio terá 20 mil metros quadrados de área, dotado de pavimentação e drenagem.
Modernização
A ideia é que os contêineres de cabotagem, que não exigem fiscalização da Receita Federal, tenham um ambiente adequado de atendimento para facilitar a movimentação e as etapas de transporte, reduzindo o tempo das operações e minimizando, dessa forma, os custos operacionais com o fluxo de cargas no Porto do Pecém.
Conforme a CCC, ainda há duas outras licitações em andamento no Terminal Portuário do Pecém, mas sem definição de ganhador, por enquanto. São as construções da área segregada para armazenagem de produtos de importação e da área coberta para serviços de ova e desova de contêineres.
Fonte: Diário do Nordeste (CE)/ILO SANTIAGO JR.
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